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Ricardo Andrade

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Emmys 2020: conheça os vencedores

Numa cerimónia diferente do convencional, a segunda temporada de “Succession”, da HBO, ganhou o prémio de Melhor Série Dramática, na noite deste domingo, 20 de setembro. Esta série conta a história de uma família com poder no media, dando a Jeremy Strong o prémio de Melhor Ator, pelo papel de Kendall Roy, e ao criador Jesse Armstrong o Emmy de Melhor Argumento.

“Watchmen” e “Schitt`s Creek” foram ainda duas grandes vencedoras da noite, com prémios de melhor Minissérie e Série de Comédia, respetivamente.

Fique a conhecer a lista dos vencedores nas principais categorias:

Melhor série dramática: “Succession”, HBO

Melhor série de comédia: “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor minissérie: “Watchmen”, HBO

Melhor filme para televisão: “Bad Education”, HBO

Melhor série de Variedades, talk show: “Last Week Tonight With John Oliver”, HBO

Melhor série de Variedades, sketch: “Saturday Night Live”, NBC

Melhor ator em série dramática: Jeremy Strong, “Succession”, HBO

Melhor atriz em série dramática: Zendaya, “Euphoria”, HBO

Melhor ator em série de comédia: Eugene Levy, “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor atriz em série de comédia: Catherine O`Hara, “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor ator em minissérie ou filme para televisão: Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True”, HBO

Melhor atriz em minissérie ou filme para televisão: Regina King, “Watchmen”, HBO

Melhor ator secundário em série dramática: Billy Crudup, “The Morning Show”, Apple TV+

Melhor atriz secundária em série dramática: Julia Garner, “Ozark”, Netflix

Melhor ator secundário em série de comédia: Daniel Levy, “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor atriz secundária em série de comédia: Annie Murphy, “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor ator secundário em minissérie ou filme para televisão: Yahya Abdul-Mateen II, “Watchmen”, HBO

Melhor atriz secundária em minissérie ou filme para televisão: Uzo Aduba, “Mrs. America”, FX

Melhor realização em série dramática: Andrij Parekh, “Succession”, HBO

Melhor realização em série de comédia: Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor realização em minissérie ou filme para televisão: Maria Schrader, “Unorthodox”, Netflix

Melhor escrita para série dramática: Jesse Armstrong, “Succession”, HBO

Melhor escrita para série de comédia: Daniel Levy, “Schitt`s Creek”, Pop TV

Melhor argumento para minissérie ou filme: Damon Lindelof e Cord Jefferson, “Watchmen”, HBO

Prémios Sophia: “A Herdade” e “Variações” destacam-se no cinema português

“A Herdade” e “Variações” saíram do Casino Estoril empatados com o mesmo número de estatuetas em mais uma gala dos Prémios Sophia, dedicados ao cinema português.
Em fevereiro, após saírem as nomeações, percebeu-se que ambos os filmes seriam os favoritos, estando a concorrer para 14 e 15 categorias, de um total de 23. Cada um acabou por ganhar sete prémios.

O projeto de Tiago Guedes, “A Herdade”, conseguiu as distinções mais importantes da noite, arrecadando o prémio de Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Realizador.
Já “Variações”, ganhou o prémio de Melhor Ator, com Sérgio Praia, e o de Melhor Ator Secundário, que foi entregue a título póstumo a Filipe Duarte, ator que morreu em abril deste ano.

A cerimónia foi apresentada por Ana Bola e Joana Pais de Brito no São Preto e Prata, que acolheu ainda os 50 anos de Centro Português de Cinema. Contou ainda com atuações de Sérgio Godinho, Manuel Freire e Paulo de Carvalho com Agir.

Aeroporto do Montijo em rota de colisão com o Pacto Ecológico Europeu

Publicado na revista Science, o artigo de José Alves, investigador da Universidade de Aveiro (UA), e Maria Dias, investigadora da BirdLife International, apelam ao Governo que pare o projeto e faça de Portugal um caso de sucesso na implementação do Pacto Ecológico Europeu.

O artigo (https://science.sciencemag.org/cgi/doi/10.1126/science.abe4325 ) revela a contradição entre a intenção da Comissão Europeia em alterar as economias europeias para modelos mais sustentáveis (Pacto Ecológico Europeu) e a autorização ambiental emitida por um estado membro (Portugal) para a construção do aeroporto do Montijo, no coração da maior zona húmida do país, o estuário do Tejo.

No artigo publicado na prestigiada revista Science, José Alves, investigador no Departamento de Biologia e no Centro de Estuados do Ambiente e do Mar da UA, e Maria Dias, coordenadora científica do programa marinho na organização BirdLife International, sublinham que a importância do estuário do Tejo para a biodiversidade se estende muito para além das fronteiras Portuguesas, sendo designado como Reserva Natural na lei portuguesa, Zona de Proteção Especial (Directiva Aves da União Europeia), Zona Húmida de Importância Internacional (Convenção de Ramsar) e Área Importante para as Aves (Birdlife Internacional).

“O estuário do Tejo é um grande hub internacional para as aves migradoras que usam a rota migratória do Atlântico Este, servindo de ponte entre as áreas de reprodução localizadas no hemisfério norte e as áreas de invernada no sul da Europa e em África, estimando-se que seja utilizada por cerca de 300,000 aves aquáticas”, apontam os investigadores.

Os autores deste artigo argumentam que a decisão do estado Português viola dois dos principais pilares do Pacto Ecológico Europeu: combater a mudança climática global e reverter a crise da biodiversidade. Apesar do aumento substancial nas emissões de carbono que um segundo aeroporto na área da capital irá gerar, dizem os autores, Lisboa é atualmente a Capital Verde Europeia.

“Ironicamente, a candidatura de Lisboa a este galardão beneficiou da proximidade com a reserva do estuário do Tejo, apesar do traçado agora proposto para as rotas dos aviões implicar voos a menos de 200 metros de altitude dentro da área protegida, perturbando de forma muito assinalável várias das áreas mais importantes para as aves aquáticas e para as quais a reserva do estuário do Tejo foi estabelecida”, sublinham José Alves e Maria Dias.

“Estas aves movem-se no estuário do Tejo em bandos que podem ser formados por ter dezenas de milhares de indivíduos, tirando partido do complexo mosaico de habitats estuarinos esculpidos ao longo de milénios, tais como sapais e bancos de vasa e mais recentemente, pela intervenção humana, salinas e arrozais”, apontam. Os cientistas dão como exemplo os bandos de até 80 mil maçaricos-de-bico-direito que se reproduzem na Islândia e Holanda e que se concentram no estuário do Tejo todos os anos para se alimentarem e repousarem, no decurso da sua migração anual.

“Várias outras espécies que se reproduzem no ártico e no norte da Europa, muitas das quais se encontram em declínio acentuado, dependem do estuário do Tejo. Esta zona húmida alberga também populações muito importantes de outras aves aquáticas, nomeadamente flamingos, colhereiros e garças-reais. É também neste estuário que se concentra o maior número de aves aquáticas em Portugal, sendo o segundo mais importante na península ibérica e um ponto de ligação crucial entre a Europa do norte e África para as aves migradoras”, alertam.

Apesar do impacto da Covid-19 no tráfego aéreo, lembram, “a empresa privada que promove e financia o aeroporto do Montijo anunciou que permanece firme no seu compromisso de avançar com o projeto e o governo Português anunciou publicamente o seu apoio ao mesmo em junho, julho e setembro, quando as consequências da pandemia na indústria da aviação já eram claras”.

No entender de José Alves e de Maria Dias, “este é um exemplo evidente de uma tentativa de um estado membro em desconsiderar directrizes de conservação, acordos internacionais de proteção de espécies e habitats e os anúncios que o próprio governo faz na promoção de um futuro mais sustentável e sem emissões de carbono. Dada a função do estuário do Tejo em albergar espécies de toda a rota migratória, incluindo aquelas que beneficiam de programas de conservação financiados publicamente noutros locais da sua área de distribuição, “outros países irão muito provavelmente considerar Portugal como responsável pelas consequências negativas deste desenvolvimento no estuário do Tejo”.

“O estudo de impacte ambiental do aeroporto do Montijo tem sido muito criticado, devido à falta de dados e informação, erros técnicos e adoção de critérios subjetivos”, apontam os biólogos.

“A Agência Portuguesa do Ambiente emitiu a polémica Declaração de Impacte Ambiental com base num parecer favorável da direção do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, entidade que avalia os impactos nas aves, apesar do parecer interno dos seus técnicos ter sido desfavorável. As medidas de compensação propostas para as aves não são eficazes, uma vez que praticamente metade do estuário do Tejo será impactado e não pode ser substituído”, concluem.

Os autores do artigo apelam ao Governo Português que reconsidere a decisão de autorizar a construção do aeroporto do Montijo e aproveite a oportunidade de Lisboa ser a atual Capital Verde Europeia para demonstrar uma verdadeira liderança ao nível internacional no movimento global para um futuro sustentável, fazendo de Portugal um caso de sucesso na implementação do Pacto Ecológico Europeu.

Segundo ranking internacional Lisboa é a 75ª cidade mais inteligente do mundo

Em 2019 ocupou a 76ª posição na lista e agora, passado um ano e um lugar acima, Lisboa pertence às cidades inteligentes, ou seja, mais tecnologicamente desenvolvida a vários níveis.

O ranking global Smart City Index 2020 é realizado pelo Institute for Management Development e pela Universidade de Tecnologia e Design, em Singapura, sendo que esta é derradeira líder da lista de cidades inteligentes, seguida por Helsínquia e Zurique.

Os critérios em avaliação incluem dados tecnológicos e económicos, mas também a perceção do impacto da tecnologia na qualidade de vida dos cidadãos. São ainda avaliadas questões mais gerais relacionadas com a vida moderna o que, no caso de Lisboa, atualmente a maior preocupação dos moradores é o acesso a habitação a custos acessíveis. Fatores positivos a apontar à capital portuguesa é a oferta cultural da cidade e os espaços verdes.

Chega ao fim a terceira parte da sexta temporada de Botched, no Canal E!

Recorda-se de uma paciente brasileira obcecada com o seu peito, de uma mulher cujo rosto ficou destruído após um acidente de mota, e de um paciente com a ponta do nariz preta? E da sósia de Scarlett Johannson?

Os casos mais estranhos e surpreendentes do mundo das cirurgias plásticas não acabam aqui! O último episódio traz-lhe um pouco de tudo, tanto histórias caricatas como casos muito graves de cirurgias desastrosas.

Não perca o último episódio da terceira parte da 6ª temporada de Botched, amanhã, 18 de outubro, às 20h, no Canal E!. E não se esqueça: a partir das 15h poderá ver todos os restantes episódios desta terceira parte. No fim do dia até lhe vão chamar “Doutor(a)”!

Toda a informação sobre esta série está disponível nas páginas de Facebook e do Instagram do canal.

O canal E! pode ser visto em:

MEO: E! HD: Canal 121 // E! Canal 621
NOS: E! Posição 58 // E! HD Posição 82
NOWO: E! HD: Posição 396 // E!: Posição 96
VODAFONE TV: E! HD: Canal 137 // E! Canal 637

Zmar retoma a atividade de eventos com uma nova imagem corporate

Envolvido na natureza, o Eco Resort disponibiliza uma tenda com 1000m2 preparada para receber grupos com distanciamento social bem como 3 salas de reuniões, todas com luz natural e acesso directo ao exterior, servidas por uma fibra óptica com 1GB de capacidade. Também nas cerca de 280 casas a fibra óptica possibilita a transmissão audiovisual de um evento a decorrer na tenda e/ou trabalhar autonomamente no alojamento.

“O Zmar reúne as condições ideais para realizar todo o tipo de eventos no contexto actual cumprindo todos os princípios e orientações aplicáveis à realização dos mesmos pela DGS e entidades competentes. Reuniões, apresentações, lançamentos de produtos, teambuildings, palestras ou congressos podem ser realizados no nosso espaçoso Eco Resort privilegiando sempre o contacto com a Natureza. Acreditando que as empresas pretendem continuar a realizar os seus eventos, aqui podem encontrar uma alternativa que prima pela inovação da localização e pela originalidade da oferta de atividades ao ar livre”.

Dentro e fora do Zmar existem inúmeras atividades para descobrir o melhor do Alentejo. Na zona envolvente é possível marcar passeios a cavalo, aulas de surf, passeios de barco e paddle (SUP) ou mesmo caminhadas pela Rota Vicentina. No Zmar estão disponíveis bicicletas, campo de padel e ténis, campo desportivo, circuito de manutenção, ginásio ou locais com as características ideais para proporcionar momentos zen como aulas de Yoga, Mindfulness ou Meditação.

O Zmar destaca ainda a aposta no produto nacional sendo a oferta gastronómica focada em produtos locais, sazonais e confecionados pelo Chef Carlos Bernardo e a equipa local.

Documentário da Netflix sobre redes sociais está a dar que falar

O projeto do realizador Jeff Orlowski “The Social Dilemma”, ou “O Dilema das Redes Sociais”, em português, estreou na Netflix há poucos dias mas não tem deixado ninguém indiferente.
Numa sociedade em que as redes sociais imperam e são consideradas parte do nosso dia-a-dia, interessa perceber o que está por detrás daquilo que aparenta. E é exatamente isso que este famoso documentário explica: de que forma os nossos dados são monetizados, sem nos apercebermos.

Muitos são os pontos negativos que o documentário de Jeff Orlowski aponta às redes sociais, mas também são mencionados alguns benefícios, sem descurar da ideia de que os seus algoritmos deveriam ser redesenhados com maior nível de responsabilidade.

“The Social Dilemma” conta com participações de personalidades conhecidas como o co-inventor do botão “Gosto”, Justin Rosenstein e o antigo presidente do Pinterest e ex-Diretor de Moneterização do Facebook, Tim Kendall.

Nova exposição de António Faria para visitar em Lisboa

“O Elogio da Melancolia” é o nome da nova exposição de António Faria, no Museu Nacional de Arte Contemporânea, que será inaugurada amanhã, dia 17 de setembro e que poderá ser visitada até 30 de novembro.

O pintor vai apresentar uma série de trabalhos recentes que o irão envolver por completo: o artista vai explicar a melancolia e a sensação de espaço fechado, usando a Natureza para a representar de modo puramente emocional. O objetivo é sentirmo-nos a mergulhar na floresta, confundindo o espaço da obra com o da nossa imaginação. A exposição tem a curadoria de Emília Ferreira e integra-se no projeto Portugal entre Patrimónios.

Poderá visitar a exposição de terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas.

Porto Santo quer torna-se num local de consciência sobre o uso de plásticos

“Porto Santo Sem Lixo Marinho” é como se intitula a primeira iniciativa deste projeto de limpeza. É liderada pela Associação Natureza Portugal, com vários parceiros institucionais, que têm como objetivo acabar com o flagelo do plástico para o oceano e assim contribuir para a melhoria ambiental e valorização da ilha madeirense.

O projeto será desenvolvido em três fases: na primeira, será concluída uma avaliação do fluxo de descarga dos resíduos e lixo marinho da ilha; na segunda fase, irão proceder a uma otimização da gestão desses resíduos; e na terceira, haverá uma campanha de sensibilização que pretende reduzir o consumo de descartáveis e posteriormente os plásticos que acabam no mar. A ilha do Porto Santo, reconhecida na categoria de Reserva da Biosfera da UNESCO, tem agora o compromisso de cenário ideal para outras valorizações da região.

Dia 19 de setembro assinala-se o Dia Internacional de Limpeza Costeira e terá uma campanha de limpeza em zonas costeiras, que se poderá estender a outros espaços que contenham acumulação de lixo marinho.

Pingo Doce lança livro de receitas contra o desperdício alimentar

Cada vez mais são as iniciativas no combate ao desperdício alimentar. Assim, o Pingo Doce lançou um livro de receitas – que já se encontra à venda nas lojas da marca pelo preço de 14,99€ – com dicas de poupança que fazem toda a diferença.

No total são 180 receitas fáceis, elaboradas e testadas pela equipa de nutrição do Pingo Doce, que estão organizadas por ingredientes de A a Z, com partes de alimentos que não são totalmente aproveitados.

No site do Pingo Doce pode-se ler que “cada português deita, em média, 100 kg de alimentos para o lixo por ano. Os números são alarmantes e merecem a nossa atenção. Porque os recursos da Terra são finitos e cuidar deles é uma missão diária, que deve fazer parte da rotina de cada um. Com pequenos gestos diários que começam em casa, todos podemos ajudar a reduzir o nosso impacto no ambiente, tornando a vida no planeta mais sustentável”.

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