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Ricardo Andrade

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Carnaval de Torres Vedras cancela as suas atividades

Em 2020 o Carnaval foi celebrado imediatamente antes da chegada da epidemia de COVID-19 a Portugal. Este ano, porém, chegamos a este momento em Estado de Emergência e com confinamento geral, situação em que, independentemente das restrições em vigor, a proximidade e espontaneidade do carnaval de rua seriam impossíveis sem graves repercussões para a saúde pública. A Direção-Geral da Saúde realça precisamente, no seu parecer sobre o Carnaval de Torres Vedras, emitido no passado dia 15 de janeiro, que “eventos de qualquer índole, em contexto de pandemia, podem acarretar riscos acrescidos para a saúde pública”.

Assim, face à evolução da pandemia de COVID-19 em todo o território nacional, e em particular no território de Torres Vedras, a organização do Carnaval de Torres Vedras optou pela não realização de quaisquer atividades de carnaval.

De forma a assinalar a “ausência” do Carnaval de Torres Vedras, este ano subordinado ao tema “a máscara”, será implantado no dia 12 de fevereiro na Praça da República o Monumento, como símbolo da resiliência dos torrienses. O Monumento, que estará patente durante um mês, constitui uma homenagem de Torres Vedras a todos os que têm estado na linha da frente do combate à pandemia e neles reconhece o esforço de todos os portugueses e portuguesas.

Cientes do impacto social e económico que o Carnaval tem neste território, a organização do Carnaval de Torres Vedras deixa uma palavra de conforto a todos os foliões, mas também a todos os empresários que são afetados pela não realização desta edição do Carnaval.

Tal como em 1984, ano em que os festejos foram cancelados devido às cheias ocorridas meses antes na cidade, também o Carnaval de Torres Vedras regressará ainda mais forte em 2022, reforçado pela saudade e antecipação dos foliões, que saberão em 2021 cumprir as indicações das autoridades de saúde, adotando uma postura de responsabilidade para proteção de toda a comunidade.

Luís Mesquita é o novo partner da Golden Real Estate

Luís Mesquita tem mais de 20 anos de experiência no mercado imobiliário do Porto, tendo desenvolvido o escritório do Grupo CBRE, onde assumia as funções de diretor coordenador do escritório da consultora americana na cidade há mais de 5 anos.

“É um desafio muito aliciante para a minha carreira profissional pois a empresa tem estado focada no vasto leque de clientes internos do grupo, mas pretendemos alargar o nosso âmbito aos principais players do mercado, de modo a tornar a Golden Real Estate numa referência a nível nacional na área do investimento”, afirma Luís Mesquita.

Neste novo cenário, a empresa busca a captação de novos investimentos internacionais para Portugal, e pretende realizar já em 2021 um volume de transações de €250M.

“A vinda do Luís Mesquita é também um forte sinal da imagem que queremos passar ao mercado, aos nossos clientes, e aos nossos parceiros, atuais e futuros. Numa altura socioeconómica tão crítica a nível global, congratulamo-nos com a possibilidade de passar a contar no nosso grupo com alguém tão experiente e com um track-record tão interessante. Vai, com toda certeza, acrescentar bastante valor à nossa equipa e espero que possamos desenvolver um profícuo trabalho, respeitando o nosso legado e consolidando a nossa posição no mercado”, complementa Pedro Barros Rolo, Managing Partner da GRE.

Recorde-se que a GRE poderá acompanhar seus clientes em todo o ciclo de vida dos projetos, e em qualquer dos segmentos, seja em escritórios e outros serviços, retalho, residencial e coliving, turismo, mas também na área industrial e logística.

Rufino Silva é o novo presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia

O novo presidente é Professor Associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e Assistente Hospitalar Sénior do Serviço de Oftalmologia do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra. Ao longo da sua atividade tem desempenhado vários cargos tendo sido vice-presidente da SPO no biénio que agora termina. De realçar a atividade científica na área da retina nomeadamente na degenerescência macular da idade, doença em que é perito de renome mundial.

Rufino Silva agradeceu à direção cessante, na pessoa do Sr. Prof. Falcão Reis, a dedicação, o empenho e todo o trabalho realizado no biénio que agora termina, num mandato marcado por circunstâncias nunca antes vividas, que exigiu uma capacidade enorme de adaptação e resiliência o que levou a que muitos dos projetos planeados não fossem realizados.

Segundo o Presidente que agora assume funções ”a nossa atuação terá, nos próximos 2 anos, quatro linhas principais de ação: a formação científica e educação médica, a revisão dos estatutos, a defesa do ato médico em Oftalmologia e da saúde ocular dos Portugueses e a indexação internacional da revista Oftalmologia. É um projeto ambicioso e todos somos chamados para a discussão e tomada de decisões importantes, para a participação ativa em diferentes áreas de atuação da Sociedade. A SPO somos todos nós, depende de todos nós”.

Oftalmologistas que integram a nova Direção

Comissão Central
Presidente: Prof. Doutor Rufino Martins Silva
Vice-Presidente: Dr. Fernando Jorge Antas da Cunha Trancoso Vaz
Tesoureiro: Prof. Doutor Manuel Alberto de Almeida e Sousa Falcão
Secretária-Geral: Dra. Ana Maria Aires Magriço de Miranda Boavida
Secretária-Geral Adjunta: Dra. Ana Isabel Vide Escada Simões Machado
Vogais: Doutora Lilianne Gonçalves Duarte
Prof. Dr. Pedro Miguel Alves Moreira Menéres

Mesa da Assembleia Geral
Presidente: Prof. Doutora Maria João Capelo Quadrado
Vice-Presidente: Dr. António Manuel Pires Sampaio
1º Secretário: Dra. Maria Sandra Ferreira da Silva Moniz
2º Secretário: Dr. Joaquim Manuel Estrada Lopes

Conselho Fiscal
Presidente: Dr. Miguel da Silva Neves Gonçalves Amaro
Vogal: Dr. Fernando Albino Santos Rebelo Vaz
Vogal: Dr. Manuel Santos Mariano

Editor da Revista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
Prof. Doutor Fernando António Faria Correia

Corpo redactorial:
Dra. Helena Maria Prior Santos Costa Filipe
Dra. Vanda Florência Pereira Mesquita Nogueira
Dra. Margarida Maria Domingas Isidoro Miranda
Dr. Marco Paulo Dutra Medeiros
Prof. Doutor Carlos Alberto Matinho Marques Neves
Dra. Sandra Maria Soares Barrão Pinto
Dra. Bernardete Bela dos Santos Teixeira Pessoa
Dr. António Cabral Costa Benevides de Melo
Dra. Sandra Prazeres Lopes
Dra. Ágata Juliana Correia Guedes de Gouveia Mota

Coordenadores das Diferentes Secções
Grupo Português de Retina e Vítreo
Dr. António Campos Figueiredo

Grupo Português de Inflamação Ocular
Dra. Maria Cristina Dias Ferrão Fonseca

Grupo Português de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo
Dra. Ana Madalena Mota Coimbra de Matos Monteiro

Cirurgia Implanto-Refractiva de Portugal
Prof. Doutora Andreia de Faria Martins Rosa

Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia
Dra. Ana Esmeralda Oliveira Guedes Costa

Grupo Português de Glaucoma
Dr. Pedro Miguel Mendes de Faria

Grupo Português de Neuroftalmologia
Dr. Pedro Luis Martins da Fonseca

Grupo Português de Patologia Oncológica e Genética Ocular
Dr. João Pedro Teixeira Marques

Grupo Português de Órbita e Oculoplástica
Dr. Rui Guilherme Pereira Leite Castela

Grupo Português de Ergoftalmologia
Dra. Maria Catarina dos Santos Isabel Rodrigues de Paiva

Grupo SPO Jovem
Dr. Miguel de Oliveira Tavares Mendes Raimundo

Editor da Página da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia e Internet
Dra. Inês Cardoso Leal

Ao celebrar 10 anos – As Conferências do Estoril mudam de casa, de identidade e apostam no diálogo intergeracional

Para além de uma nova identidade e assinatura, e de um novo site, o evento internacional que ao longo dos últimos 10 anos trouxe a Portugal alguns dos maiores líderes mundiais e nacionais para debater os temas globais, tem nova gestão agora assumida pela Nova School of Business & Economics (Nova SBE).

Após a colaboração nas Conferências do Estoril 2019, a Nova SBE orgulha-se de assumir a implementação desta conferência internacional, mantendo o apoio da Câmara Municipal de Cascais que até aqui geriu a organização do evento. “Uma nova casa, mas com o mesmo compromisso, com a mesma liberdade, pluralismo e humanismo”, nas palavras do Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras.

Daniel Traça, Dean da Nova SBE, assume que “como escola europeia de negócios e economia disruptiva, queremos dar palco à geração do propósito e a todos aqueles que querem mudar e criar impacto no mundo. Queremos promover um diálogo aberto e intergeracional que contribua com soluções para os desafios mais urgentes do mundo para um futuro sustentável e inclusivo comum a todos. Estamos por isso comprometidos em desenvolver e formar os líderes do futuro, mentes curiosas e almas resilientes, criando uma cultura de impacto para continuar a crescer coletivamente”.

As Conferências do Estoril apresentam uma nova identidade e assinatura, inspirada no horizonte, no futuro e nos objetivos da próxima edição que pretende trazer as novas gerações para o debate intergeracional com foco num futuro mais inclusivo e sustentável comum a todos, também refletido na ilustração em destaque. Este é o ponto de partida de uma nova perspetiva que promete guiar-nos até ao futuro.

“A Future of Hope” é a assinatura que marca o reposicionamento e o novo rumo que as Conferências do Estoril pretendem dar agora no âmbito da Nova SBE, e que representa também a ambição de contribuir de forma positiva para a evolução das nossas sociedades, num compromisso global, construtivo e inclusivo.

A nova identidade e universo visual encontram-se refletidas no novo site das Conferências do Estoril, com uma imagem jovem e dinâmica, de acesso simples e intuitivo aos conteúdos, que permitirá navegar pelos 10 anos das Conferências do Estoril e aguardar pelas novidades que o evento propõe trazer na próxima edição.

Todas as informações e notícias sobre as Conferência do Estoril podem ainda ser acompanhadas através dos canais de social media presente no Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter e YouTube.

Fortera descobre sítio arqueológico no Riverside em Gaia

A promotora imobiliária foi surpreendida pela relevância dos artigos encontrados: uma necrópole paleocristã e alti-medieval associada a um amplo conjunto edificado de carácter religioso-administrativo com elementos arquitetónicos monumentais.

“Pretendemos salvaguardar os vestígios arqueológicos encontrados, pois os mesmos integram o património cultural, constituindo um meio para o conhecimento da história de Vila Nova de Gaia, e de Portugal. É assim evidente a necessidade do reconhecimento por parte da sociedade contemporânea do valor do património arqueológico e a necessidade do seu estudo, preservação e fruição”, explicou Elad Dror, CEO do Grupo Fortera, que possui maioria da sociedade da promotora Noble S.A, que explora o local.

Em 2007 já havia sido realizada uma intervenção no local, e após conclusão dos trabalhos, os arqueólogos propuseram como medida de salvaguarda a escavação integral do espaço, mas os trabalhos foram interrompidos em 2008.

Então, quando da aquisição do terreno, em 2020, o Fortera sabia da existência de achados arqueológicos no local, vista a proximidade com o sítio do Castelo de Gaia, e numa ação preventiva contratou uma empresa especializada para mapear e relatar essas descobertas.

Agora, em colaboração com a Câmara de Vila Nova de Gaia, a empresa quer desenvolver um espaço para visitação pública que valorize a história local.

“O melhor caminho será sempre o que conjugue passado, presente e futuro, por isso, vamos analisar diferentes soluções que permitam a criação de um arqueossítio e centro interpelativo da Basílica Paleocristã de Gaia na zona de terreno onde se inserem os achados”, conclui Elad Dror.

Webinar gratuito alerta para distúrbios do sono

Uma noite de sono mal dormida tem um efeito semelhante a um estado leve de embriaguez, prejudicando a coordenação motora, afetando as capacidades cognitivas ao nível do raciocínio e da memória.

Estima-se que cerca de 80% da população apresenta pelo menos um distúrbio de sono por diagnosticar. Sendo que os mais prevalentes são a Insónia e a Apneia, levando à fragmentação do sono e contribuindo, em grande parte, para o aumento de risco de Hipertensão Arterial, Doença cardiovascular, diabetes, sonolência excessiva, risco de acidentes de viação e, consequente, perda da qualidade de vida.

O diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar através de diferentes áreas médicas, contribuem para o sucesso do tratamento destes distúrbios, por isso, neste webinar, com moderação de Susana Noronha, especialista de Medicina Dentária no Hospital CUF Tejo, vão participar especialistas da Equipa do Sono do Hospital CUF Sintra: Ana Sofia Oliveira, pneumologista, Filipe Freire, otorrinolaringologista e Susana Falardo Ramos, especialista de medicina dentária.

Sem custo ou necessidade de marcação prévia, para assistir à CUF Talks “Como são as suas noites de sono?” basta aceder, na data e hora prevista, à página de Facebook da CUF.

Saiba mais em: https://www.cuf.pt/eventos/cuf-talks-como-sao-suas-noites-de-sono.

Doutor Finanças apresenta Simulador de Pensão Líquida para 2021

“Saber o valor exato da nossa reforma traz-nos muitas vantagens. Além de permitir um melhor planeamento das nossas finanças pessoais, especialmente em momentos instáveis como o que vivemos atualmente, vai ao mesmo tempo, ajudar todos os pensionistas a programar a sua poupança, podendo eventualmente acrescentar-se a este valor uma renda mensal PPR (Plano Poupança Reforma), caso se tenha subscrito anteriormente”, comenta Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças.

Uma vez publicadas as tabelas de retenção na fonte sobre o IRS – do Continente e da Região Autónoma dos Açores -, o Doutor Finanças apresenta uma ferramenta que facilita o cálculo das pensões através do Simulador de Pensão Líquida 2021, tanto para pensionistas do setor público como privado.

Para utilizar esta ferramenta corretamente é necessário reunir apenas os seguintes dados:
• Tipo de pensão (se geral, deficiente ou deficiente das Forças Armadas);
• Área de Residência (Portugal Continental ou Ilhas);
• O seu estado civil;
• Se tem dependentes e quantos;
• Se o cônjuge ou dependentes são portadores de necessidades especiais.

Este ano, apenas as pessoas com pensões baixas vão sentir aumentos. De acordo com o novo Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), foi aprovado o aumento extraordinário de 10 euros para as pensões até 658,2 euros. Este valor passou a ser pago já durante este mês de janeiro e abrange cerca de 1,9 milhões de pensionistas.
As pensões que estão acima deste valor, vão ficar congeladas este ano. Uma consequência da crise pandémica que fez com que a economia contraísse e a inflação ficasse abaixo de zero.

Além deste aumento das pensões mais baixas, o Governo decidiu elevar o valor a partir do qual os pensionistas descontam para o IRS. Este ano, só os reformados que recebam a partir de 686 euros é que descontarão para o IRS, um valor que está 27 euros acima do praticado em 2020. Este limite é conhecido como mínimo de existência e tem o objetivo de garantir um rendimento mínimo às pessoas.

O Doutor Finanças tinha já lançado o Simulador de Salário Líquido 2021, que reflete as novas tabelas de retenção na fonte e que permite que os contribuintes percebam qual será a evolução dos seus rendimentos líquidos este ano.

Fundação Repsol lança a 10ª convocatória para a sua aceleradora de startups de energia

Os empreendedores que desejem participar podem apresentar os seus projetos até dia 3 de março de 2021, através de um formulário disponível em www.fundacionrepsol.com.

Todos os anos, o Fundo de Empreendedores apoia entre seis a oito empresas na fase pré-comercial, dando-lhes o impulso de que necessitam para se afirmarem no mercado o mais rápido possível. Todos elas têm em comum o facto de estarem a desenvolver inovações que contribuem para uma transição energética mais sustentável. Depois de nove edições, foram já 60 as startups aceleradas, das quais 3 são portuguesas: os projetos Inanoenergy, C2C-Newcap e FuelSave.

Os projetos selecionados receberão um apoio financeiro de até 120.000 euros durante um ano, com aconselhamento de uma equipa de mentores especializados que os acompanharão durante a fase de aceleração. Sempre que possível, as startups podem também testar protótipos em instalações industriais e desenvolver pilotos em colaboração com os profissionais da Repsol. Este apoio não implica qualquer tipo de participação no capital da empresa ou cedência de direitos de propriedade intelectual por parte da Fundação Repsol.

O processo de aceleração irá durar um ano, começando em setembro de 2021.

Quem pode participar?
A convocatória da Fundação Repsol é de natureza internacional e está aberta a pequenas e médias empresas, de base tecnológica, na fase pré-comercial, que estejam a trabalhar em soluções inovadoras nas seguintes áreas:
– Tecnologias energéticas de baixo carbono e economia circular;
– Biotecnologia para soluções energéticas sustentáveis;
– Produtos e serviços baseados em mobilidade avançada e renovável;
– Tecnologias digitais para a otimização de ativos na indústria energética;
– Soluções nanotecnológicas para a otimização de ativos na indústria energética e melhoria das propriedades dos produtos.

Comprometidos com a inovação para a transição energética
O Fundo dos Empreendedores faz parte da estratégia da Fundação Repsol para a transição energética e social e responde ao compromisso da Repsol e da sua Fundação com a inovação e a tecnologia como chave para a mitigação das alterações climáticas.

Através da sua aceleradora, a Fundação procura apoiar eficazmente os empreendedores que contribuem com as suas inovações para uma transição energética mais sustentável. Desde o seu lançamento em 2011, já foram aceleradas 60 startups. Estas empresas obtiveram mais de 90 milhões de euros entre financiamentos públicos e privados, gerando 330 novos empregos e atingindo uma taxa de sobrevivência de 76%, especialmente elevada no setor industrial.

Além disso, a Fundação Repsol, através da Repsol Impacto Social, apoia o desenvolvimento de empresas que trabalham para a transição energética e, ao mesmo tempo, geram oportunidades de emprego para grupos em risco de exclusão social. Com uma verba de 50 milhões de euros, é o maior investimento social ligado à luta contra as alterações climáticas em Espanha e o objetivo é tornar-se uma referência para o investimento com impacto a nível Ibérico.

A Repsol Impacto Social já tem participações nas seguintes empresas: Grupo Sylvestris, uma empresa de reflorestação; Koiki, dedicada à entrega sustentável de encomendas de last mile por grupos vulneráveis; GNE Finance, especializada na reabilitação urbana ecosustentável em ambientes vulneráveis; SAEMA, que se concentra na recuperação e reciclagem de plásticos e embalagens, e, juntamente com a Ilunion, na Recycling4all, especializada na reciclagem industrial em larga escala de equipamento elétrico e eletrónico.

INSTABAT: plataforma inovadora de sensores para monitorizar baterias de veículos elétricos

O projeto INSTABAT (https://cordis.europa.eu/project/id/955930) recebeu um financiamento de aproximadamente quatro milhões de euros e é coordenado pelo CEA, França, contando ainda com a participação de outros centros de investigação como o CNRS e INSA, em França, e parceiros empresariais, tais como a BMW, e Infineon Technologies, ambos na Alemanha, Faurecia (França) e VARTA (Áustria). O projeto é parte integrante do roteiro Battery2030+, iniciativa de pesquisa europeia em grande escala e longo prazo para chegar às baterias sustentáveis do futuro.

Partindo do princípio de que o maior uso de baterias na indústria automóvel requer melhorias na sua segurança e na trilogia: qualidade, confiabilidade e vida (trilogia designada, em inglês, QRL – “quality, reliability and life”) das baterias, o projeto INSTABAT, visa monitorizar, em tempo real e em funcionamento, parâmetros essenciais de uma célula de bateria de ião-lítio, fornecendo com maior precisão os estados de certos indicadores, tais como, carga, capacidade, potência, energia e segurança, permitindo assim melhorar a sua performance e a trilogia QRL.

O projeto procura uma solução de tecnologias e funcionalidades integradas de monitorização inteligente. Esta solução monitorizará de forma fiável parâmetros-chave, articulando a evolução desses parâmetros com os fenómenos de degradação físico-químicos que ocorrem no núcleo das células das baterias, melhorando o seu desempenho funcional, autonomia e segurança.

Prevista prova de conceito
Para atingir esse objetivo, o projeto INSTABAT desenvolverá uma prova de conceito de tecnologias e funcionalidades de sensores inteligentes, integrada numa célula de bateria e capaz de:
– Desempenhar de forma confiável uma monitorização operacional (resolvido no tempo e no espaço) de parâmetros-chave (temperatura e fluxo de calor; pressão; deformação; concentração e distribuição de iões de lítio; concentração de CO2; impedância “absoluta”, potencial e polarização) por meio de: (i) quatro sensores físicos incorporados (sensores em fibra ótica e de luminescência, elétrodos de referência e foto-acústicos), (ii) dois sensores virtuais (baseados em modelos eletroquímicos e termicamente reduzidos);
– Correlacionar a evolução desses parâmetros com os fenómenos de degradação físico-químicos que ocorrem no interior das células das baterias;
– Melhorar o desempenho funcional da bateria e segurança, através de algoritmos BMS aperfeiçoados, que fornecem indicadores de maior precisão em tempo real (levando em consideração os parâmetros medidos e estimados).

Assim, será criada uma prova de conceito através do desenvolvimento de uma plataforma multisensor, para aplicações em veículos elétricos (reduzindo o envelhecimento, melhorando as margens de segurança e autonomia, desencadeando a autorregeneração e facilitando o uso como segunda vida). Além disso, concluir-se-á um estudo de viabilidade técnico-económica (fabrico e adaptabilidade a outras tecnologias celulares).

A equipa da UA é constituída pelos investigadores Micael Nascimento, Carlos Marques, João de Lemos Pinto, do laboratório associado i3N, grupo Nanofotónica e Optoeletrónica, do Departamento de Física, tendo ainda como gestora de projeto, Luísa Sal.

O projeto INSTABAT faz parte do roteiro Battery2030+, iniciativa de pesquisa europeia em grande escala e longo prazo que tem como meta as baterias sustentáveis do futuro, fornecendo à indústria europeia tecnologias inovadoras e uma vantagem mais competitiva em toda a cadeia de valor das baterias, permitindo que a Europa atinja os objetivos de uma sociedade neutra para o clima, tal como previsto no European Green Deal.

NOS e União das Misericórdias Portuguesas reforçam a parceria para inovação social

O protocolo, já celebrado em 2018 e que agora se renova, estabelece uma parceria para a implementação de iniciativas transversais na área das comunicações e da digitalização em prol de atividades de apoio social, e possibilita o acesso das 387 Misericórdias ativas em Portugal aos serviços de telecomunicações da NOS, com condições preferenciais. Face ao atual contexto de pandemia, soluções que permitam acelerar a inovação tecnológica de entidades de apoio social podem contribuir diretamente para o combate ao isolamento e garantir a continuidade de atividades de assistência.

Este acordo reforça o compromisso da NOS em ser o motor da transformação digital da sociedade portuguesa e permite, igualmente, uma redução de custos para as Misericórdias, servindo diretamente a missão da UMP que passa por orientar, coordenar, dinamizar e representar as Santas Casas, defendendo os seus interesses e organizando serviços de interesse comum.

Nos serviços abrangidos neste protocolo incluem-se a voz móvel, envio massivo de SMS, internet móvel, voz fixa, televisão, gestão de frotas, videovigilância, e-mail, Wi-Fi nas instalações, acesso remoto seguro, videoconferência, sinalética digital, solução de armazenamento e partilha de ficheiros em cloud e virtualização de serviços de IT e Telco.

Para Manuel de Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas, “a continuidade desta parceria representa uma vertente importante para a sustentabilidade das instituições, possibilitando-lhes o acesso a serviços e ferramentas tecnológicas que se revelam determinantes nas várias atividades de apoio social prestadas”.

De acordo com Manuel Ramalho Eanes, administrador da NOS, “com a UMP iniciámos um caminho de inovação social e colocámos a tecnologia ao serviço da atividade das Misericórdias. Agora, vamos mais longe, e abrimos a porta para a criação de novas respostas digitais que permitam aumentar a eficiência dos cuidados em função das necessidades das pessoas idosas, das suas famílias e cuidadores”.

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