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Ricardo Andrade

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O serviço de streaming Disney+ está acessível em Portugal a partir de hoje

Hoje, dia 15 de setembro, marca a chegada a Portugal do serviço de streaming Disney+, da The Walt Disney Company. Chega também à Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Islândia, Bélgica e Luxemburgo.

Incluídos no serviço estão mais de 600 filmes e milhares de episódios de séries produzidas pela Disney e suas produtoras, como Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic.
De acordo com a informação anunciada pela companhia, terá produções como “The Mandalorian”, a primeira série live action de Star Wars. Estarão também disponíveis outros originais e exclusivos como “High School Musical: o Musical”, “Black is King”, de Beyoncé, a coleção de curtas de animação “Sparkshots” e “O Garfy Pergunta”. “Os Simpsons” e os seus intermináveis episódios também fazem parte da lista Disney+, até à 30ª temporada, entre muitos outros.

A subscrição pode ser feita diretamente em Disneyplus.com ou através das plataformas Google, Apple e Amazon. Fica a 6,99 euros por mês ou 70 por ano. Segundo a Walt Disney Company, este serviço já soma mais de 60,5 milhões de subscritores a nível global.

Bolt lança passes pré-pagos para trotinetes

Entre os dias 16 e 22 de setembro celebra-se a semana Europeia da Mobilidade. Por esse motivo, a Bolt decidiu criar passes pré-pagos para trotinetes em Lisboa, com o intuito de tornar mais acessíveis as viagens de curta distância.

Segundo a plataforma, pretendem “proporcionar deslocações ainda mais económicas e sustentáveis na cidade, uma vez que estes incluirão desbloqueios grátis e dezenas de minutos de viagens diárias. Este produto está totalmente alinhado com a nossa estratégia ambiental de tornar as nossas viagens na Europa neutras em carbono”.

À sua disposição, terá três tipos de passes: diário, onde é possível viajar durante 24 horas por 9,99€; semanal, com 45 minutos diários por 12,99€; e mensal, que terá 45 minutos diariamente por 36,99€. As taxas de desbloqueio são gratuitas. Esta funcionalidade, para já, ainda só estará disponível para dispositivos iOS, mas pretendem que fique também para Android brevemente.

O projeto será lançado oficialmente no próximo dia 19 de setembro.

IKEA vai vender artigos em segunda mão

Um dos objetivos da marca e na qual se comprometem é a sustentabilidade. Assim, todos os artigos desta nova loja serão em segunda mão – só colocados à venda após serem limpos e livres de quaisquer danos que possam ter sofrido anteriormente.

A marca revelou que já começou a reparar e a embalar produtos em todas as lojas que tenham ficado danificados durante o seu transporte e que já está inclusive a permitir que os seus clientes devolvam os produtos adquiridos, para que possam ser (re)venvidos ou doados. O objetivo é que o seu negócio seja totalmente circular até 2030, tendo já sido anunciado também que iria começar a alugar e a reciclar mobília em todo o mundo, como parte de uma iniciativa ecológica.

Numa fase inicial, é a Suécia que irá ter o privilégio de receber a primeira loja IKEA com artigos em segunda mão, no entanto, poderá fazer parte de um futuro próximo em Portugal.

Louis Vuitton vai lançar uma viseira que pode ser usada como chapéu

De há uns meses para cá, vários equipamentos de proteção, como máscaras ou viseiras, começaram a fazer parte da nossa lista de objetos essenciais. A marca francesa Louis Vuitton, desde logo se mostrou empenhada em combater a pandemia COVID-19, começando a produzir e a distribuir máscaras por milhares de profissionais de saúde em França.

Aliados à moda que tão bem conhecemos, desta vez, a surpresa é a criação de uma viseira que pode ser usada também como um chapéu. De acordo com a marca, esta viseira foi desenvolvida “para ter estilo ao mesmo tempo que protege”, tendo também um filtro UV, protegendo dos raios solares.

Como anunciado pela Louis Vuitton, a viseira estará disponível a partir do dia 31 de outubro, sendo que o preço da mesma ainda não foi revelado.

Casa do Marquês apoia exposição com obras criadas durante o confinamento

O confinamento foi uma consequência da pandemia – uma das obrigações pela qual todos nós tivemos de passar – condicionando assim o trabalho de muitos. De modo a apoiar os artistas plásticos, a Casa do Marquês organizou a exposição “Um em todos”, onde estarão expostos os trabalhos desenvolvidos durante esse período de tempo.

“O Mundo mudou com esta pandemia que nos apanhou a todos de surpresa. Todos tivemos de parar e de refletirmos sobre que caminho que queremos trilhar. E nós também fizemos esse percurso na Casa do Marquês. E se há uma coisa de que temos a certeza, nestes tempos de incerteza, é que, mais do que nunca, é preciso trabalhar em rede, para estarmos todos mais juntos”, afirma Florbela Bem, administradora da Casa do Marquês.

Entre o dia 17 de setembro e 2 de outubro, esta exposição poderá ser visitada no Centro Cultural de Belém, no Belém Rio. As portas estão abertas todos os dias úteis, das 10 às 18 horas.

Confiança em queda mas consumo cresce 8% no 2º trimestre

Segundo os resultados do estudo “The Conference Board® Global Consumer Confidence Survey”, conduzido em colaboração com a Nielsen, o grau de confiança registado entre os consumidores portugueses registou uma quebra de 31 pontos em comparação com período homólogo, ficando abaixo da média europeia.
Portugal obteve no segundo trimestre do ano o valor de 63 pontos, revelando uma quebra acentuada face aos trimestres anteriores e caindo da “marca” dos 90 pontos atingida ao longo do último ano. Apesar da tendência de quebra deste indicador entre os países mais próximos, em Portugal esta diminuição é especialmente notória.

Economia e Saúde no top das preocupações dos portugueses
A Economia e a Saúde surgem neste trimestre como as principais preocupações para 47% e 46% dos portugueses, respetivamente. O valor alcançado para o fator Saúde atinge neste período uma marca histórica, evidenciando o efeito e os novos receios associados à pandemia COVID-19.
Com alguma relevância destaca-se também, mas já numa terceira posição, a questão do emprego. O equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, que ocupava a 2ª posição no trimestre anterior, não alcança agora o pódio das preocupações dos portugueses.
Com 84% dos portugueses a afirmar que o seu país se encontra em recessão económica (um valor próximo ao registado para a média europeia – 86%), um certo pessimismo encontra-se refletido nas perspetivas de emprego para os próximos 12 meses, já que mais de 80% dos inquiridos afirmam esperar tempos difíceis no que diz respeito a esta situação e cerca de 70% não anteveem perspetivas positivas para as suas finanças pessoais.
Em linha com este sentimento, 77% dos consumidores portugueses afirmaram terem alterado no último ano os seus gastos para economizar nas despesas domésticas, sendo as principais medidas de poupança em roupa (54%), entretenimento fora de casa (54%), gás e eletricidade (43%), uso do automóvel (40%), pedido de refeições take-away (39%) e férias anuais (37%).

Mesmo em tempos instáveis, os Bens de Grande Consumo apresentam crescimentos significativos.
Os Bens de Grande Consumo apresentam neste segundo trimestre do ano uma forte tendência de crescimento (+8,2%), tal como já tinha a acontecer no primeiro trimestre (+14%). Portugal posiciona-se assim no 14º lugar entre os 21 países analisados no estudo.
Como explica Ana Paula Barbosa, Retailer Vertical Director da Nielsen Portugal, “mesmo em tempos de incerteza nos que diz respeito às finanças dos consumidores, as vendas dos Bens de Grande Consumo no segundo trimestre de 2020 são impactadas pelo efeito da pandemia COVID-19, particularmente no que respeita ao fator volume, que regista crescimentos significativos. Num período marcado pelo confinamento obrigatório e pelo encerramento de centros comerciais, restaurantes, e outros estabelecimentos comerciais, as lojas de retalho alimentar mantiveram-se em funcionamento e direccionaram, com sucesso, todos os seus esforços para apoiar e fornecer os seus consumidores numa altura tão atípica como a que vivemos. Nesta volta à normalidade, o mercado tem vindo a adaptar a sua oferta e terá de continuar a trabalhar no sentido de responder a todas as novas necessidades e limitações deste (novo) consumidor.”

Festival Internacional de Magia de regresso a Coimbra

Apesar de o festival surgir este ano com algumas mudanças, existe a garantia de criatividade e inovação. Esta edição vai contar com mágicos de 15 companhias internacionais, de seis países e com uma totalidade de 82 espetáculos em sete locais emblemáticos da cidade: Praça 8 de maio, Claustro do Museu Machado de Castro, Jardins de São Bernardo, Jardins Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Praça das Bandeiras, Jardins do Restaurante do Convento São Francisco e na Antiga Igreja do Convento São Francisco.

Luís de Matos, o produtor do evento, garante que está salvaguardado o distanciamento físico entre espetadores e o controlo de acesso a locais públicos. Serão disponibilizadas ainda máscaras e álcool gel.

Os espetáculos continuam a ser gratuitos, no entanto o público terá de reservar os seus bilhetes através da ticketline devido à lotação dos espaços.

5 opções de investimento para 2020

Estes dados foram retirados de uma sondagem feita pela Marktest, em meados de abril.

Apesar de a vida dos portugueses estar a voltar ao normal, muitos abriram os olhos e começaram a questionar-se sobre como conseguir segurança para o futuro. A melhor forma é através de investimentos que ofereçam resultados a longo prazo.
Se quiser saber quais os investimentos recomendados para este ano de 2020, continue a leitura.

1. Mercado imobiliário
Gerar renda a partir de imóveis é um dos negócios mais lucrativos. A realidade é que ainda existem muitos portugueses que não se encontram em condições de comprar um imóvel e, portanto, resta o arrendamento.
O arrendamento do seu imóvel irá gerar uma renda passiva, ou seja, todos os meses o dinheiro entra na sua conta sem que tenha de fazer um esforço adicional. E sim, mesmo nos momentos de crise.
Este investimento pode ser feito de forma individual ou em grupo, sendo que no segundo caso, os lucros são divididos pelos investidores.

2. Depósitos a prazo
O investimento é considerado simples e de baixo risco. A falência do banco seria a única forma de perder o dinheiro investido.
Basicamente o depósito a prazo pode ser visto como um “empréstimo” feito ao banco. No entanto, devido ao baixo risco, existem desvantagens associadas a este investimento, como os juros mais baixos.
Esta opção é muito recomendada se tiver interesse em mobilizar o dinheiro num prazo de seis meses a um ano. Caso essa mobilização não seja feita no prazo, pode perder os juros associados.

3. Criptomoedas
As criptomoedas são mais recentes no mercado, mas têm tido um crescimento exponencial! Estas têm gerado lucros incríveis aos investidores e, com a continuação do crescimento, os lucros tendem a acompanhar.
Ainda existe um grande potencial de crescimento neste mercado, segundo a empresa Spletnik, que conta com uma plataforma especializada no mercado das criptomoedas. Portanto sim, o investimento continua a ser aconselhado, e a Bitcoin é a opção mais comum e uma das que melhores resultados tem gerado.
Pode encontrar o preço Bitcoin, uma calculadora para conversão e outras informações relevantes no website da empresa.
De uma forma resumida, as criptomoedas estão para ficar. Não deixe passar esta oportunidade de investimento.

4. Fundos mútuos e fundos de investimento específicos
Estes investimentos são feitos com o apoio de vários investidores, portanto os lucros são divididos por todos. Normalmente existe um gestor profissional que trata de todo o processo de investimento, tanto em fundos nacionais como em fundos estrangeiros.
Antes de investir em fundos mútuos ou de investimento específicos, lembre-se que os lucros surgem a longo prazo. Portanto, dependendo da sua situação e necessidade, esta pode não ser a melhor hipótese.Faça uma pesquisa mais aprofundada acerca desta forma de investimento e, caso não seja o que procura, pode optar pelas outras formas que se encontram nesta lista.

5. Ações
Durante a pandemia, as empresas tiveram que se adaptar e trabalhar remotamente. Claro que esta adaptação levou ao uso de ferramentas específicas, como é o caso da plataforma Zoom para videoconferências.
Devido ao crescimento do uso da plataforma, a empresa valorizou, e os investidores agradecem. Neste momento podem vender as ações ou gerar mais rendimento sobre as mesmas.
Basicamente isto é o investimento através de ações. Os investidores escolhem empresas e compram ações que podem valorizar ou desvalorizar, consoante o rendimento obtido pela empresa. A compra e venda de ações é um processo muito simples, ao contrário de alguns investimentos desta listagem.
O nosso conselho é não investir em apenas uma empresa: varie as empresas escolhidas. Compre ações de empresas que se encontrem bem posicionadas, em negócios que não estejam tão bem e em empresas com grande potencial de crescimento e maior risco.
Esta forma de investimento irá garantir uma maior probabilidade de lucro a longo prazo.

Estas são as melhores opções de investimento para este ano de 2020.
Lembre-se de adquirir os conhecimentos necessários antes de qualquer investimento ou de contratar um profissional que o irá ajudar durante todo o processo.

Notre Dame reabre para exposição especial

Desde o incêndio que destruiu parte do monumento parisiense, Notre Dame está encerrada ao público e a sua reabertura total ainda deverá demorar. No entanto, a cripta que se encontra na área subterrânea vai ser reaberta a partir desta quarta-feira, 9 de setembro, com uma exposição que homenageia o escritor Victor Hugo e o arquiteto Eugène Viollet-le-Duc.

O objetivo desta exposição é demonstrar a influência dos dois homenageados, na forma como a catedral se transformou, ao longo dos últimos 500 anos, num símbolo internacional. Especialmente a obra “Notre Dame de Paris”, mais conhecida como “O Corcunda de Notre Dame”, de Victor Hugo. Serão ainda exibidas fotografias, gravuras, desenhos, filmes e pinturas mais antigas de Notre Dame.

A cripta – que recebe cerca 170 mil turistas todos os anos – situada na zona subterrânea no páteo da catedral, será também outra das atrações que irá reabrir ao público e onde poderá ver as ruínas romanas.

Arroios vai ter uma cabine de leitura com acesso gratuito

A cabine de leitura que será inaugurada às 17 horas desta quarta-feira, 9 de setembro, no Campo dos Mártires da Pátria, na freguesia de Arroios, em Lisboa, é uma espécie de cabine telefónica, mas transformada numa biblioteca.

Qualquer pessoa pode levar um livro emprestado e também pode deixar alguma obra que gostaria de sugerir à comunidade. Esta iniciativa – proposta vencedora do Orçamento Participativo da Junta de Freguesia de Arroios – é em conjunto com o Goethe-Institut Portugal e com a Fundação Altice.

Os livros a estrear são doações da Biblioteca do Goethe-Institut Portugal e da Biblioteca São Lázaro.

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