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Ricardo Andrade

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61 municípios do continente e regiões autónomas já formalizaram adesão aos objetivos de desenvolvimento sustentável

Nos últimos seis meses, a Plataforma ODSlocal, uma iniciativa pioneira ao nível mundial lançada em novembro de 2020, já mobilizou a adesão de 61 municípios de todo o país, que assim mostram o seu compromisso em colocar as várias dimensões da sustentabilidade no centro das suas políticas e da sua ação diária, visando cumprir os 17 ODS propostos pela ONU.

Desde o lançamento do ODSlocal, a 11 de novembro de 2020, já foram mapeadas 143 iniciativas desenvolvidas pelas várias autarquias que correspondem a boas práticas municipais relacionadas com a implementação da Agenda 2030, nomeadamente, medidas de apoio a famílias desfavorecidas, equidade de género nos órgãos de poder e incentivo a ações de educação para a reflorestação.

A plataforma ODSlocal recebeu, ainda, 159 projetos que representam contributos locais para o cumprimento dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável. Erradicação da pobreza, saúde, educação, mobilidade, biodiversidade, voluntariado, economia circular, são alguns dos temas dos projetos apresentados.

No portal online, ferramenta que permite visualizar e ir acompanhando os progressos e contributos de cada município em relação aos vários ODS, identificando práticas locais e projetos inovadores em cada município, foram também introduzidos nestes seis meses novos indicadores. Atualmente, o portal ODSlocal disponibiliza 85 indicadores de referência para os 308 municípios de Portugal, que resultam da colaboração da equipa ODSlocal com a Comissão Científica ODSlocal, o INE e a Direção-Geral do Território.

Ao nível da capacitação dos técnicos das autarquias, foram realizadas 11 sessões dos Laboratórios Dinâmicos para a Sustentabilidade Local organizadas por grandes áreas geográficas do país, para a promoção da Agenda 2030 à escala local. O ciclo de sessões decorreu durante um período de 3 meses, entre março e maio deste ano, e envolveu cerca de 300 técnicos municipais, tendo estado representados 116 municípios (quase 40% do total). A aplicação ao nível local dos ODS, a partilha de boas práticas, o impacto da pandemia e os processos colaborativos para a construção estratégica das Agendas 2030 locais, foram os temas abordados ao longo das sessões. Estas incluíram ainda a dinamização de grupos de discussão entre os participantes, que puderam assim partilhar as suas realidades locais no contexto dos ODS.

No último trimestre de 2021 decorrerá a segunda fase do ciclo de sessões dos Laboratórios Dinâmicos para a Sustentabilidade Local, agora alargada à sociedade civil e aos atores-chave locais.

Para assinalar o primeiro aniversário do lançamento da Plataforma ODSlocal vai realizar-se a Iª Conferência ODSlocal, na qual serão entregues os Prémios ODSlocal que visam distinguir as autarquias e os agentes da sociedade que se destacam pelo seu contributo para o desenvolvimento sustentável. As inscrições para os Prémios ODSlocal são gratuitas e estão abertas para projetos submetidos no portal ODSlocal até ao próximo dia 30 de setembro.

No âmbito da iniciativa, vão ser ainda atribuídos os Selos ODSlocal, uma distinção que reconhece o elevado grau de compromisso e desempenho das autarquias em relação à sustentabilidade local.

De acordo com Filipe Duarte Santos, Presidente do CNADS, “esta iniciativa surgiu num período transformador e aproximou os governos locais das suas comunidades no cumprimento das metas aprovadas pela Organização das Nações Unidas. O balanço é positivo, mas é importante que se mobilizem mais municípios de todo o país, pois estes têm um exigente desafio pela frente e devem ter a ambição de criar condições para que os seus territórios sejam sustentáveis através do cumprimento dos ODS”.

“A Plataforma ODSlocal é um instrumento que visa dinamizar e apoiar os municípios na gestão dos caminhos para a sustentabilidade, permitindo medir o impacto do progresso das iniciativas inspiradas nos ODS nos seus territórios com metas bem definidas, rigor e transparência. Capacitando os gestores públicos municipais e as organizações da sociedade civil, a Plataforma ODSlocal contribui para promover a mudança de comportamentos de forma a melhorar a vida das comunidades locais, essencial nesta fase de recuperação económica e social pós-pandemia”, acrescentou João Ferrão, coordenador do projeto ODSlocal.

Gatos e cães voltam a ser protagonistas no verão da Royal Canin

Esta é já a quinta edição desta iniciativa que tem como objetivo encontrar a melhor fotografia do verão de um gato e de um cão através da hashtag #GatoeCãodoVerão21. Entre todos os participantes, serão escolhidos dois vencedores, que terão direito a um ano de alimentação gratuita da Royal Canin. Além disso, os utilizadores registados na página My Royal Canin terão direito a mais um ano de alimentação da marca, obtendo um total de até dois anos de produto gratuito.

Como pode ser o Gato e Cão do Verão

Para participar no passatempo, os tutores terão de seguir a página @RoyalCanin_PT no Instagram e publicar aquela que consideram ser a melhor fotografia do seu animal de estimação (poderá ser até mais do que uma) usando a hashtag da campanha #GatoeCãodoVerão21.

Para se habilitar a dois anos de alimento gratuito basta aceder a este link e fazer o respetivo registo até dia 5 de setembro, altura em que um júri selecionado pela Royal Canin irá decidir quais serão o gato e o cão vencedores deste ano. Os vencedores serão anunciados a partir de dia 20 de setembro, nas redes sociais da marca e  respetivo site royalcanin.com/pt.

Conhecidos os 21 semifinalistas da 11.ª edição do Concurso Banco Montepio Acredita Portugal

As ideias submetidas integram domínios de empreendedorismo social (Prémio Empreendedorismo Social, apoiado pelo Banco Montepio), tecnologia (Prémio K.Tech), inovação ligada à água (Prémio H2O Inovação by Águas de Gaia), mobilidade (Prémio Brisa Mobilidade 2021) e criação de smart cities (Prémio Gaia 3C: Construção Circular da Cidade), para além de uma categoria geral do Concurso Banco Montepio Acredita Portugal.

São três os semifinalistas em cada categoria da iniciativa, seis no Prémio Montepio Acredita Portugal:

  • Empreendedorismo Social – IRIS Lab, Techtale, Sim Somos Capazes
  • Tech – Inu Health, Kendir Studio, Job Coach
  • Brisa Mobilidade 2021 – We can Charge, Safety Car, Smart Parking
  • H2O Inovação – PWTECH, SWRS, SurfREc
  • Gaia 3C – Upper Traffic, Do lixo ao luxo, i’m Ok App
  • Prémio Montepio Acredita Portugal – Galerias de São Rafael, Mum’s Cooking, Oursland, Slow Vanity, Build Together, Mesque

Estes 21 projetos vão agora passar por um Programa de Aceleração, com duração de dois meses e meio, coorganizado por Diogo Bhovan, CEO da Cron.Studio; uma parceira estratégica e operacional da Acredita Portugal que trabalha com startups e empresas em rápido crescimento, na criação e desenvolvimento dos seus produtos de base tecnológica. Estas sessões de mentoria, masterclasses e workshops têm como objetivo acelerar o seu crescimento, dotando os empreendedores de capacidades essenciais para continuarem os seus projetos de forma autónoma e eficiente – captar a atenção de um investidor, desenvolver o modelo de negócio, enquadramento jurídico, contabilidade, marketing digital, entre outros – através do contacto com especialistas de diferentes áreas.

Para Fernando Fraga, Diretor de Inovação da Acredita Portugal, “o entusiasmo que sentimos da parte dos projetos inscritos nesta edição do Concurso, com mais de 10.000 novas ideias apresentadas, é a constatação da relevância de uma iniciativa como esta e da sua recetividade entre a comunidade empreendedora. O propósito de capacitar estas pessoas para desenvolverem o seu projeto ganha neste momento da iniciativa uma maior expressão, colocando-as em contacto com empreendedores e especialistas de áreas diversificadas, que lhes podem aportar um conhecimento e experiência de valor incalculável para ultrapassarem os seus próximos desafios. Temos a certeza que estes 21 semifinalistas vão sair do Concurso ainda mais capazes de tornarem os seus projetos num sucesso”.

Para Fernando Amaro, diretor da área da Economia Social e do Setor Público do Banco Montepio, “é com muito orgulho que, enquanto Parceiro do Empreendedorismo, o Banco Montepio ajuda a manter, concretizar e, ainda, fazer evoluir a iniciativa que mais estimula o empreendedorismo em Portugal. Ao longo dos últimos cinco anos de parceria, participámos nas várias dinâmicas da iniciativa e nesta edição do Concurso não será diferente. Nesta próxima fase de aceleração do Concurso, os 21 semifinalistas poderão contar com uma sessão de formação, dinamizada pelo Banco Montepio, sobre financiamento e soluções desenhadas para quem necessita de financiamento para uma ideia e um negócio próprio. Este Concurso permite promover a igualdade de oportunidades e uma sociedade mais inclusiva e próxima e em tempos de pandemia o nosso principal objetivo é contribuir e fazer crescer pessoas e ideias, gerar emprego e, acima de tudo, criar valor para a sociedade”.

Este é o maior concurso de empreendedorismo de Portugal e o segundo maior a nível mundial – tendo apoiado mais de 100.000 projetos nos seus 10 anos de atividade – e tem como objetivos identificar, desenvolver, premiar e potenciar o lançamento de ideias inovadoras. Nascida para ser uma plataforma de incentivo ao Empreendedorismo, a associação Acredita Portugal junta experiência, know-how e uma rede estabelecida ao longo de mais de uma década para ajudar a encontrar novos rumos num clima de incerteza, em que se tornam fundamentais o compromisso e o contributo de todos.

Os vencedores da 11ª edição do Concurso Banco Montepio Acredita Portugal serão conhecidos numa Gala de Entrega de Prémios, agendada para 9 de outubro de 2021.

Madeira e Açores recebem a última semifinal da maior competição nacional de aplicações criadas por jovens

De um total de 10 equipas de jovens entre o 5º ano e o 12º ano que vão participar e demonstrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo, apresentando as suas ideias (Apps) que solucionam problemas reais, serão escolhidas duas finalistas (uma dos Açores e outra da Madeira), que irão juntar-se às 22 soluções finalistas que estarão presentes no Evento Final em Lisboa, a 29 de setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Além das duas soluções finalistas serão ainda conhecidos e entregues dois Prémios do Público, atribuído à solução dos Açores e da Madeira que tiver mais votos. O Público poderá votar na sua solução favorita até dia 8 de julho às 16h00 aqui: https://cdi.org.pt/votacao-encontro-regional-acores-e-madeira-7a-edicao/.

O Encontro Regional Açores e Madeira do Apps for Good terá vários oradores como Marco Gomes (Diretor-Regional da Educação da Madeira), um representante da Direção Regional da Educação dos Açores, João Baracho (Diretor-Executivo do CDI Portugal) e Matilde Buisel (Gestora de Projeto do programa Apps for Good Portugal).

Entre os elementos do júri que vão selecionar as equipas finalistas estarão representantes dos parceiros do Apps for Good, entre os quais a Direção Regional da Educação Açores e Madeira, Direção Regional da Juventude, Galp, BNP Paribas, ANPRI, entre outros.

Entre as 10 equipas de alunos e professores que vão estar em competição encontramos aplicações como a ‘Do4NewLife’, que pretende ajudar pessoas sem abrigo e com dificuldades financeiras; a ‘SafeShop’, através da qual as pessoas sabem se um espaço comercial está lotado ou se podem dirigir-se para fazer as suas compras; a ‘Psst Taxi!’, que vai ajudar particulares e empresas a ter um transporte disponível, num máximo, de 15 em 15 minutos; a ‘Louber.Animals.Care’, que pretende temporariamente cuidar, passear e tratar animais de estimação de pessoas com incapacidade, doentes, em viagem, com excesso de trabalho, indisponíveis; entre outras.

Para assistir e acompanhar online o Encontro Regional Açores e Madeira da 7ª Edição do Apps for Good em Portugal basta fazer a inscrição aqui: https://hopin.com/events/encontro-regional-madeira-e-acores.

Mais informações sobre o Encontro aqui: https://cdi.org.pt/encontro-regional-acores-e-madeira-7a-edicao/.

Criação urgente de consultas de podologia no SNS para redução da taxa de amputações

“Replicar os modelos de boas práticas que têm comprovado a excelência na prevenção de amputações do pé diabético deve ser uma prioridade nas unidades de cuidados primários. É necessário e emergente a inclusão dos podologistas nos cuidados de atenção primária ao pé diabético”, afirma Manuel Portela, presidente da APP.

E acrescenta: “O Estudo da Associação Médica Podiátrica do Estado de Nova Iorque mostra que a podologia diminui as hospitalizações por diabetes e os custos dos cuidados de saúde. A podologia ajuda as pessoas com diabetes a melhorar a sua qualidade de vida, permitindo que gerenciem com eficácia as úlceras do pé diabético, uma das principais causas de amputação”.

Manuel Portela salienta que, de acordo com os dados, cerca de 15 por cento das pessoas com diabetes desenvolvem uma úlcera nos membros inferiores, durante os anos de doença, e que 85 por cento das amputações tem historial de úlceras diabéticas. “As complicações que ocorrem nos pés destes doentes vão proporcionar uma diminuição da qualidade de vida destes indivíduos e um grande custo aos serviços de saúde”, observa.

De acordo com o Observatório Nacional da Diabetes, a taxa média de amputação do pé diabético em Portugal é de 5,4 por 100 mil habitantes. A zona Norte do país tem uma taxa de 3,4 /100 mil habitantes. “Uma amputação no pé implica custos que podem atingir os 25 mil euros, estimando-se que os custos com as amputações em Portugal podem chegar aos 25 milhões de euros por ano”, afirma Manuel Portela.

E termina: É emergente que o Ministério da Saúde aposte na Consulta Multidisciplinar do Pé Diabético com integração da podologia nos cuidados primários de saúde, de forma a reduzir as taxas de amputação do pé diabético. A presença do podologista na consulta do pé diabético, especializada na avaliação, orientação e prevenção de patologias do pé, assim como o seu tratamento, permite reduzir inequivocamente esta catástrofe”.

DECO PROTESTE revela que dois em cada dez portugueses não irá de férias

Portugal é o destino de eleição para as próximas férias de verão, sendo que o litoral irá receber perto de 40% dos portugueses que tencionam ficar em território nacional. As zonas serranas e rurais são a escolha de dois em cada dez portugueses e perto de oito por cento irá viajar dentro do País, para visitar cidades de norte a sul de Portugal. Perto de um quarto dos portugueses revelam não ter planos para o verão e 20% vai ficar em casa. Apenas 6%, sobretudo população jovem dos 25 aos 39 anos, planeia viajar para o estrangeiro.

Quanto aos gastos, a DECO PROTESTE apurou que, em média, os inquiridos, preveem gastar pouco mais de 600 euros nas férias deste ano. Os que têm a intenção de viajar para o litoral e zonas costeiras planeiam despender um pouco acima de 1000 euros.

Relativamente ao risco de contaminação, as opiniões dividem-se, mas, no geral, os portugueses sentem-se mais seguros do que inseguros ao frequentarem determinados espaços de lazer. A título de exemplo, desfrutar da estada num hotel é, para 57% dos inquiridos, algo que lhes dá alguma segurança, e apenas 26% sentem-se algo inseguros. Aliás, são os mais velhos, dos 66 aos 74 anos, que demonstram mais receio (36 por cento). Segundo o plano de vacinação, este é o grupo com mais pessoas vacinadas.

Já nos alojamentos locais, 34% dos inquiridos garantem sentir relativa segurança e a percentagem de pessoas receosas aumenta: um em cada quatro dos inquiridos não sente segurança ao hospedar-se num alojamento local ou hostel, voltando a ser os seniores quem tem mais reticências. Arrendar casa parece ser a opção que mais agrada a esta faixa etária: cerca de 65% dos portugueses, entre os 66 e os 74 anos, dizem-se seguros. Porém, no geral, 57% dos inquiridos sentem, no mínimo, alguma segurança em casas arrendadas e 21% referem ter, pelo menos, uma certa insegurança no que ao risco de contaminação diz respeito.

O estudo da DECO PROTESTE foi realizado a 1002 portugueses.

A pensar nas diferentes perspetivas dos portugueses em relação às suas férias de verão, a DECO PROTESTE criou uma plataforma para que os consumidores possam planear as suas férias com sugestões, receitas e várias dicas, tanto para quem vai ficar em casa como para quem irá visitar outras cidades ou até mesmo outros países: https://www.deco.proteste.pt/preparar-ferias

APESPE-RH dá parecer positivo ao Livro Verde sobre o Futuro do Trabalho

O Livro Verde sobre o Futuro do Trabalho está também em concordância com as principais conclusões do webinar “Workforce Ecosystems: Welcome to the future, the new normal”, realizado recentemente em conjunto com a World Employment Confederation (WEC) e a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), no qual foram abordadas questões  sobre a atualidade do mercado de trabalho, nomeadamente o aparecimento de novas formas de trabalho em termos do tipo de contrato, tempo e local do mesmo.

A “proteção social nas novas formas de prestar trabalho” é precisamente um dos pontos do Livro Verde que contou com o contributo da APESPE-RH, com especial atenção para as possíveis disparidades de relação laboral que podem resultar das formas atípicas de trabalho, como o trabalho em part-time, trabalho subcontratado, trabalho remoto, entre outros, que podem originar novas desigualdades de direitos intergeracionais e intrageracionais. A questão da responsabilidade no pagamento de contribuições sociais para a efetivação do acesso a direitos, em alguns destes casos, é também destacada.

“Foi desenvolvido um trabalho importante no combate à precariedade e segmentação no setor. Deve ser promovida a penalização do recurso excessivo a formas não permanentes de trabalho e ao falso trabalho independente, entre outras modalidades de externalização do trabalho. É também essencial aprofundar a regulação do trabalho temporário”, menciona Afonso Carvalho, Presidente da APESPE-RH, reforçando estes pontos do Livro Verde diretamente ligados ao trabalho que a associação tem vindo a desenvolver junto das autoridades governamentais e parceiros sociais.

Sobre empresas em situação de crise ou eventual lay-off, a APESPE-RH reforça a importância de soluções apresentadas no Livro Verde como o redeployment ou a recolocação de trabalhadores no âmbito da promoção do trabalho em rede, entre organizações e empresas da economia partilhada, que lhes permita serem temporariamente colocados noutras empresas com carência de mão-de-obra, mantendo a sua atividade profissional e adquirindo novas valências.

Em consonância com o documento final do Livro Verde, para o qual o trabalho que tem vindo a desenvolver teve também um contributo ativo neste ponto, a APESPE-RH defende melhorar o acesso dos sistemas de segurança social e da ACT à informação relativa a relações de trabalho com mais do que duas partes ou a novas formas de prestação de trabalho, como o trabalho em plataformas, sendo que neste último caso se enfrentam ainda desafios e dificuldades em estimar o número de trabalhadores que efetivamente trabalham em plataformas digitais.

Visit Azores distinguido Turismo Destino 2021

Luís Capdeville Botelho, CEO da Associação de Turismo dos Açores afirma que “é o reconhecimento do árduo trabalho de toda a estrutura do Visit Azores que, em tempos tão conturbados como estes que vivemos, têm colocado todas as suas energias para mostrar ao mundo o motivo pelo qual os Açores são O Destino Turístico de referência… com uma natureza quase intacta, de aventura ao ar livre, com uma gastronomia de chorar por mais, seguro e é o primeiro e único arquipélago do mundo certificado como Destino Sustentável”.

“Seguro por natureza”, assim é o Arquipélago dos Açores. Um lugar para novas aventuras, mais liberdade e uma vida plena.

A Bayer vai avançar com duas terapias pioneiras celular e genética para a doença de Parkinson

Em paralelo, a Asklepios BioPharmaceutical, Inc. (AskBio), uma empresa de fase clínica e subsidiária integral da Bayer AG que se dedica à terapia genética com vírus adeno-associados (VAA), também está a promover um programa de terapia genética que visa disponibilizar terapias avançadas para a doença de Parkinson. Esse programa está atualmente a recrutar e a avaliar doentes num ensaio clínico de Fase 1b em curso.

“As terapias candidatas da BlueRock e da AskBio podem ter um potencial imenso para o tratamento da doença de Parkinson”, revelou Wolfram Carius, Diretor de Terapias Celulares e Genéticas da Bayer. “Pela primeira vez, pode vir a ser possível parar e reverter esta doença degenerativa e ajudar realmente os doentes que enfrentam esta importante necessidade médica não atendida. O arranque dos ensaios clínicos representa a primeira etapa de uma opção terapêutica inovadora que pode melhorar drasticamente a vida dos doentes”.

A doença de Parkinson é a mais frequente doença neurodegenerativa do movimento, afetando mais de 10 milhões de pessoas em todo o mundo. É causada por danos nas células nervosas do cérebro, levando a uma redução dos níveis de dopamina (um neurotransmissor envolvido em processos como a memória ou o movimento). A doença começa muitas vezes com tremor numa das mãos. Outros sintomas incluem rigidez, cãibras e discinesia (movimentos involuntários, erráticos e de contorção do rosto, dos braços, das pernas ou do tronco). Para mitigar os sintomas da doença, são frequentemente utilizados substitutos da dopamina, como por exemplo a levodopa, mas o seu efeito diminui à medida que a doença progride e não está atualmente disponível nenhum tratamento modificador da doença.

Direcionadas para a causa mais profunda da doença, as terapias celulares e genéticas pretendem ir além dos tratamentos sintomáticos.

Utilizando neurónios dopaminérgicos autênticos, o objetivo da BlueRock é reinervar as regiões afetadas do cérebro humano e reverter o processo degenerativo, potencialmente recuperando a função motora. O ensaio clínico da BlueRock irá recrutar dez doentes em centros dos Estados Unidos (EUA) e do Canadá. Neste estudo, os doentes serão submetidos a um transplante cirúrgico de células produtoras de dopamina no putâmen, uma estrutura cerebral profunda afetada pela doença de Parkinson. O objetivo primário do ensaio de fase 1 (NCT04802733) é avaliar a segurança e a tolerabilidade do transplante de células DA01 ao fim de um ano após o transplante. Os objetivos secundários do estudo são avaliar a evidência de sobrevivência das células transplantadas e dos efeitos motores ao fim de um e dois anos após o transplante, avaliar a continuidade da segurança e tolerabilidade aos dois anos e avaliar a exequibilidade da transplantação.

A estratégia da AskBio consiste num VAA que transporta o gene do fator neurotrófico humano derivado de uma linha de células da glia (glial cell line-derived neurotrophic factor, GDNF) até aos neurónios do putâmen, resultando na expressão e secreção da proteína GDNF em áreas do cérebro afetadas pela doença de Parkinson. Os ensaios a longo prazo com VAA-GDNF mostraram que a expressão prolongada de GDNF pode promover a regeneração de neurónios do mesencéfalo e uma recuperação significativa da função motora em modelos de roedores e de primatas não humanos. O ensaio clínico da AskBio está atualmente a recrutar e a avaliar doentes num ensaio de Fase 1b nos EUA, para avaliar a segurança e a eficácia preliminar.

Desde o início do estudo de Fase 1b (NCT04167540), em agosto de 2020, foram recrutados 10 doentes no total.

Prosegur procura talento jovem

O Programa Jovens Talentos da Prosegur distingue-se por ser dada aos jovens a possibilidade e responsabilidade de participarem ativamente em projetos, com a integração em equipas de trabalho, e pela mobilidade internacional, já que farão parte de uma empresa com uma presença global, podendo integrar equipas noutras geografias ou projetos de âmbito internacional.

“Este programa, que tanto nos tem orgulhado, pretende oferecer uma experiência disruptiva e motivadora a jovens profissionais. De uma forma geral, estes jovens ganham um desenvolvimento e um grau de autonomia muito elevado e ficam desde logo totalmente integrados nas respetivas equipas. Pretendemos que o nosso Programa Jovens Talentos seja a nossa base de encontro com as futuras lideranças da empresa, preparando os jovens a tornarem-se profissionais, gestores, e líderes de excelência. O facto de todas as edições terem sido um sucesso, e podermos afirmar que contamos com quase todos os primeiros ‘jovens talentos’ na nossa equipa, só nos faz acreditar ainda mais neste projeto.”, comenta Sónia de Oliveira e Sasportes, Diretora Recrutamento, Seleção e Formação da Prosegur.

Cada jovem talento é identificado dependendo do seu perfil para um projeto em específico que lhe é apresentado pelo tutor aquando da sua integração, sendo este último responsável por acompanhar, orientar e avaliar o profissional no decorrer do programa. Esta iniciativa da Prosegur inclui ainda sessões de feedback com elementos da equipa de Recursos Humanos de 3 em 3 meses, formações e encontros de trainees (nacionais e internacionais).

Atualmente o programa pode ter uma duração até 4 anos, composto por 3 fases: a primeira, ao longo dos dois primeiros anos, aposta numa rotação em formações específicas por diferentes áreas e projetos estratégicos da empresa; depois, segue-se uma fase de menor rotatividade e maior foco e investimento em projetos estratégicos específicos, existindo uma elevada exposição à gestão; na última fase, que corresponde ao último ano, o profissional assume uma função específica dentro da empresa com opção de participação em projetos internacionais.

Para os jovens talentos, a participação neste programa é a oportunidade de integrar um grupo de referência no sector da segurança em Portugal e adquirir uma experiência de aprendizagem nas mais diversas áreas: inovação tecnológica, gestão de projetos, planeamento estratégico, análise e reporting, gestão de produto, estratégia comercial e customer service.

Para mais informações visite: careers.prosegur.com/jobs/programa-talentos-prosegur-6165.

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