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Ricardo Andrade

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Galeria a céu aberto regressa às ruas de Marvila a 3 de julho

O que têm em comum Adolfo Luxuria Canibal, Ricardo Quaresma, Márcia, André Carrilho, Christian Haas e Samuel Úria? São talentos inegáveis em áreas bem diferentes e participam todos na 6a edição do POSTER MOSTRA. A exposição decorre de 3 de julho a 3 de setembro e traz ainda mais arte às ruas de Marvila, transformando o bairro com mais hype da zona oriental de Lisboa numa galeria a céu aberto com um percurso alargado.

Participam no POSTER MOSTRA 20 artistas convidados de áreas tão distintas como o design, fotografia, música, desporto, ilustração ou artes plásticas, aos quais se juntam os 10 vencedores da OPEN CALL POSTER, assim como os 3 vencedores da OPEN CALL SANDEMAN. As duas Open Call receberam mais de 200 participações, mostrando que todos nascemos criativos e que há um desejo de partilha da livre expressão artística num evento de livre acesso à cultura, que inspira e simultaneamente revela talentos há seis anos.

O POSTER MOSTRA tem ainda como novidade, este ano, uma rua exclusiva da centenária marca de Vinho do Porto Sandeman (Rua Amorim), onde estarão os posters históricos da marca junto com os vencedores da Open Call Sandeman, que desafiou o público em geral a interpretar a marca de forma livre e contemporânea.

A diversidade criativa do POSTER MOSTRA pode ser desfrutada percorrendo a Rua do Açúcar até à Rua Amorim, passando pelo Largo do Poço do Bispo.

Convidados: Adolfo Luxúria Canibal | André Carrilho | António Paixão (MNAC) | Artur Pastor | Christian Haas | Cláudia Rocha | Daniel (MANICÓMIO) | Fahr021.3 | Los Pepes Studio | Márcia | Mike Ghost | Nuno Saraiva | Nuno Viegas | Paulo Segadães I Patrick Grant | Raul Reis I Ricardo Quaresma | Samuel Úria | Teresa Pamplona | Tinker Hatfield.

Os 10 vencedores da Open Call Poster: Brígida Ribeiros | Carlos Lima Jr. | Chora Kika | Daniela Viçoso | Effe | Georgina Abreu | João Serrão | Gabriela Araújo | Inês Ventura | Romie.

Os 3 vencedores da Open Call Sandeman: João da Costa | Rival Antão | Pedro Góis.

Visivelmente orgulhoso com a qualidade das propostas desta edição, Bruno Pereira, Diretor Artístico do POSTER MOSTRA e do Departamento, deixa o convite a todas as pessoas que passem por Lisboa.

“Vamos para o sexto ano de POSTER nas ruas de Marvila, a nossa casa. É para nós um orgulho poder continuar a expor em grande formato arte e criatividade de muitos criativos consagrados e outros tantos por descobrir. É uma celebração anual de cultura ao ar livre para todos. Venham para a rua pois tudo isto sem vocês não é nada. Marvila espera-vos, e os posters também”.

O POSTER MOSTRA celebra a livre criação e também um dos mais poderosos meios de comunicação de sempre. O poster, usado para vender de tudo – de sabonetes a ideais – é o formato mais antigo de propaganda e de criação artística em larga escala, o primeiro meio em que a arte e a publicidade se uniram em perfeita simbiose. O que o POSTER MOSTRA propõe é que esta forma de comunicar com mais de 300 anos sirva para mostrar o talento de pessoas de várias áreas e que seja um ponto de encontro, numa zona industrial da cidade.

O POSTER MOSTRA celebra também o bairro de Marvila que se tem revelado na tela perfeita para acolher esta iniciativa, passando a ser muito mais do que o seu ambiente nativo. Em comunhão com a população local, o POSTER MOSTRA contribui anualmente para dinamizar o comércio local, com habitantes locais e comerciantes a experienciar um bairro mais vivido, cheio de pessoas, amantes das artes, curiosos ou simples transeuntes que se deixam surpreender pela explosão criativa do POSTER MOSTRA.

Nova Loja on-line leva o Poster da rua para a sua casa

O POSTER tem uma nova loja online, onde é possível descobrir posters de artistas e convidados que passaram pelas 6 edições, em formatos diversos e com diferentes opções de molduras. A loja tem crescido, acompanhando a própria dimensão de um evento que conta já com a participação de mais de uma centena de artistas.

Na loja POSTER on-line o seu poster favorito pode saltar das ruas para as paredes da sua casa, em vários formatos e a preços acessíveis (desde €17,99 a €34,99). Adquirir um poster é também uma forma de contribuir para a continuidade do projeto e apoiar os artistas, pois todos recebem royalties das vendas. Comprando está a ajudar o projeto, os artistas e a cultura de livre acesso.

Espreita todos os posteis disponíveis em https://www.postermostra.com/categoria- posters/.

 

Estudo da Accenture indica que a COVID-19 desencadeou uma nova onda de inovação nas indústrias de consumo

A pandemia da COVID-19 mudou a forma como as pessoas vivem, trabalham e socializam, acelerando a procura por inovação, à medida que empresa dos setores de retalho, bens de consumo e turismo deixam de reagir à crise para reinventar produtos e serviços, indica estudo global da Accenture.

Depois de um ano de confinamento, 95% dos inquiridos indicaram que fizeram pelo menos uma mudança, que acreditam ser permanente, no seu estilo de vida. Trabalhar em casa, mudanças nos padrões de viagens e o desejo crescente de comprar localmente, estão a desafiar as indústrias a repensar a fundo a relação com o consumidor adaptado à pandemia. O último estudo, com mais de 9.650 inquiridos, de 19 países, confirma os dados anteriores da Accenture, no sentido em que muitas mudanças no comportamento, provavelmente, se manterão a longo prazo.

“A onda de alterações causadas pela pandemia vai continuar a sentir-se durante algum tempo e é uma ilustração poderosa da necessidade, das empresas das indústrias de consumo, de serem ágeis, resilientes e adaptáveis à mudança”, disse Oliver Wright, senior managing director e head of global consumer goods industry group da Accenture. “Do desastre e da necessidade, surge a oportunidade; a pandemia gerou uma nova onda de inovação. Enquanto as empresas repensam a fundo modelos de negócio que gerem crescimento, muitas estão a usar recursos analíticos avançados para identificar, responder e direcionar a tendências de consumo, em constante mudança. Por exemplo, a cervejeira britânica Brewdog respondeu com agilidade e criatividade durante toda a crise – começou a produzir desinfetante para as mãos, criou bares virtuais, montou o Brewdog Drive-Thru e adaptou espaços físicos para criar, com a Desk Dog, espaços de trabalho cowork”.

A COVID-19 forçou uma transformação sob pressão, com as empresas a renovarem-se em várias frentes simultaneamente, e a requalificarem colaboradores no que antes seriam programas passo a passo de longo prazo. Muitas empresas que trabalham nas indústrias de consumo reorganizaram os seus negócios na cloud, lidaram com as pressões dos custo e continuaram a construir resiliência e segurança, e ajustaram a infraestrutura para permitir inovação e um posicionamento de sucesso para o futuro.

O nascimento do ‘terceiro espaço’

A pandemia forçou uma mudança rápida junto dos colaboradores que agora trabalham em casa, com muitos a expressarem que, no futuro, desejam flexibilidade na forma e no local de trabalho. Mais de três quartos (79%) dos entrevistados disseram que gostariam de trabalhar ocasionalmente num ‘terceiro espaço’ – um local diferente da sua casa e do seu local de trabalho – e mais de metade disse que estaria disposto a pagar até cerca de 80 euros por mês, do seu próprio bolso, para trabalhar num café, bar, hotel ou retalhista com um espaço próprio para o efeito. Este facto destaca uma potencial oportunidade de aumentar a receita dos setores do turismo e retalho.

O desejo de trabalhar a partir de um ‘terceiro espaço’ é acompanhado por uma mudança de atitude em relação às viagens de negócios. Metade (46%) dos entrevistados afirma não ter planos de viagens de negócios após a pandemia ou pretender cortar a anterior frequência de viagens de negócios para metade. Ainda não se sabe durante quanto tempo esta visão se manterá, mas as perspetivas atuais indicam que o regresso às viagens será retomado, principalmente, no mercado de lazer, fazendo com que o setor se adapte e se torne ainda mais eficiente para compensar os lucros perdidos.

“A pandemia forçou um ‘pragmatismo criativo’, especialmente junto das empresas de viagens e turismo, que lutam para encontrar fontes de receita adicionais durante a crise”, afirma Emily Weiss, managing director e head of global travelindustry group da Accenture. “Alguns hotéis transformaram os quartos em restaurantes pop-up, enquanto outros experimentaram oferecer escritórios temporários aos clientes que procuravam um terceiro espaço ’para trabalhar. Embora tenha havido experiências com inovação em áreas específicas, as empresas, precisam de dimensionar os novos serviços e proporcionar, àqueles que viajam, um foco renovado em saúde e segurança, por exemplo, usando a cloud para permitir interações totalmente contactless”.

Mudanças nos hábitos de consumo vieram para ficar

Além da mudança permanente de alguns dos seus hábitos de trabalho e planos de viagens, as pessoas afirmam igualmente que os seus hábitos de compras se transformaram a longo prazo. O estudo mais recente indica que as descobertas divulgadas anteriormente pela Accenture, de que o aumento significativo no e-commerce, provavelmente, se manterá ou acelerará ainda mais. Por exemplo, a proporção de compras online de produtos como comida, decoração, moda e artigos de luxo, feitas por pessoas que antes eram utilizadores pouco frequentes de e-commerce – que se definem como aqueles que, antes da pandemia, usavam o online para menos de 25% das suas compras – aumentou 343% desde o início da mesma.

Jill Standish, senior managing director e head of global retail industry da Accenture afirma que: “Os principais retalhistas foram rápidos a adaptar-se ao crescimento do e-commerce e estão a usar a tecnologia para servir os seus clientes de novas formas. Muitos adotaram tecnologias disruptivas, como realidade aumentada, para recriar a experiência em loja e ajudar os compradores a visualizar melhor uma sala de móveis ou uma peça de roupa, enquanto outros transformaram lojas fechadas em centros de abastecimento, agora equipados com tecnologias de picking and packing. Mesmo num mundo pós-pandemia, para que estejam bem posicionadas para impulsionar o crescimento, as empresas, precisarão de satisfazer a vontade dos consumidores de fazer compras online ao proporcionar-lhes entregas rápidas, e também, de serem mais afirmativas nos investimentos que farão nos seus colaboradores, cadeias de abastecimento, lojas físicas e canais digitais”.

Preço das casas para arrendar desceu 4,5% no último ano

Regiões

Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-6,2%), no Norte (-1,7%) e no Algarve (-0,2%). Por outro lado, foi na Região Autónoma dos Açores onde se assistiu a uma maior subida dos preços (12,3%), seguida pelo Alentejo (6,4%), pelo Centro (6,1%) e Região Autónoma da Madeira (5,2%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,5 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,4 euros/m2), Norte (9,3 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,3 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,8 euros/m2) e o Alentejo (6,8 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores descidas durante a pandemia tiveram lugar em Lisboa (-6,3%), Braga (-5%), Viana do Castelo (-2%), Castelo Branco (-1,3%), Porto (-0,6%) e Faro (-0,2%).

Em sentido contrário, subiram em Viseu (14,5%), Évora (12,6%), Ilha de São Miguel (10,9%) e Coimbra (8,4%). Seguem-se na lista Aveiro (5%), Santarém (4,9%), Leiria (4,8%), Ilha da Madeira (4,5%) e Setúbal (0,4%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,8 euros/m2), seguida pelo Porto (10 euros/m2), Faro (9,4 euros/m2), Setúbal (8,5 euros/m2) e Ilha da Madeira (8 euros/m2). Arrendar casa em Évora custa 7,9 euros/m2, em Coimbra 7,1 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,9 euros/m2, Aveiro 6,8 euros/m2 e Braga 6 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Castelo Branco (5,1 euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Viseu (5,3 euros/m2), Viana do Castelo (5,5 euros/m2) e Leiria (5,7 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento desceu em cinco capitais de distrito, com Lisboa (-8%), Braga (-5,6%) e Faro (-5,6%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Viana do Castelo (-3,7%) e Porto (-0,8%).

Por outro lado, os preços aumentaram em Coimbra (10,7%), Castelo Branco (6,9%), Viseu (6,6%), Leiria (6,4%), Évora (3,8%), Setúbal (3,5%), Aveiro (2,9%), Ponta Delgada (1,8%) e Funchal (0,3%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,3 euros/m2. Porto (10,8 euros/m2) e Faro (8,6 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros/m2), Viseu (5,2 euros/m2) e Viana do Castelo (5,4 euros/m2).

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

AED Cluster Portugal apresenta contributos adicionais para o plano de recuperação e resiliência 

O documento, intitulado Contributos Adicionais para o Plano de Recuperação e Resiliência, foi entregue diretamente aos membros do Governo com as tutelas da Economia, Defesa, Administração Interna, Educação, Ciência e Tecnologia e Infraestruturas, bem como a vários departamentos públicos, como o IAPMEI, AICEP, a IDD Portugal Defence ou a ANI.

Este contributo vem realçar a importância do PRR como oportunidade relevante no desenvolvimento de produtos e serviços diferenciadores, assim como a importante integração dos setores da Aeronáutica, Espaço e Defesa nos mercados internacionais.

“Apesar da crise económica que se abateu sobre as três indústrias, em particular na Aeronáutica, o nosso tecido industrial nacional mostrou-se resiliente. A capacidade interna para dinamizar diversas iniciativas importantes para a subida na cadeia de valor, que se encontram em curso e que poderiam agora beneficiar do investimento considerado no PRR para a sua aceleração são um dos pontos fulcrais a realçar no nosso posicionamento. Estes contributos têm, assim, o propósito de sugerir a metodologia mais eficaz para a aplicação dos fundos vindos do PRR, nas nossas indústrias. No entanto, a nosso ver, será extremamente desafiante fazer face às condições financeiras de coinvestimento que se preconizam para os projetos no âmbito do PRR, se for seguido o formato do quadro plurianual PT2020, como se prevê, no contexto temporal exigido.”, explica José Neves, Presidente do Conselho de Administração da AED Cluster Portugal.

Como defendido no Position Paper em questão, os setores da Aeronáutica, Espaço e Defesa caracterizam-se ainda pela robustez e fiabilidade das soluções desenvolvidas, que requerem processos de desenvolvimento intensivos em capital e com ciclos de desenvolvimento longos. Ao exigirem mais do sistema de financiamento, asseguram retornos económicos mais longos, com as plataformas tecnológicas que se mantêm operacionais e economicamente viáveis durante décadas. Neste sentido, considerando os objetivos de obtenção de TRLs (Technology Readiness Levels) elevados num prazo de tempo mais reduzido, é necessário um investimento muito volumoso, e temporalmente concentrado por parte dos atores nacionais, tornando-o num processo desafiante de gestão tendo em conta o nível de cofinanciamento previsto.

“Desta forma poderemos estar a limitar a área de atuação destes setores. Ainda, se o caminho a seguir recair pela adoção do contexto regular de Auxílio de Mininis, passa a ser exigido volumes muito elevados de investimento num prazo de tempo muito curto, que, somando a esse fator o compromisso natural das entidades relativamente a cofinanciamentos relacionados com outras atividades e projetos já em curso, deixa de ser um desafio de gestão financeira, passando para um patamar, mais complexo, de não elegibilidade. Se considerarmos o panorama europeu, deverá ser possível identificar a adoção de regras distintas por outros membros da UE, nomeadamente ao nível da maturidade de TRLs exigidos, aparentemente mais baixos em alguns países, ou aos níveis de cofinanciamento atribuído, que em determinados setores estratégicos poderá chegar aos 100%. Esta questão poderá ainda resultar numa desvantagem competitiva para as nossas empresas.”, conclui o responsável.

Desta forma, a possibilidade de uma melhor adequação aos desafios e características endógenas de Portugal permitiria uma utilização eficiente do PRR para a rápida retoma económica dos diversos setores.

Com a aplicação do Plano de Resiliência e Recuperação, o Cluster AED propõe-se assim a discutir tópicos considerados críticos para os setores supramencionados. São eles:

  • Aumento dos níveis de cofinanciamento público, com a adoção de um modelo de financiamento mais abrangente em termos das rubricas elegíveis e das taxas de financiamento das atividades com maior risco, mantendo a indexação à apresentação de resultados, para promover a eficácia do investimento;
  • Maior flexibilidade das regras de Auxílio de Minimis, de forma a permitir a elegibilidade alargada dos atores locais e a constituição de consórcios vencedores;
  • Maior flexibilidade no nível de maturidade de TRLs considerados como objetivos a serem atingidos, de forma a permitir uma melhor adaptação às especificidades dos diversos setores.

APSTE organiza manifestação para chamar a atenção do Governo para um setor que continua a ser fortemente negligenciado e abalado pela pandemia

No próximo dia 30 de junho, pelas 16h00, terá início, na Praça do Marquês de Pombal, em Lisboa, nova ação de protesto organizada pela APSTE (Associação Portuguesa de Serviços para Eventos), à qual se juntará a APEFE (Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos). Esta Manifestação, que pretende ser realizada de uma forma pacífica, mas impactante, pretende sensibilizar e chamar a atenção do Governo, para a situação dramática em que o setor da cultura e dos eventos se encontra, com a maioria dos profissionais e empresas ainda sem trabalhar há mais de um ano. Esta situação deve-se, em parte, à pandemia, mas também à ausência de políticas ou de uma estratégia nacional adequada. É urgente tomar medidas efetivas para assegurar a sobrevivência deste sector.

A última reunião com o Presidente da República e as deliberações do último Conselho de Ministros, não resultaram em medidas de fundo para um apoio concreto e efetivo ao setor. Pelo contrário. É com desilusão e desagrado que o setor se depara com as mais recentes medidas divulgadas pelo Governo e pela DGS, que determinam a obrigatoriedade de testes à Covid-19 para os diferentes tipos de eventos, sem assumir as despesas inerentes. Por outro lado, a DGS revela que o tratamento dos dados relativos aos eventos-piloto realizados em abril e maio “está demorado”. Pedro Magalhães, Presidente da APSTE, explica que “os eventos-piloto foram uma iniciativa das associações, empresas e trabalhadores dos setores da cultura e eventos, quando devia ter sido do Governo, e surge exatamente com o objetivo de salvar o Verão para todos os que vivem destas indústrias. Às autoridades nacionais apenas cabia a responsabilidade de rastrear e, consequentemente, dar um parecer sobre a viabilidade dos mesmos. Agora, no início do Verão, temos conhecimento que o processo de tratamento dos dados está atrasado e nem sequer se conhece uma data para a apresentação destas conclusões. O que podemos dizer em relação a isto?”.

Os manifestantes percorrerão a Avenida da Liberdade, com as suas FlightCases em modo marcha, concluindo na Praça dos Restauradores, onde se farão ouvir. A dinâmica desta iniciativa seguirá uma premissa organizada e concertada, através de uma ação pensada e executada em conjunto com as 170 empresas pertencentes à APSTE, à qual os associados da APEFE também se juntarão.

Por razões de segurança (COVID-19) é obrigatório o uso de máscara e manutenção do distanciamento físico.

Para confirmações contactar:
Taylor – YoungNetwork Group
Susana Freitas – susanafreitras@taylor365.pt | 919753403

Iniciativa D-Way reúne especialistas para melhorar o cuidado das pessoas com diabetes em Portugal 

De acordo com as previsões partilhadas na 9ª edição do Atlas da Diabetes, uma publicação da Federação Internacional da Diabetes datada de 2019, esta doença afetava em 2019 9,3% dos adultos, algo como 463 milhões. O que significa que as estimativas de há uma década, que previam a existência de 438 milhões de pessoas com diabetes em 2025, já foram ultrapassadas, confirmando que este é um dos desafios de saúde que mais rápido tem crescido no século XXI, sendo apelidado por alguns como uma “pandemia”. Por cá, segundo a mesma fonte, a prevalência da doença entre os adultos chega já aos 14,2[1], o que nos torna um dos países com números mais elevados no território europeu. Existem muitos motivos para colocar a diabetes na ordem do dia e procurar respostas para os desafios colocados por estes números através do D-Way: Um novo caminho para a Diabetes, uma iniciativa do Instituto de Saúde Baseada na Evidência (ISBE), com o apoio da Boehringer Ingelheim, que irá juntar especialistas para encontrar as melhores práticas e políticas capazes de melhorar o cuidado das pessoas com diabetes em Portugal.

Na perspetiva da Dra. Maria de Belém, Presidente da comissão de honra da iniciativa D-Way, “A diabetes é uma doença muito pesada; em primeiro lugar, para os que dela padecem e suas famílias, em segundo lugar, para a sociedade em geral pelos custos sociais e económicos que acarreta e, em terceiro lugar porque não estamos a conseguir baixar os seus níveis de incidência”.

Tendo a pandemia da COVID-19 como pano de fundo, e a necessidade de dar início a um novo ciclo de planeamento na saúde, os cuidados das pessoas com diabetes tipo 2 destacam-se como uma problemática central. Apesar de todos os avanços, é preciso fazer mais: identificar e enquadrar os recursos e os instrumentos das política e de governação que permitam reforçar a capacidade do sistema de saúde, identificar as boas práticas e envolver agentes e contribuidores para a criação de um consenso e de uma visão de futuro, inovação e desenvolvimento dos cuidados para as pessoas com diabetes que, segundo as estimativas, têm tendência a aumentar ainda mais. No culminar deste percurso teremos o lançamento de “ um documento (Policy brief) de cariz estritamente cientí­fico e sintetizar um conjunto de informações, opiniões e visões de pessoas que estão no terreno e de instituições das quais depende globalmente o tratamento desta doença”, de acordo com o Prof. Doutor António Vaz Carneiro, Investigador principal da iniciativa D-Way e Presidente do conselho científico do ISBE.

Para delinear o caminho, a Iniciativa D-Way convida especialistas de diferentes áreas, a quem pede o contributo para a discussão e melhoria das metodologias e propostas, um convite que se traduz num percurso, composto por várias fases, das quais se destacam a realização de dois seminários, o primeiro já no dia 1 de julho, que irá ter como tema ‘Resources and tools for Governance in Diabetes’.

O seminário é gratuito, mas exige inscrição prévia, que deverá ser feita em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdcYRnWghhg71CQCXcjTSr-ceRt_3sMeZY8Y4c4bLG__rQCXA/viewform

Kaspersky junta Geek’alm e Farfetch para debater oportunidades das mulheres em tecnologia

O primeiro episódio da campanha Women in Tech @ Kaspersky Portugal foi hoje lançado no YouTube e conta-nos a história de Ana Carolina Cardoso, Software Engineer na Farfetch, plataforma mundial líder no mercado da moda de luxo online. Ana Carolina é formada em Informática para a Saúde pelo Instituto Politécnico de Leiria, contando com cerca de 10 anos de experiência na área. Na Farfetch desde 2016, considera-se uma verdadeira apaixonada por tecnologia e por toda a sua vertente técnica.

Ao longo de cerca de 30 minutos, Ana Carolina Cardoso partilha agora a sua visão em relação ao mundo tecnológico e às temáticas da igualdade de género, onde reconheceu o crescente investimento das empresas na promoção de medidas igualitárias e realçou a falta de profissionais do sexo feminino no setor de IT.

Durante a conversa, a Software Engineer da Farfetch aborda igualmente a sua experiência e percurso profissional até chegar ao cargo atual, assim como analisa questões em torno da igualdade de género, políticas empresariais de equidade, carreira e atração e retenção de mais mulheres no setor. E deixa o conselho: “Se é mesmo isto que querem fazer, não tenham medo. Este é um mundo ainda dominado por homens e, para revertermos isto, precisamos de mais mulheres. Não tenham medo de arriscar e de serem quem são, de serem confrontadas ou de responder. Se nós tivermos medo e não arriscarmos, nunca vamos transformar este mundo de homens num mundo igual”.

A presença feminina na tecnologia tem vindo a crescer ao longo dos anos, fazendo com que este seja cada vez menos um universo associado aos homens, mas ainda há muito espaço para evoluir. As mulheres continuam a ser uma minoria no mundo da tecnologia e é preciso continuar a reverter esta tendência.

A Women in Tech @ Kaspersky Portugal é a nova campanha da Kaspersky, que dá voz às várias mulheres portuguesas que trabalham no setor de IT e cuja carreira poderá inspirar mais mulheres a juntarem-se ao mundo da tecnologia. Esta campanha, transmitida no Youtube e constituída por três episódios, promove conversas informais com convidadas exclusivas de grandes empresas em Portugal, que partilham as suas experiências, oportunidades e desafios no acesso à profissão e na evolução da sua carreira. Este conjunto de entrevistas procura desmistificar alguns preconceitos associados à profissão no feminino e encorajar jovens a ingressarem no mundo das tecnologias.

Assista aqui à primeira conversa. Todas os episódios da campanha estarão disponíveis no canal de YouTube da Geek’alm.

Lisboa promove “Best Practice International” de prevenção e resolução de litígios

No Hotel Myriad, no Parque das Nações, em Lisboa, durante três dias – de 30 de junho a 2 de julho – profissionais de mérito e experiência comprovada discutirão a prática dos Dispute Boards (DB), processo reconhecido a nível global como o “Best Practice Internacional” alternativo de prevenção e resolução em tempo real de diferendos em projetos de relevo.

Adotados em todo o mundo por entidades públicas, privadas e financiadoras, os DB contribuem para o sucesso dos projetos através de reduções significativas nos desvios dos custos e prazos através do acompanhamento de um projeto desde o princípio até à sua conclusão. O objetivo é incentivar a prevenção e auxiliar na resolução de disputas durante todo o desenvolvimento do projeto e contribuir para o seu sucesso.

Entre muitos projetos que contaram com um DB, destacam-se a construção do Eurotúnel (ligação da França ao Reino Unido), do aeroporto de Hong Kong, a expansão do Canal do Panamá e a expansão do Metro de Paris, assim como obras ferroviárias, rodoviárias, metro, portos e barragens. Este método tem vindo a disseminar-se, e mais recentemente o Banco Mundial passou a exigi-lo em todos os projetos que financia. Qualquer contrato relativo a um projeto relevante deve prever um DB.

Num evento híbrido presencial e online, que tem como mote “Aproximar as Partes e resolver as diferenças”, será debatida a prática dos DB a nível mundial e em variados contextos, a avaliação do seu impacto e as consequências, assim como as lições aprendidas com estudos de caso de todo o mundo. A conferência contará com uma sessão de DB para demonstrar os respetivos procedimentos, neste caso com destaque para a experiência portuguesa.

“Os DB são reconhecidos pela sua eficiência na prevenção e resolução de diferendos e contributo para o sucesso dos projetos.  Funcionam como garantia de ética, independência e legalidade, sendo seu objetivo evitar litígios, procurar consensos e, quando necessário, apresentar uma decisão ou recomendação em tempo útil com a solução para o problema e, desse modo, permitir o regular desenvolvimento do projeto”, resume João Mora, sócio da Sociedade de Advogados “Andrade & Mora” que também é o representante da DRBF em Portugal e um dos responsáveis pela organização da conferência em Portugal.

“Esta conferência, que é o principal evento da DRBF em todo o mundo, tem também como desafio a mobilização das entidades portuguesas para esta realidade, para que reconheçam as várias vantagens dos DB e se revejam neste modelo de “best practice internacional” testado mundialmente e com resultados positivos amplamente reconhecidos”, acrescenta.

A conferência, reconhecida pela excecionalidade dos oradores e qualidade do programa, conta com a participação de 30 oradores, portugueses e internacionais, de vários quadrantes, como a Ordem dos Engenheiros, o LNEC, a Comissão Portuguesa de Tuneis, entidades financiadoras como o Banco Mundial e o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, do setor privado tal como a Mota-Engil, Gabriel Couto, Casais,  Sacyr Somague, que tratarão vários temas relacionados com os DB, o apoio das instituições financeiras aos DB, os impactos jurídicos dos DB ou a avaliação de impactos e de consequências (quantum assessment) dos DB.

“É preciso fazer chegar a mensagem às entidades que os estudos demonstraram que 84% a 98% das questões submetidas a um DB não prosseguem para arbitragem ou para a via judicial e que outras análises revelam reduções significativas em desvios de prazo e de custos em comparação com projetos sem DB”, refere João Mora. “O Programa de Recuperação e Resiliência prevê obras de construção importantes, como por exemplo o corredor ferroviário para Espanha ou a evolução do Metro do Porto e do Metro de Lisboa. Seria uma oportunidade para implementar o modelo de DB”, argumenta.

São várias as entidades que apoiam a conferência, como por exemplo a Ordem dos Engenheiros, o LNEC, a Comissão Portuguesa de Túneis, o Observatório das Autarquias Locais, a Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores (APPC), a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), a Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Autoestradas ou Pontes com Portagens (APCAP), o Centro Nacional de Arbitragem da Construção (CNAC) e as Câmaras de Comércio Luso-Britânica, Portugal-Angola, Portugal-Moçambique e Portugal-Peru.

Toda a informação sobre a 20ª Conferência Anual Internacional da DRBF está disponível em https://www.drb.org/drbf-20th-annual-international-conference-30-june-02-july

Jerónimo Martins e Universidade de Aveiro assinam protocolo para inclusão no meio académico e no mercado de trabalho

Estudantes com DID que, pela via tradicional, após frequência da escolaridade obrigatória não teriam acesso ao Ensino Superior, terão, através deste projeto, a oportunidade de frequentar um programa lecionado na Universidade de Aveiro, com a duração de dois anos letivos e que inclui dois estágios no Grupo Jerónimo Martins, em ambiente real de trabalho: um estágio após o 1.º ano curricular e um outro de conclusão do programa, no final do 2.º ano. Na componente curricular do curso, os estudantes estudarão lado-a-lado com os seus pares universitários, em turmas regulares, sendo acompanhados por um coordenador-tutor e usufruindo dos serviços e apoios que a Universidade de Aveiro disponibiliza a todos os seus alunos, numa perspetiva inclusiva e emancipatória, assente na crescente autonomia dos alunos e contingente com as competências e necessidades de cada um. Trata-se, assim, de um programa duplamente inclusivo: no meio académico e no mercado de trabalho.

O apoio do Grupo Jerónimo Martins traduz-se no financiamento do coordenador-tutor e das propinas dos alunos, na colaboração na fase de candidatura e seleção dos alunos, no acompanhamento e monitorização, e nos dois momentos de estágio. O Grupo une-se, assim, uma vez mais, à Universidade de Aveiro, num projeto pioneiro para a aproximação entre os meios universitário e empresarial, desta vez no âmbito da inclusão.

Para Pedro Soares dos Santos, presidente do Grupo Jerónimo Martins, “as empresas são chamadas cada vez mais a assumir a responsabilidade perante a sociedade de darem um contributo positivo e serem parte da solução, nomeadamente no que diz respeito ao desafio de incluir pessoas com maior vulnerabilidade no mercado de trabalho e na vida ativa”.

Paulo Jorge Ferreira, Reitor da Universidade de Aveiro, considera que “uma Universidade verdadeiramente inclusiva garante a todos os seus estudantes o acesso ao conhecimento e o acesso ao trabalho. A Universidade de Aveiro tem garantido o acesso ao conhecimento de estudantes com necessidades especiais, ajustando as suas condições de estudo e vivência académica. A colaboração com o Grupo Jerónimo Martins permite ir mais longe e garantir o acesso ao trabalho, a valorização e a integração profissional. É com grande satisfação que formalizamos esta colaboração pioneira em Portugal, rumo a uma sociedade mais inclusiva e coesa”.

DepilConcept abre em Azeitão, garante novos postos de trabalho e aumenta oferta de depilação permanente na região

Os novos franchisados Maria e Rui Afonso são responsáveis pela clínica de Azeitão e justificam a razão que levou à criação deste negócio. Mudaram-se para Azeitão com o objetivo de viverem numa zona calma, próxima de um campo de golfe e da praia. Passados cerca de seis meses, Maria deparou-se com uma dificuldade que, mais tarde, se tornou a razão para criar este negócio: “Quando cá chegámos a Maria queria depilar-se e foi-lhe impossível encontrar uma solução adequada às suas necessidades, os horários eram limitados e a oferta era escassa. Como estávamos à procura de um negócio surgiu-nos a ideia de montar uma clínica de depilação e, após uma apurada exploração do mercado, ficou para nós óbvio que a DepilConcept, com a qualidade demonstrada e grau de satisfação dos clientes, é a solução para todas as mulheres e homens que querem alcançar uma depilação permanente e ter disponíveis outras fototerapias como o rejuvenescimento da pele, acne, etc.”, explicam os empreendedores.

 A abertura da nova clínica possibilitou um aumento de novos postos de trabalho na região e a melhoria da qualidade de vida. “Com este investimento, neste momento, já contratámos a tempo inteiro duas esteticistas residentes nas aldeias da Arrábida, sendo que uma delas estava desempregada desde o início da pandemia e a outra trabalhava longe de casa e há muito procurava oferta de trabalho numa área mais perto do lar, podendo agora melhorar o apoio à sua família.” afirmam Maria e Rui Afonso.

Para além das contratações já realizadas para a nova clínica, não só o GrupoConcept como os respetivos franchisados consideram que esta abertura irá continuar a contribuir para um aumento considerável de novos postos de trabalho, favorecendo o desenvolvimento da região. “Estamos muito entusiasmados com esta oportunidade, convictos de que vamos ter sucesso tendo por respaldo o GrupoConcept e esperamos em breve trazer ainda mais empregos à região com a oferta deste serviço de excelência”, acrescentam.

À semelhança do cenário positivo para o distrito de Setúbal, a DepilConcept irá contar com uma notável expansão da rede de clínicas de norte a sul do país, que se traduzirá num aumento em oferta laboral, estando prevista a contratação de 70 novos colaboradores até ao final do ano.

Apesar da imprevisibilidade que marcou o ano 2020, a DepilConcept conseguiu superar as adversidades e teve um dos melhores anos de sempre em resultados e aberturas de novas clínicas. Contrariando todas as expectativas e, numa altura em que a tendência é fechar, o GrupoConcept continuou a abrir mais unidades DepilConcept em 2021 nos concelhos de Abrantes, Arruda dos Vinhos, Faro e Guarda. O GrupoConcept conta atualmente com um total de 45 clínicas BodyConcept e +55 clínicas DepilConcept, perspetivando aumentar estes números no decorrer de 2021.

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