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Nutrição Animal e Qualidade de Vida

Rita Silva

Em Portugal, os animais de estimação são cada vez mais verdadeiros membros da família e os seus donos, felizmente, estão mais informados e mais exigentes.

Se quisermos ser abrangentes podemos falar de cinco dimensões de responsabilidade por parte do dono do animal: garantir o acesso a cuidados de saúde adequados; escolher um alimento que possa, para além da satisfação da fome, ter um impacto positivo saúde do animal e sua na longevidade; garantir ao animal um espaço digno, abrigado e confortável para viver; respeitar o comportamento natural do animal e dar-lhe a oportunidade para o viver em pleno (na ROYAL CANIN® falamos em respeitar a “animalidade” dos gatos e dos cães) e por fim, é fundamental proporcionar ao animal oportunidades para exercício físico e atividades com a sua família que o estimulem e lhe proporcionem bem-estar. Todos estes aspetos influenciam bastante a qualidade de vida dos gatos e dos cães. A ROYAL CANIN®, através dos seus alimentos de elevada qualidade pretende ser um suporte na escolha do melhor alimento pelos donos, já que esta decisão é mais complexa do que aparenta ser. Sobre a alimentação de gatos e cães existem muitas ideias preconcebidas, erradas ou demasiado influenciadas pela emoção. Por exemplo, há donos que preparam as refeições dos seus animais em casa como um ato de carinho e que também acreditam ser esta a melhor opção do ponto de vista nutricional. A base científica da ROYAL CANIN® recusa qualquer espécie de antropomorfismo (forma de pensamento que atribui características ou aspetos humanos aos animais) e não nos permite concordar com tal argumentação. Assim, também vemos como uma missão importante desbravar este caminho sinuoso de desinformação, estando próximos dos donos, quer diretamente quer por via dos nossos parceiros, de forma a partilharmos a ciência que hoje os nossos produtos representam e de forma a suportá-los na escolha do alimento para o seu animal.
A ROYAL CANIN® é mundialmente reconhecida como uma marca pioneira na inovação científica e que molda a sua história e o seu crescimento na procura constante pela precisão nutricional. Desde a fundação da marca em 1967 por Jean Cathary, um médico veterinário, que todos os produtos nascem de uma necessidade identificada em primeiro lugar no gato e no cão. Esta abordagem é o fio condutor e diferenciador de tudo o que fazemos e também aporta à empresa uma grande responsabilidade: a de não parar nunca esta procura de precisão. Às vezes dizemos que somos “teimosamente científicos” porque há mais de 46 anos que produzimos alimentos segundo fórmulas muito precisas e equilibradas que satisfazem as verdadeiras necessidades dos gatos e dos cães. E fazemos tudo isto, confiando na ciência, nos factos e no conhecimento sobre gatos e cães para o qual a marca também contribui. Somos teimosamente científicos e vamos continuar a ser: não é o caminho mais fácil, mas é aquele que nos tem permitido cumprir juntos dos gatos e cães com as promessas que os nossos alimentos fazem, porque os resultados são visíveis para os seus donos.
A ROYAL CANIN® tem uma gama completa de dietas terapêuticas (secas e húmidas) de suporte ao tratamento de algumas doenças dos gatos e dos cães e que deve ser prescrita pelas equipas médico-veterinárias, dado tratarem-se de dietas formuladas recorrendo a nutrientes específicos em doses suplementares, que têm efeitos sobre diferentes órgãos e diferentes funções do organismo. Na grande maioria das doenças dos gatos e dos cães é possível intervir com dietas especialmente formuladas para atenuar ou mesmo controlar alguns sintomas.
A ROYAL CANIN® tem o pioneirismo inscrito no seu ADN, o que tem permitido à empresa desenvolver soluções nutricionais para gatos e cães, considerando a sua idade, o seu nível de atividade e estilo de vida, o seu estado fisiológico, a raça e as suas sensibilidades. A missão da marca é ambiciosa mas é muito clara: desenvolver alimentos cada vez mais precisos e adaptados às verdadeiras necessidades nutricionais dos gatos e dos cães. Todos os alimentos formulados pela ROYAL CANIN® representam marcos históricos para a empresa, pelo seu cariz inovador, pelo que acrescentaram à ciência da nutrição animal, e pelo impacto que têm na saúde, bem-estar e longevidade dos gatos e dos cães de todo o mundo. O nosso principal desafio é a expansão contínua do território da nutrição-saúde para gatos e cães e a continuação do caminho da individualização nutricional. Por outro lado queremos chegar a cada vez mais gatos e cães em todo o mundo. Uma das nossas estratégias para continuar esta expansão é a partilha de conhecimento com todos os donos e a experimentação dos nossos produtos. Acreditamos que a compreensão dos benefícios dos nossos produtos pelos donos e a verificação dos mesmos, comprovando o seu efeito na saúde dos seus animais, são a melhor forma dos donos perceberem esta empresa e esta marca. O futuro da ROYAL CANIN® vai continuar a ser construído através da antecipação de necessidades, tendências e modos de vida que possam influenciar a saúde e bem-estar dos gatos e dos cães. Vamos continuar a descobrir novos caminhos, mesmo percebendo que nessa descoberta reside sempre alguma resistência, porque o nosso compromisso é sempre com os gatos e os cães em primeiro lugar.

Cientistas poderão ser capazes de estender vida

Em filmes de ficção científica é comum encontrar premissas baseadas em vida eterna ou pelo menos mais prolongada que a esperança média de vida atual de um ser humano mas, afinal, esta possibilidade pode não pertencer apenas ao domínio da ficção.

Conta o Engadget que uma investigação levada a cabo pela Mayo Clinic conseguiu estender entre 25% e 35% a vida de ratos de laboratórios, um resultado atingido com a remoção de células degenerativas nos seus corpos. Os resultados destas experiências foram sujeitos mais ativos e com menos problemas de coração e rins em idade avançada.

Em teoria este método deverá funcionar também com seres humanos para os quais se antevê a criação de um medicamento especial que, a resultar, tornaria possível estender a esperança média de vida humana para os 95 e os cem anos.

Mais de 100 jornalistas mortos em 2015

Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb, era o diretor do «Charlie Hebdo». Foi assassinado no atentado terrorista que vitimou outros colegas da redação do jornal satírico, em Paris.

A esses juntam-se 27 jornalistas-cidadãos (“bloggers”) e outros sete colaboradores de meios de comunicação social, elevando para 787 o número de mortos na última década, assinalou a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

O Iraque teve o maior número de jornalistas mortos em 2015 (nove confirmados de 11 possíveis), seguido da Síria (nove de dez), ambos palco de conflitos armados e com a presença do grupo extremista Estado Islâmico (EI). A França subiu ao terceiro lugar (oito de oito) devido ao atentado terrorista contra a redação da revista satírica “Charlie Hebdo” a 7 de janeiro, que fez 12 vítimas.

Seguem-se na “lista negra” o Iémen, o Sudão do Sul, Índia e México, indicou a RSF.

A maioria das vítimas era jornalista local (97%) que trabalhava fora de zonas de conflito (64%), ao contrário do que sucedeu em 2014, quando a grande parte dos 66 jornalistas foi assassinada em zonas de guerra.

“É imperativo adotar um mecanismo concreto para a aplicação do direito internacional sobre a proteção dos jornalistas”, declarou o secretário-geral da organização, Christophe Deloire.

Ao apresentar o balanço anual, a RSF destacou uma dupla ameaça para a imprensa: “Grupos não estatais que perpetram exações”, mas também “muitos Estados que não respeitam as suas obrigações internacionais”.

Neste sentido, considera imperativo que as Nações Unidas designem um “representante especial” para a proteção dos jornalistas.

A organização também recordou que dois dos jornalistas assassinados este ano são mulheres: a francesa Elsa Cayat (que morreu no ataque jiadista contra o “Charlie Hebdo”), e a somali Hindia Mohamed, vítima da explosão de um carro armadilhado às mãos da milícia Shebab, no passado dia 3 de dezembro.

Em paralelo, 54 jornalistas foram sequestrados – um aumento de 34% face a 2014; e 153 presos, número que traduz uma diminuição de 14%, segundo os dados da RSF constantes de um outro relatório apresentado há duas semanas.

Os reféns encontram-se na Síria (26), Iémen (13), Iraque (10) e Líbia (5); enquanto os presos sobretudo na China (23), Egipto (22), Irão (18), Turquia (9), com os 66 restantes espalhados pelo resto do mundo.

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