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Hays assegura que as empresas devem estar preparadas para a Transformação Digital

A transformação digital tornou-se essencial para o sucesso dos negócios, no entanto, o processo é extremamente complexo e as empresas devem garantir que estão preparadas, assim como os seus colaboradores.

O Hays Group Strategic Director, Dirk Hahn, explica “Se está a utilizar a análise preditiva para prever comportamentos ou introduzir chatbots orientados pela Inteligência Artificial (IA) para oferecer um serviço eficiente e equiparável à concorrência – como líder de negócios, precisará de realizar uma mudança. Mas isto não é uma solução simples, é uma grande reformulação dos processos de negócios que exige que se invista foco, tempo, recursos financeiros e humanos para oferecer uma experiência ao utilizador que possa ser competitiva na era digital.”

Não ter medo de falhar

As empresas devem redefinir o insucesso e encorajar os colaboradores a terem menos receio de arriscar – pois é frequente que empresas que arrisquem consigam inovar e ser bem sucedidas. As organizações devem estar preparadas para cometer erros e aprender com os resultados – isso é essencial para o sucesso da digitalização de uma empresa.

Dirk aconselha “Não tenha medo de alterar processos que não estão a funcionar. Mas, se a mudança não levar a uma melhoria, precisará de estar pronto para repensar na sua estratégia. Utilize a filosofia que incorpore o conceito de “agarre com determinação, solte facilmente”, assim estará pronto para debater a sua perspetiva e testar as suas ideias. Mas se falhar, esteja pronto para aprender com os erros e seguir em frente utilizando o que aprendeu. ”

Compreender a  cultura do local de trabalho

Para que a transformação digital seja um sucesso, as empresas devem fomentar uma cultura empresarial de abertura que incentive à inovação, à mudança digital, mas que ao mesmo tempo seja realista sobre o processo.

Dirk explica “É essencial perceber a cultura do local de trabalho. Deverá preparar sua equipa para lidar com a mudança – e isso significa garantir que ela perceba que poderá não ser uma adaptação fácil. Se os colaboradores se sentirem parte do processo da transformação digital, eles irão perceber quais os obstáculos desde o início.”

Encontre as competências certas

Dirk recomenda que os colaboradores precisam de se tornar parte do processo e uma parte fundamental disso é uma boa comunicação. Para além disso, é pouco provável que uma empresa já tenha as competências necessárias para realizar a digitalização. Muitas vezes as empresas podem precisar de procurar fora do seu próprio negócio o talento indicado.

Dirk comenta “Para conseguir uma mudança com sucesso, as equipas devem ser constantemente informadas. Será necessário mostrar aos colaboradores o que se irá fazer, como e o porquê. A comunicação não é apenas de cima para baixo e por isso será necessário estar aberto a ideias (e perguntas) de todos os envolvidos no processo. Construir a inclusão na transformação digital destaca novas oportunidades e ajuda-nos a entender as necessidades de uma target diversificada.”

#faceapp: Um novo exemplo de que continuamos demasiado confiantes

O que irá ler de seguida são todo o tipo de notícias que falam sobre este tema, acusando-o de dar a sua privacidade ao governo russo e tratando a aplicação como uma ocultação ao malware. Apesar disso, para além de tudo isto ser verdade ou não, o que realmente o deveria preocupar no nosso ponto de vista é outro tema: continuamos a ser demasiado confiantes.

Vamos colocar em prática um exemplo muito simples com esta mesma aplicação, que é simplesmente ler os “Termos e condições”:

“Atribui à FaceApp uma licença de utilização permanente, irrevogável, livre de direitos autorais, mundial, integralmente concedida, transferível sob licença, que reproduz, modifica, adapta, publica, traduz, cria trabalhos derivados, distribui, realiza publicamente e apresenta o seu Conteúdo de Utilizador e qualquer nome, nome de utilizar ou imagem fornecida em conexão com o seu Conteúdo de Utilizador em todos os formatos de meios e canais atualmente conhecidos ou ainda em desenvolvimento, sem uma compensação para si.”

Parece uma brincadeira não? Mas não é, e se utilizou a aplicação aceitou estar de acordo com tudo isto. O certo é que, se lesse isto antes, certamente não a teria descarregado, ou talvez sim, mas aí já o fazia sabendo o que implicava.

Em qualquer caso, o objetivo deste artigo não é avaliar esta aplicação (se lermos as condições de muitas outras aplicações muito mais conhecidas, e que também utilizam a nossa informação privada, aparecem constantemente este tipo de frases assustadoras), mas sim refletir sobre a pouca atenção que prestamos ao que fazemos no nosso dia a dia e o risco que isto pode representar.

De facto, se observarmos um pouco, a propagação viral desta aplicação não é diferente ao que acontece habitualmente, por exemplo, com uma campanha de “pishing”. Analisemos o contexto: Campanha de Verão, o mundo inteiro a partilhar as suas fotografias nas férias através do telemóvel, “desafios” na internet… informação suficiente para formular uma nova campanha de emails fraudulentos, com os quais infetam a nossa equipa, roubam dados bancários ou reúnem simplesmente um conjunto de informação que será posteriormente muito útil para outro objetivo.

Se há poucos dias publicávamos o artigo relacionado com os conselhos sobre “Como utilizar as redes Wi-Fi de forma segura nas férias em apenas 6 simples passos”, desta vez voltamos a dar valor à importância de prestar atenção ao que fazemos a partir dos nossos dispositivos móveis. Um dispositivo móvel pode conter tanta informação nossa. E por este motivo, é muito importante termos consciência de quando damos permissão a uma aplicação ou quando lemos um e-mail e clicamos no link, que pode ser malicioso, podemos estar a cometer um erro que pode chegar a custar-nos mais que um desgosto.

O que devemos fazer? Em primeiro lugar, ganhar consciência e aprender a reconhecer os periogos, e para isso, temos ferramentas de formação como o Phish Threat, com a qual aprendemos a distinguir esses e-mails maliciosos e, temos também acesso a ferramentas que protegem os nossos dispositivos móveis como o Sophos Mobile Security, com o qual podemos, por exemplo, guardar as nossas senhas de forma segura, eliminar e/ou localizar o nosso dispositivo caso se perca, assim como rever as permissões que demos a uma aplicação, saber se estão a utilizar a nossa localização, e por sua vez saber se se trata de uma aplicação maliciosa.

Com isto, e com um pouco de senso comum, que temos de ir treinando, aprendemos a dedicar dois minutos antes de clicar num link de um e-mail, a lermos o que estamos a aceitar e, definitivamente, a aplicar a política eficaz Zero Trust, e a confiança que sempre se recomenda na cibersegurança.

O mais importante para enfrentar um risco de qualquer âmbito é conhecer a sua existência, se o fizermos já demos muitos passos no caminho certo.

Opinião de Iván Mateos, Sales Engineer na Sophos Ibéria

Porque devem as empresas apostar na transformação digital?

Segundo dados do website IoT Analytics, registaram-se mais de 17 mil milhões de dispositivos conectados em 2018, sendo que entre estes estão 7 mil milhões dispositivos de IoT (Internet of Things), número que exclui smartphones, tablets, laptops e telefones fixos. Já em 2020, estima-se que o número de dispositivos IoT suba para 20 mil milhões e em 2025 para cerca de 22 mil milhões.

O crescimento destes dispositivos tem impacto no dia-a-dia de pessoas, que aderem cada vez mais a veículos e casas conectadas, e de empresas, que têm de adaptar os seus processos e por vezes modelos de negócio aos novos paradigmas da tecnologia.

Segundo a IDC, empresa líder mundial na área de market intelligence, advisory e eventos para os mercados das Tecnologias de Informação e Transformação Digital, o IoT será o principal catalisador de desenvolvimento para o país a curto prazo. Contudo, a consultora prevê que apenas 30% da economia portuguesa estará digitalizada em 2021, o que será um número baixo quando comparado com a previsão da digitalização da economia a nível mundial, que atingirá os 50%.

A transformação digital em Portugal

O estudo Maturidade Digital das Empresas em Portugal, realizado pela NovaSBE Center for Digital Business & Technology em parceria com a EY em outubro de 2018, indica que a transformação digital é um processo demorado: embora 41% das empresas garantam ter iniciado o seu processo de Transformação Digital há mais de 5 anos, apenas 35% afirmam ter um nível avançado de implementação nas novas tecnologias.

O mesmo estudo refere que 75% das empresas que participaram explicam existir uma grande aposta na implementação dos processos de marketing digital e redes sociais nas suas organizações. Do universo de empresas inquiridas, 65% aposta em cloud computing, 61% em big data e analytics e pouco mais de 50% em IoT.

Estas novas tecnologias têm vindo a ganhar cada vez maior importância no mercado de trabalho digital, e com o avanço tecnológico surge a necessidade de mais recursos especializados. O relatório The State of Application Development 2019 da Outsystems indica que 51% das organizações portuguesas investiram no crescimento das suas equipas de desenvolvimento de software em 2018.

Contudo, nem todas as necessidades são colmatadas e mais de 60% das empresas auscultadas no estudo da NovaSBE / EY reconhecem não ter habilitações e conhecimentos digitais adequados, o que pode gerar um aumento da procura pelo talento em Portugal. Esperamos assim assistir nos próximos anos a um aumento da contratação de colaboradores especializados e a um crescimento da aposta das empresas na formação de recursos já contratados.

O consumidor no centro

A Transformação Digital vem também mudar a forma como os negócios olham para todo o processo de venda e o papel do seu consumidor. Enquanto anteriormente se baseava todo o planeamento de produto e de venda em ideias generalizadas e não comprovadas sobre os consumidores, existem hoje em dia um conjunto de metodologias, que incluem o UX Design e a utilização de Big Data para se chegar a conclusões com base em factos, que permitem decisões mais fundamentadas e adaptações das empresas em tempo real.

Marta Lousada, E-commerce & Digital Manager da Sephora Portugal, afirmou durante o Expo Fórum Digitalks Lisboa 2019 que 93% das vendas de retalho em Portugal continuam a ser nas lojas físicas, mas mais de metade (63%) são influenciadas por touchpoints digitais antes da compra.

Sabemos ainda que o consumidor português passa cerca de 6h38min por dia online, das quais cerca de um terço (2h27min) é passado em mobile. Estes dados, disponíveis no relatório Digital 2019 criado pela Hootsuite e We Are Social, são complementados com a informação de que mais de 7 milhões de portugueses (69% da população total) utilizam a internet via mobile.

“Os consumidores têm novos hábitos e a transformação digital tem muito a ver com isso. Não é apenas porque chegaram tecnologias novas, é também porque os consumidores mudaram a sua forma de escolha: no passado a seleção de um produto ou serviço tinha muito a ver com preço e disponibilidade, mas hoje em dia está a ganhar cada vez mais importância a experiência”, refere André Carvalho, Partner da Spark2D e da Tangível.

A questão dos testes de usabilidade ganha uma grande dimensão e impacto no mercado atual, e é por isso que a Tangível criou um Laboratório de UX no LISPOLIS, em que realiza testes com utilizadores reais. “O Laboratório é constituído por duas salas e um conjunto de equipamentos de teste, câmaras e outras tecnologias para registar tudo o que o utilizador faz. Por exemplo, se estivemos a trabalhar num browser, interessa-nos perceber o movimento do rato e os cliques, porque isso pode dar-nos pistas sobre hesitações, por exemplo, interessa-nos gravar tudo o que o utilizador diz, para onde olha, linguagem corporal, expressões faciais, entre outras, porque a partir da observação, do diálogo, daquilo que o utilizador está a fazer e do seu comportamento gestual e corporal, podemos inferir muitas coisas”, clarifica André.

Empresas como Santander, SIBS, Critical Software, Médis, Cetelem, ANACOM e a Worten são já clientes da Tangível e percebem a potencialidade e o benefício da utilização de testes de usabilidade, uma vez que é através destes que conseguem inferir como podem melhorar continuamente as suas soluções para o utilizador final, ao obterem uma perceção real, adquirida através da observação, do funcionamento dos seus produtos do lado do consumidor.

Humanizar a transformação

É importante envolver as pessoas no processo de transformação, uma vez que qualquer mudança gera alguma apreensão, nomeadamente por parte dos colaboradores das empresas.

“A envolvência das pessoas no processo de transformação atinge dois grandes objetivos: por um lado, garante que a solução endereça um problema real das pessoas, que são o principal ativo da organização; por outro lado, reduz e em muitos casos elimina quase por completo a carga de um processo de gestão de mudança associado a iniciativas de transformação”, explica Tiago Perdigão, Business Devil & CEO da Fractal Mind, empresa especialista em processos de gamificação que tem vindo a ajudar as empresas portuguesas como a Worten a alcançar os seus objetivos internos ao envolver os colaboradores. “Se a solução foi construída pelas pessoas, não lhes está a ser imposto, há uma noção de ownership que deriva da participação no processo, aquilo a que chamamos o efeito IKEA”, complementa.

No caso da WortenWinners, plataforma que fomenta a motivação da força de vendas através de uma lógica de jogo que permite a criação de missões e atribuição de prémios aquando do alcance dos objetivos, Tiago explica que transformou por completo a experiência dos colaboradores. “Na Worten, a gamification permitiu o aumento do feedback e transparência, assim como oportunidades de reconhecimento e recompensa para os outliers. A introdução de mecânicas de jogo para a operação, não só a tornou mais gratificante, com +80% dos colaboradores satisfeitos com o novo processo, como impactou positivamente os resultados, gerando um aumento de 6% de vendas por colaborador ao abrigo da experiência gamificada, face ao grupo de controlo”, revela.

A Gamification é um mercado em grande expansão em Portugal e no Mundo. Segundo dados do Mordor Intelligence, o mercado global de gamificação foi avaliado em US $ 5,5 bilhões em 2018, e estima-se uma taxa de crescimento anual composta de 30,31% ao longo do período 2019-2024. As vantagens da gamificação das empresas são cada vez mais difíceis de ignorar: a capacidade de envolver colaboradores e clientes, de obter feedback, de funcionar numa lógica de cocriação, de reconhecer esforços, de promover a competição saudável, de motivar, de oferecer autonomia aos colaboradores e de criar um novo mundo de ‘jogo’ que vem trazer algo de disruptivo à rotina.

“A gamification é elemento diferenciador neste tipo de processos por uma simples razão: poucos fenómenos despertam emoções tão fortes quanto os jogos”, indica Tiago. “A utilização de mecânicas de jogo fornece às organizações uma ferramenta para despertar as emoções que mais movem os seus colaboradores, gerando a motivação necessária para as mudanças comportamentais que suportam os processos de transformação”, remata.

Opinião de Cíntia Costa e Pedro Rebordão, marketing e comunicação do Lispolis

 

Schneider Electric apresenta InRow™, a solução de refrigeração de 30kW de alta eficiência para Data Centers

A Schneider Electric, líder na transformação digital em gestão de energia e automação, anunciou a expansão da sua gama de refrigeração preparada para o EcoStruxure™ com a introdução da solução InRow™ DX para 30 kW. Disponível no formato rack de 300mm, esta solução de refrigeração para Data Centers oferece a melhor eficiência do mercado e responde à procura crescente por uma refrigeração de alta densidade para Data Centers.

A tendência para a modernização e consolidação dos Data Centers está a impulsionar a necessidade de uma solução de refrigeração de menores dimensões que proporcione uma maior capacidade de arrefecimento e uma flexibilidade que permita a adaptação à carga real do Data Center. O InRow DX 30kW é ideal para os Data Centers que estejam a ser modernizados ou renovados, ou para qualquer local em que haja pouco espaço para equipamentos de TI. Pelo seu tamanho muito compacto e o seu design eficiente em termos energéticos, o InRow DX é o sistema de refrigeração mais versátil e preditivo para a nova geração de Data Centers de pequeno e médio tamanho, assim como para ambientes Edge e empresariais.

O InRow DX 30kW proporciona múltiplos benefícios. O primeiro deles é a densidade da refrigeração. Proporciona uma capacidade até 3 vezes maior do que nos modelos anteriores, o que significa que são necessárias menos unidades, libertando mais espaço para os restantes equipamentos de TI.

Para além disso, oferece alta eficiência ao utilizar compressores e ventiladores eficientes em termos energéticos para reduzir os custos operacionais e fazer com que haja mais energia disponível para outros equipamentos de TI.

Por outro lado, o seu design flexível lida de forma mais fácil com as limitações comuns de instalação e reduz as necessidades de serviço.

O InRow DX 30kW conta com modulação incorporada. O seu compressor com variador de velocidade permite adaptar a carga de refrigeração à procura térmica real. Adicionalmente, reduz os custos ao aproveitar os baixos amperes da unidade para conseguir uma redução do CAPEX.

A nova solução de refrigeração da Schneider Electric está preparada para o EcoStruxure™, pelo que é fácil de utilizar e proporciona uma visibilidade global do funcionamento e do estado do equipamento, apoiada 24/7 pelos especialistas do Service Bureau.

“Se está a pensar consolidar, modernizar ou ampliar o seu Data Center e acha difícil gerir o perfil de calor introduzido pelos novos servidores, o versátil InRow DX 30kW é perfeito,” assegura Ben Smith, Vice President of Cooling da Schneider Electric. “Muito compacto e com melhor eficiência, o InRow 30kW permite proporcionar a mesma capacidade de refrigeração com menos unidades.”

“A adoção do EDI é uma questão de sobrevivência no mercado”

A Saphety assume-se como uma a empresa internacional portuguesa líder em Contratação Pública e Faturação Eletrónica, que apresenta um portfólio específico de soluções, como, por exemplo, o EDI – Electronic Data Interchange. Quais são as mais-valias que o EDI proporciona às empresas?

Em primeiro lugar é preciso clarificar que a Faturação Eletrónica está incluída dentro do conceito de EDI. Sendo EDI o envio/receção de documentos comerciais de uma forma que permite a sua integração automática nos sistemas ERP das empresas, a Faturação Eletrónica é a aplicação do EDI ao documento “fatura”.

De que forma é que o EDI veio “revolucionar” a dinâmica das empresas no domínio da transformação digital?

O EDI veio otimizar a execução de tarefas rotineiras, poupar tempo e evitar erros:

– Poupar tempo, com a receção da encomenda por email em PDF obrigava a  fazer copy/paste para o software de gestão;

– Evitar erros, no envio da fatura ao cliente temos a confirmação que a mesma está correta, que contém todos os elementos necessários, que os preços e condições comerciais são os acordados e, principalmente, que a fatura foi aprovada pelo recetor.

Que alterações surgem a nível interno e externo nas empresas com a colocação em prática do EDI?

A nível interno, veio acelerar processos com a entrada da encomenda eletrónica e a possibilidade da mesma seguir diretamente para a produção ou para a logística; Dinamizar entregas ao ritmo just in time; Melhorar a relação comercial com os clientes, com o processo da faturação eletrónica; E, acima de tudo,  reduzir custos, com papel, impressão e correio para envio das faturas.

A nível externo, a ligação direta entre cliente e fornecedor permite, a este último, ter informação de forma rápida e quase imediata sobre qual o stock e volume de vendas em cada um dos seus clientes e assim garantir que a produção se ajusta ao consumo dos mesmos.

Será legítimo afirmar que a grande mais valia do EDI passa pela ampliação das plataformas de comunicação empresarial e logística, permitindo, portanto, o incremento de parceiros de negócios?

Neste momento o EDI já está tão difundido que as empresas que não implementaram soluções deste tipo começam a ter dificuldades em conduzir normalmente os seus negócios. Por isso a adoção do EDI é neste momento mais uma questão de sobrevivência no mercado do que um incremento ao nível dos parceiros de negócio.

Analisando o mercado internacional e o luso, sente que no capítulo do EDI, Portugal está bem posicionado? As empresas portuguesas estão recetivas a esta solução?

Estamos no meio da tabela. Há países com taxas de adoção mais elevadas, mas acreditamos que com a obrigatoriedade da Faturação Eletrónica com a Administração Pública portuguesa a taxa de adoção em Portugal irá crescer substancialmente.

De que forma é que o EDI permite que haja maior eficiência e agilidade na tomada de decisão?

O EDI permite ter uma visibilidade em tempo real do status das transações. Isto, por sua vez, possibilita uma tomada de decisão mais rápida e melhor capacidade de resposta às mudanças e necessidades do cliente e do mercado, além de permitir que as empresas adotem um modelo de negócios impulsionado pelo consumo, ao invés de um modelo baseado na oferta.

Encurta os prazos de entrega, permite melhorar os produtos e acelera a entrega de novos produtos. Simplifica a capacidade de entrar em novos territórios e mercados. O EDI fornece uma linguagem de negócios comum que facilita a integração de parceiros de negócio em qualquer lugar do mundo.

Promove a responsabilidade social corporativa e a sustentabilidade, substituindo processos baseados em papel por alternativas eletrónicas. Isto reduz custos e reduz também emissões de CO2.

De futuro, podemos esperar novas melhorias e alterações no âmbito do EDI por parte da Saphety?

O EDI / Faturação Eletrónica é o “core business” da Saphety. Continuaremos a apostar na evolução da nossa oferta, quer a nível tecnológico quer a nível do apoio e suporte aos nossos clientes. Lançámos recentemente uma nova solução denominada Flexcash, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos, que oferece soluções de financiamento aos fornecedores com base nas faturas eletrónicas enviadas. Outras soluções de valor acrescentado que utilizam os documentos EDI serão lançadas a curto prazo.

“ANTOSC, uma empresa com talento para partilhar”

A criação da ANTOSC vai ao encontro da estratégia do governo angolano em promover no país a cultura da partilha das infraestruturas para telecomunicações. Esta tem demonstrado ser uma missão bem-sucedida?

Creio que a partilha de infraestruturas nas telecomunicações seja uma necessidade, porque os altos custos fornecidos pelos operadores para construir as suas redes tornam-se cada vez mais pesados nos seus orçamentos. E num momento em que enfrentam uma redução significativa nas suas receitas em função das diversas formas de comunicação criadas pelas redes sociais. Em relação à criação da ANTOSC, era um desejo antigo dos acionistas e que foi motivado pela aprovação do decreto-lei 166/14.

Quais são as mais-valias, mas também os desafios, da partilha de infraestruturas de telecomunicações?

São várias as mais-valias. Mas citaria duas que, com certeza, farão a diferença: a redução de custos de investimento direto em infraestruturas (CAPEX) e a redução nos custos operacionais de cada operador (OPEX). Em relação aos desafios, são diversos, mas acredito que, nessa fase, criar uma cultura de partilha no setor seja um ponto importante a trabalhar. Uma outra vertente, são os investimentos, que são elevados e, infelizmente, temos que importar quase tudo.

Qual é, atualmente, o contexto angolano no que diz respeito às infraestruturas para telecomunicações?

Segundo uma informação divulgada nos meios de comunicação social recentemente, cerca de 57% da população angolana não tem acesso à rede e à internet. Esses dados surpreenderam-nos bastante e necessitam de ser verificados com cuidado.

O nível de investimento nesse segmento no país tem sido bastante elevado e significativo, mas ainda existe muito para fazer e um longo caminho a percorrer.

As infraestruturas para telecomunicações ainda são deficitárias para responder à demanda e à evolução da tecnologia no setor.

Que verdadeiro desafio acarreta este setor num mercado cada vez mais exigente e globalizado e numa era da transformação digital?

O investimento nas infraestruturas será, sem dúvida, o principal desafio. Mas existem outros, como a regulamentação do setor, que também terá um papel muito importante para o crescimento e evolução desse segmento. Foram realizados diversos e vastos investimentos pelos operadores que estão no mercado há algum tempo e isso não pode ser esquecido.

A ANTOSC é a primeira TowerCO (empresas que gerenciam torres de telecomunicações) em Angola, movida pelo interesse em tornar uma realidade os avanços traçados para Angola pelo Plano Nacional de Desenvolvimento 2018-2022. Quais são as expectativas?

Naturalmente que nos sentimos orgulhosos e honrados por sermos a primeira TowerCO em Angola e, por isso, a nossa responsabilidade é superior e, naturalmente, que pretendemos corresponder às expectativas e às exigências e necessidades do mercado. Mas sabemos que o mercado é bastante competitivo e que, em breve, teremos a companhia de outras empresas de partilha, o que é saudável para o negócio, desde que sejam observadas e cumpridas as normas e a regulamentação para o setor.

A cooperação económica e empresarial que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) pretende promover e priorizar seria um fator fulcral para o setor das telecomunicações?

Não tenho dúvida sobre este ponto e, como diz e muito bem o nosso slogan –  “Antosc, uma empresa com talento para partilhar” –, sob o nosso ponto de vista, essa é a porta de entrada para o desenvolvimento das comunicações em Angola. Parcerias fortes e consolidadas!

INFRAESTRUTURAS PARA TELECOMUNICAÇÕES

A ANTOSC faz a gestão de infraestruturas para telecomunicações, atendendo operadores atuantes no país e os que estão a chegar, tendo como ponto de partida um estudo amplo e qualificado da realidade de cada cliente, a seguir as etapas de diagnóstico, definição de modelo de partilha e implementação da solução mais adequada.

Conheça os principais serviços:

– Aluguer de espaço nas torres

– Transmissão de sinais

– Garantia de energia 24/24

– Monitoramento à distância com sensores e câmaras de vídeo

A ANTOSC

A ANTOSC opera em Angola tendo como missão oferecer às empresas de telecomunicações a experiência da partilha de infraestrutura através do uso comum de torres instaladas em sites (estações) estrategicamente posicionados em locais identificados a partir de estudos qualificados, de modo a garantir a diversos projetos da Telecom as melhores performances e atender cada vez melhor os usuários de comunicação móvel e fixa. Constituída em 2017, a empresa traz no seu ADN um profundo conhecimento do mercado da Telecom e, por isso, tem a dimensão exata da importância da partilha de infraestrutura num cenário que exige altos investimentos individuais em equipamentos (Capex) e manutenção (Opex).

Comparadores digitais: sabe se está a fazer uma boa compra?

Com os comparadores de produtos e preços que disponibiliza a DECO PROTESTE quer assegurar ao consumidor que está a fazer um bom negócio, se o preço vale a pena ou se não está a ser enganado por falsos descontos.

Por exemplo, a ferramenta “Comparar Preços” pode ser usada por qualquer pessoa e ajuda a perceber, por exemplo, se os descontos anunciados em épocas como a Black Friday ou a Cyber Monday são boas de compra. Esta ferramenta de pesquisa regista a evolução dos preços dos produtos nas lojas online ao longo dos últimos dias, para aconselhar ou não a sua compra.

 “Os nossos comparadores digitais servem para selecionar os melhores produtos e serviços, através de avaliações de qualidade isentas, imparciais e rigorosas que fazemos, e servem também para perceber até que ponto um preço ou promoção é boa ou real”, diz-nos Miguel Lage.

Com tudo somado a DECO PROTESTE consegue colocar ferramentas à disposição dos consumidores que lhes permitem ter um processo de tomada de decisão informado, consciente e empoderado. “É exatamente isto que a tecnologia permite oferecer aos consumidores e queremos colocar essas mesmas tecnologias ao serviço de todos os consumidores”, acrescenta o nosso entrevistado.

Com uma presença na DECO PROTESTE repartida em dois momentos, Miguel Lage conhece a organização desde 2001. Hoje colabora ativamente na transformação digital da própria DECO PROTESTE. “Olhando para a sociedade como um todo e citando um autor que usou a expressão «a tirania da transparência», tomemos em atenção que, de facto, hoje em dia, temos tecnologias que permitem que os consumidores tomem decisões cada vez mais informadas, pois, na verdade, hoje está tudo ao alcance de uma simples pesquisa no Google, fóruns, blogues, redes sociais para, à partida, toda a gente conseguir tomar decisões mais ou menos informadas”, elucida Miguel Lage. “O consumidor tem, de facto, um empowerment cada vez maior para tomar decisões informadas e isso é que é a tirania da transparência”, acrescenta.

É, portanto, facilmente comprovável se uma marca está a dizer a “verdade” ou não, quando afirma que tem um produto de boa qualidade, ou quando um retalhista refere que tem os preços mais baixos por exemplo. A tecnologia tem vindo a ajudar nesse sentido e a DECO PROTESTE tem tirado, igualmente, partido da tecnologia através da sua oferta digital para ajudar os consumidores nesse processo de tomada de decisão de compra – quando se fala de produtos e serviços. “Temos vindo a melhorar cada vez mais as funcionalidades que permitem aos consumidores tomarem as melhores decisões de compra e corrigir a assimetria de informação que muitas vezes existe entre marcas e consumidores”, adianta Miguel Lage.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

A DECO PROTESTE participou pela primeira vez na Web Summit 2018 em Lisboa para apresentar os seus serviços e respostas aos desafios dos novos mercados digitais, enquanto uma organização de consumidores.

A participação da DECO PROTESTE na Web Summit, sob o mote da Inteligência Artificial, prendeu-se como facto de procurar perceber como é que as organizações podem tirar partido da inteligência artificial, tendo sempre a preocupação em respeitar a fronteira com a privacidade dos consumidores. “Acreditamos que a inteligência artificial virá, de facto, trazer uma maior conveniência, personalização e valor na oferta das organizações aos seus consumidores. Porém, os riscos associados às novas tecnologias têm de ser devidamente acautelados”, alerta Miguel Lage.

Para o nosso entrevistado, as empresas devem priorizar e respeitar a privacidade dos dados que usam e os limites da individualidade de cada consumidor. “É neste equilíbrio complexo que as organizações se movem e onde a DECO PROTESTE procurará também exercer a sua influência. Sendo certo que o futuro acabará por chegar, as condições para que esse futuro respeite, uma vez mais, os consumidores, deverá ser também acautelado pelas organizações”, diz-nos, ainda.

Ciente das brechas de dados que existem e continuam a persistir, a DECO PROTESTE lançou recentemente uma campanha intitulada de “Os meus dados são meus”. “A verdade é que os novos serviços assentes nestas novas capacidades relacionadas com o big data, Internet of Things ou inteligência artificial acabam por sofrer de alguma desconfiança por parte dos consumidores e não é isso que se quer. São serviços que trazem valor e que são benéficos para os consumidores, por isso mesmo temos de evitar que os riscos contaminem o benefício percebido por parte das pessoas”, explica Miguel Lage.

TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS

Conceitos como inteligência artificial, transformação digital ou economia digital estão a revolucionar o mercado e, consequentemente, as organizações. Nos seus comparadores digitais a DECO PROTESTE quer, para o futuro garantir uma interação mais intuitiva entre os consumidores e as suas plataformas, evoluindo para outras formas de interação digital com os consumidores. Plataformas de voz, chatbots ou realidade aumentada são apenas alguns dos exemplos do que a tecnologia nos permite fazer.

“Estamos a trabalhar ativamente para começarmos a prestar um serviço ao cliente mais próximo e intuitivo através, por exemplo, de soluções de chat, que nos vão permitir melhor serviço prestado e personalizado a cada utilizador. Miguel Lage dá o exemplo do atendimento telefónico onde estas novas formas de interação permitirão a possibilidade de um atendimento rápido, um correto direcionamento da chamada e uma correta perceção daquilo que o cliente pretende quando os contacta, garantindo uma maior satisfação ao utilizador e permitindo automatizar alguns dos processos de backoffice da DECO PROTESTE.

“No que diz respeito ao processo de tomada de decisão, estamos também a analisar até que ponto conseguiremos autonomizar algumas das etapas pelas quais o consumidor passa, tendo em conta o seu perfil. Vamos procurar aliar a informação que temos sobre aquilo que o consumidor procura com o que estamos a disponibilizar naquele momento e naquela circunstância ao consumidor. Queremos personalizar o serviço e garantir a sua satisfação na entrega”.

Miguel Lage acredita que uma das áreas mais promissoras para o futuro será, de facto, a da voz. As interações através de plataformas de voz são mais naturais, emotivas e intuitivas e a verdade é que as pesquisas e a interação com assistentes de voz estão a crescer a um ritmo bastante acelerado. Acredita-se que os assistentes virtuais ativados por voz mudarão as relações de consumo e as estratégias de vendas e que com a rápida evolução da Inteligência Artificial vão surgir novas competências que tornarão os assistentes de voz uma opção bastante viável e económica para o nosso dia-a-dia.

Por isso mesmo a DECO PROTESTE está a procurar perceber até que ponto existe essa necessidade e vontade nos consumidores portugueses de passarem a interagir com a DECO PROTESTE, por exemplo, livre das barreiras e das constrangimentos de um portal online, permitindo-lhe uma maior envolvência na sua interação. No entanto, para Miguel Lage, o mais importante não é a tecnologia em si. Ela já está lá e vai continuar a evoluir. “Temos é de ter em atenção o consumidor. Temos de ter essa filosofia sempre presente quando lançamos produtos novos para o mercado e colocar questões como: «isto é valorizado pelas pessoas» ou «cumpre com o que os utilizadores querem?». E é com base nessas respostas e nos estudos que fazemos que tomamos a decisão de avançar ou não, de forma a conseguir corresponder às necessidades e exigências dos consumidores”, afirma Miguel Lage.

Os desafios serão, por isso mesmo, cada vez mais complexos, principalmente porque a DECO PROTESTE assume um duplo papel. “Por um lado, nós próprios oferecemos um serviço aos consumidores e para os quais esperamos que exista recetividade. Por outro lado, procuramos assegurar que as organizações assumam uma postura correta perante os consumidores. Uma postura justa, correta, que respeita a individualidade e a privacidade dos consumidores”, refere Miguel Lage.

“Acreditamos que estamos a fazer um bom trabalho. Temos cerca de 400 mil associados e chegamos regularmente a mais de 1 milhão de pessoas que reconhecem o valor que a DECO PROTESTE aporta”, conclui.

“E se existisse um mundo onde todos […] estão envolvidos num objetivo comum”?

Que importância assume a Consultoria de Gestão para o tecido empresarial, atendendo aos desafios que a globalização e transformação digital acarretam?

O mercado de trabalho está em constante mudança e a gestão de pessoas é cada vez mais um fator crítico na estratégia das organizações. A digitalização acelerou a produção e a circulação de informação, a inovação e a disrupção, a integração do físico com o virtual e o uso de dados em tempo real. Tudo isto com enorme impacto nas estruturas organizacionais, nos modelos de negócio, nas operações de logística e nos próprios produtos e serviços.

Para a Fractal Mind, o ponto de partida da consultoria é sempre a necessidade do cliente, o que significa que a atuação do profissional ou da empresa contratada será influenciada pela situação atual do negócio. O objetivo, no entanto, será sempre nas melhorias que podem ser implementadas no futuro próximo, a médio ou mesmo a longo prazo.

O processo de consultoria não é realizado de forma isolada, ou seja, a participação da gestão não termina quando os objetivos a serem trabalhados são entregues ao consultor – na realidade, é o começo de um trabalho que dá melhores frutos quando realizado em parceria.

Por sua vez, de que forma a consultoria de gestão pode ser aplicada na estratégia de sustentabilidade empresarial, considerada uma das prioridades atuais para os empreendedores e para a expansão dos negócios?

Um dos principais argumentos para a aplicação de estratégias de gamificação bem desenhadas é a sua capacidade de, mais que motivar de forma extrínseca, com recompensas ou pressão, conseguir motivar de forma intrínseca os jogadores. Os jogos são muito bons a trabalhar quatro dimensões em particular da nossa motivação intrínseca: a relação com o próximo, a autonomia, a progressão para a mestria e o sentido de propósito. E não é à toa que o fazem: está demonstrado que são os pilares da nossa força interior. Uma solução de gamificação que consiga equilibrar competição e colaboração, que recompense os jogadores com autonomia de escolha, que transmita de que forma cada um está a crescer e a contribuir para o crescimento da equipa e que ligue tudo isto com uma missão comum, é complicado falhar.

A Fractal Mind apresenta-se no mercado com uma oferta de soluções gamificadas desenhadas em função dos desafios de cada cliente. O que são soluções gamificadas?

São soluções para o dia a dia das pessoas, que, sem acrescentar peso às suas rotinas, as encorajam a ter comportamentos que estão em linha com os seus objetivos ou os da organização.

Para isso usamos mecânicas, dinâmicas e psicologia de jogos, mas de uma forma integrada no que são as suas tarefas e ferramentas.

O nosso processo para criar experiências está 100% centrado no utilizador, ou ‘jogador’ como preferimos chamar, e nos objetivos do cliente: começamos por ouvir o cliente e conhecer os contornos do desafio, definimos objetivos claros e mensuráveis e mergulhamos na experiência do ‘jogador’, para conhecer as suas necessidades, expetativas e receios. Dinamizamos sessões de brainstorming com o cliente e os ‘jogadores’, fomentando que estejam sempre envolvidos no processo de criação.

Com a matéria-prima nas mãos, rapidamente passamos para a prototipagem e testes – acreditamos que se é para falhar é rápido e barato – até que chegamos a um primeiro entregável. E dizemos primeiro porque a mudança deve ser um processo iterativo e incremental, em que estamos sempre a aprender com o feedback dos ‘jogadores’. Eles são o foco da experiência.

Trabalham no sentido de impulsionar o envolvimento dos colaboradores, resultados de negócio, objetivos de aprendizagem e de mudança comportamental. De que forma?

Tendo em conta que até 2020 mais de metade da força de trabalho será constituída, não só de Millennials mas também Geração Z, é essencial encontrar formas de cativar estas gerações criando não só ambientes de trabalho que sejam apelativos, como formas de envolver e manter o interesse destas gerações – o coloquial ‘vestir a camisola’.

O nosso trabalho é precisamente nesse sentido: tornar as empresas mais apelativas para o talento que procuram, ao mesmo tempo que oferece ao talento recrutado formas de acrescentar valor às empresas.

Com abordagens centradas nas pessoas, a Fractal Mind nasceu em 2015 com o objetivo de trazer o “poder transformador dos jogos para a vida das pessoas”. Como?

Numa altura em que tanto se fala de retenção de pessoas, de dificuldade em motivar a melhores desempenhos e crescimento pessoal, cabe-nos mostrar ao mundo empresarial o impacto que as nossas soluções conseguem ter nas suas pessoas e apresentar os resultados que eles precisam para tomar as decisões em consciência. E é aqui que entra o Gamify Europe’19 | Made of Outliers [9 de maio, Lispolis, Lisboa], propondo mudar a tendência e dar palco aos Outliers, ou seja, aquelas agências e/ou organizações com os números para sustentar os seus sucessos, focando-nos nas suas histórias e nas vitórias alcançadas.

Num esforço para quebrar com o status quo, estamos a desafiar agentes e decisores para se focarem nos factos e nos mostrarem como o game thinking impactou os objetivos das suas organizações ou clientes. E nesse sentido já temos confirmados speakers para falar de casos de estudo da adidas [Médio Oriente], Worten [Portugal & Espanha], Polícia Holandesa [Holanda], Turismo da Madeira [Portugal], Caixa Federal do Brasil [Brasil], EY [Itália], entre outros [mais detalhes em www.gamifyeurope.com].

“A Hyundai distingue-se da concorrência com a sua garantia exclusiva de cinco anos sem limite de quilómetros”

A Hyundai Portugal assume-se como um dos mais prestigiados players neste mercado. Neste sentido, que análise é possível perpetuar do crescimento da marca e quais as mais-valias que a mesma aporta ao cliente?

Nos últimos quatro anos, a Hyundai tem apresentado um forte crescimento, marcado pela renovação da sua Rede de Concessionários, pela sua gama de modelos jovem e alargada, e pela estratégia da marca de disponibilizar aos seus clientes soluções de mobilidade flexíveis e diferenciadoras que se adaptam tanto ao perfil do cliente particular como do cliente empresa.

A estratégia da Hyundai assenta em três pilares: a confiança, a performance e o progresso.

Desde logo a gama i, composta pelo i10, i20 e família i30, que democratizam a tecnologia, a segurança e o design.

A submarca N, a vertente desportiva da marca que incorporou o Know-How adquirido pela marca na sua aposta no desporto motorizado e conta já com dois modelos, o i30 N e o i30 Fastback N. Desta forma a marca disponibiliza aos seus clientes toda a emoção de uma utilização desportiva, na condução do dia a dia.

A gama SUV, onde a Hyundai tem um legado reconhecido com produtos de referência nos seus segmentos: o Santa Fe, o Tucson e o Kauai.

Na vertente da ecomobilidade, a Hyundai apresenta uma gama de produtos inovadores, como o IONIQ, a única plataforma no mercado que disponibiliza três motorizações ecológicas EV, PHEV e HEV. O NEXO, um SUV movido a hidrogénio que está na vanguarda desta tecnologia, e o novo Kauai EV que é atualmente o único SUV elétrico do segmento, com uma autonomia ímpar de 449 quilómetros (WLTP).

A Hyundai distingue-se da concorrência com a sua garantia exclusiva de cinco anos sem limite de quilómetros, que abrange todos os modelos ligeiros de passageiros da marca, e continua a comprovar a sua qualidade e a fiabilidade junto dos seus clientes. Esta garantia é complementada por cinco anos de assistência em viagem e cinco anos de check-ups gratuitos na rede autorizada Hyundai.

Estamos no início de 2019 e, portanto, pergunto de que forma é que vão procurar desafiar o setor automóvel?

Em 2019 a estratégia da Hyundai continuará a centrar-se no crescimento acelerado, suportado não só pela competitividade da sua gama renovada, como também pelo reforço da sua posição de liderança na ecomobilidade. Esta estratégia está refletida no lançamento do Novo Hyundai Santa Fe e i30 Fastback N, já no início do ano, assim como no reforço da sua oferta ecológica, que será alargada a vários modelos e contará com novas versões/motorizações ao longo deste ano.

A Hyundai pretende tornar-se mais do que uma marca automóvel, queremos ser um parceiro de mobilidade que disponibiliza soluções flexíveis e diferenciadoras que se adaptam ao perfil de cada cliente, como é o caso do Finance to Drive, que inclui várias alternativas de financiamento e mobilidade, tais como o Hyundai Open Drive, Hyundai Renting to Drive e Hyundai Credit to Drive.

Como analisa o presente e o futuro do setor do retalho automóvel?

O futuro é desafiante. Vivemos já no presente um momento de alterações no setor com o aumento de peso das motorizações ecológica e que será uma realidade que terá de encontrar um ponto de equilíbrio com as motorizações mais tradicionais Diesel e Gasolina enquadrando ainda as novas tecnologias que, acreditamos também, serão opção no futuro como é o caso da célula de combustível de Hidrogénio. A Hyundai é precursora nesta tecnologia tendo sido a primeira marca a produzir em série um carro a Célula de Combustível de Hidrogénio. Vivemos, portanto, um momento em que estas novas tecnologias vão encontrar o seu espaço no mercado, de acordo com as necessidades de cada cliente, redefinindo o mix de vendas atual.

A par desta tendência, o futuro trará a condução autónoma e as soluções de conetividade nas viaturas que constituirão uma mudança no paradigma de utilização das viaturas, permitindo novos modelos de mobilidade partilhada e integrada e novas formas de utilização, que seguramente obrigarão o setor a reformular-se e adaptar-se.

O grande desafio que se coloca ao retalho é continuar a manter-se como o fornecedor de mobilidade dos seus clientes, adaptando-se a esta nova realidade e às novas necessidades dos clientes. Tem, obviamente, condições privilegiadas para o fazer.

A transformação digital e as novas tecnologias são uma preocupação constante das empresas e os players do setor automóvel não fogem a esse desígnio. De que forma pretendem dar resposta às novas tendências da mobilidade?

A Hyundai quer estar cada vez mais conectada com os seus clientes. Assim, tem vindo a fazer uma forte aposta em comunicação digital para ir ao encontro dos clientes no meio digital. Em paralelo, a marca tem vindo a desenvolver e apresentar novas soluções aos seus clientes, em todos os serviços associados à sua viatura.

Sempre com o objetivo de garantir a máxima comodidade e qualidade em todos os serviços prestados, a Hyundai continuará a inovar e associar benefícios aos clientes Hyundai. O myHyundai, lançado recentemente pela marca, é mais uma prova disso. Um conceito inovador que pretende oferecer à comunidade myHyundai um conjunto de benefícios e ofertas exclusivas e diferenciadoras para o cliente e para a sua viatura.

A marca disponibilizou recentemente a marcação online das manutenções. De forma simples, rápida e totalmente transparente, todos os clientes da marca poderão efetuar a marcação da manutenção do seu Hyundai online, em www.hyundai.pt/servicos/marcacao-de-servico.

A Hyundai vai também lançar, em breve, a sua loja online onde o cliente poderá escolher acessórios para a sua viatura, merchandise oficial do Team Hyundai Portugal e da marca e conseguir rapidamente pedir homologações, tudo isto ao alcance de um clique.

Ao nível do renting, o que nos reserva este setor em 2019 e quais as dinâmicas da Hyundai Portugal para aportar mais-valias ao mercado?

A Hyundai tem campanhas e programas específicos desenvolvidos para renting em permanência, tanto para os veículos de passageiros, como para os comerciais que se adequam a todas as necessidades do mercado.

Como mais-valia para o mercado, destacamos a garantia Hyundai, única no mercado, com cinco anos e sem limite de quilómetros, assim como a flexibilidade e diversidade nas soluções de aquisição, como, por exemplo, as soluções do Hyundai Renting. Este produto específico foi desenvolvido de base para a gama Hyundai e é disponibilizado ao mercado, exclusivamente, através da rede de concessionários. É uma solução capaz de, em qualquer modelo, fornecer rapidamente os valores mais competitivos de acordo com as necessidades do cliente, adequando quilómetros, período de utilização e serviços. De momento, o Hyundai Renting apresenta em campanha especial para o Hyundai KAUAI Diesel e a i30 SW Diesel.

Hoje o setor do renting tem tido um crescimento exponencial em Portugal. Sente que este será, no futuro, um pilar de volume de negócios das marcas?

A Hyundai tem mantido um foco especial nas soluções de renting enquadradas no seu programa Hyundai Empresas, com soluções específicas que incluem vários serviços e são ajustáveis às necessidades e perfil de cada frota ou empresa.

No que se refere aos particulares, a Hyundai também tem investido cada vez mais em novas soluções de mobilidade que se adaptam perfeitamente às novas tendências do mercado e necessidades do consumidor atual, como é o caso do Hyundai FlexMobility. O FlexMobility foi criado em 2018 e viu no seu arranque uma campanha diferenciadora de renting para o Hyundai i20 que incluía a utilização de um Hyundai Tucson 15 dias por ano.

O que podemos continuar a esperar da marca em 2019? Que desideratos e novidades pretendem apresentar em Portugal?

Em 2019 a Hyundai pretende continuar a traçar um ritmo de crescimento acelerado no mercado automóvel nacional. No primeiro trimestre de 2019 a marca sul coreana cresceu 45,8%, no mercado de ligeiros, e registou o maior crescimento acumulado do Top 20 das marcas automóveis em Portugal e o melhor primeiro trimestre da marca em vendas desde 2002. Para isso vai dar continuidade à dinâmica de lançamentos dos últimos anos, mas também consolidar a presença da sua gama atual.

Adicionalmente, a marca vai continuar a inovar e a apresentar ao mercado novas soluções de mobilidade flexíveis e diferenciadoras para corresponder às expectativas e necessidades dos clientes.

Escolher Hyundai Portugal é…?

A Hyundai é uma marca de confiança, o que se comprova pela sua garantia de cinco anos sem limite de quilómetros, e que acredita que para garantir a satisfação dos seus clientes tem de exceder as suas expectativas e para isso tem desenvolvido novos modelos, versões e motorizações cada vez mais entusiasmantes, que incluem a mais recente tecnologia, e com design mais apelativo. Escolher a Hyundai é optar por uma marca fiável, dinâmica que procura sempre superar as expectativas dos seus clientes e que oferece ao mercado uma vasta gama de modelos equipados com as mais inovadoras soluções tecnológicas.

“Dotar os recursos humanos de competências é e será a chave para o sucesso”

A RMP surge para ser o parceiro na gestão e organização do negócio de pequenas e médias empresas. Comecemos por perceber que verdadeiros desafios enfrentam as empresas nesta era da transformação digital?

A aceleração digital é um tema incontornável. Para além da gestão dos recursos humanos a transformação digital é o grande desafio das organizações. As empresas estão a sistematizar o seu ecossistema, a desenvolver as infraestruturas digitais, a diagnosticar necessidades e a contornar desafios, os quais são transversais.

E a própria RMP, enquanto parceiro na gestão e organização das empresas, a que principais desafios responde atualmente?

A RMP tem vindo a reorganizar-se internamente e a adaptar-se à era digital, agindo em antecipação, facto que nos tem permitido reduzir os impactos.

Ainda hoje, e por inerência e exigência legal o contabilista certificado dedica demasiado tempo ao cumprimento declarativo. É nossa expectativa que a revolução digital nos permita dedicar ao que acrescenta valor às empresas e aos empresários através da consultoria e da mentorização.

Quais são, efetivamente, as mais-valias para uma organização que procura um parceiro de gestão?

A era digital vem assim valorizar o papel do contabilista certificado na análise e aconselhamento do negócio, no seu papel de consultor, com uma maior interação com os parceiros, apoiando a definição estratégica da empresa e contribuindo ativamente para a sua sustentabilidade.

Neste sentido, que soluções diferenciadoras apresenta a RMP? Qual é, efetivamente, o seu papel junto das organizações?

A RMP surgiu no mercado para ser o parceiro na gestão e organização do negócio de pequenas e médias empresas, utilizando uma metodologia de trabalho focada na avaliação de resultados.

As nossas propostas simplificam, antecipam e organizam as várias áreas de Gestão reduzindo impactos e potenciando o crescimento sustentado dos negócios.

Transformação digital, economia digital ou inteligência artificial são apenas alguns dos conceitos desta nova era digital. O tecido empresarial português está suficientemente preparado para esta transformação digital?

O tecido empresarial português está a prepara-se e a adequar-se a esta transformação digital, a diferentes velocidades, investindo em software e hardware, em formação e no acesso à informação.

Acreditamos que só os empresários que encarem este desafio como uma oportunidade e implementem mudanças ao nível da liderança, conseguirão ultrapassar o tema do digital de forma inócua.

Como serão as organizações do futuro? Quais são as expectativas?

O investimento no capital intelectual será o mais relevante no ciclo de vida das organizações. Dotar os Recursos Humanos de competências é, e será, a chave para o sucesso.

É nossa convicção que as relações de trabalho serão inteligentes, existirão novos sistemas de remuneração e estímulos à inovação, empoderamento da empresa ao nível da cultura organizacional e valores, maior proximidade com o consumidor, gestão profissional, tendência para fusões nas entidades que não se conseguirem adaptar, tecnologia de ponta, crescimento sustentável e responsabilidade social são as tendências das organizações do futuro.

A automação integrada aumentará a competitividade, a produção ou prestação de serviços tornando-se, assim,  mais adaptada e menos padronizada. Existirão alterações a nível organizacional e nos processos de trabalho, que irão incorporar de forma crescente a flexibilidade e a polivalência.

Por outro lado, surgirão novas funções, novos processos de trabalho e um novo tipo de trabalhador altamente especializado, polivalente e criativo focado não só em resultados como também em obter qualidade de vida.

Os nativos digitais, ou “millenials”, serão uma constante presença na força de trabalho e no mercado de consumo.

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