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Ricardo Andrade

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THE MARKIES SÃO SOLUÇÃO ORIGINAL PARA IDENTIFICAR ROUPA E ACESSÓRIOS

The Markies chegam ao mercado para resolver o velho problema da distinção das peças de roupa. A solução é vendida online – em https://themarkiesoriginal.com/ – em formato MBox, disponibilizando um conjunto de aplicador e marcadores metálicos com diferentes símbolos e cores, que podem ser utilizados por diferentes membros da família ou pessoas a residir e a partilhar o mesmo espaço.

The Markies são assim uma alternativa inovadora para a época natalícia, proporcionado ofertas originais, únicas e personalizáveis. Em Portugal, durante o mês de Natal a nova marca terá também uma pop-up store no Centro Comercial Amoreiras, em Lisboa.

Os marcadores em metal, aplicados às peças de roupa, garantem o estilo, individualidade e permanência que muitas vezes falta a outras soluções para o problema da distinção de peças de roupa e acessórios como o uso de linhas de diferentes cores, nomes a caneta feltro na etiqueta da peça ou tiras de passar a ferro.

Num momento em que a roupa é cada vez mais indiferenciada entre géneros e idades e perante uma crescente democratização do luxo, que eliminou a distinção de estratos sociais ou poder de compra pelo vestuário e acessórios, The Markies proporcionam uma solução prática e fácil de aplicar, e que traz também uma vertente de irreverência à identificação de roupas e acessórios.

A escolha do seu símbolo por cada membro da família permite não só distinguir como acrescentar um pormenor de originalidade e personalidade à roupa e acessórios de cada um e ainda ser tema de conversa fora de casa.

The Markies Original é a coleção de lançamento, composta por um conjunto de símbolos que representam hobbies ou outras paixões. A ideia não é mais do que trazer para o dia-a-dia os ícones usados online nas redes sociais e mostrar a todos os nossos hobbies, à semelhança dos likes e dos ícones que colocamos nos nossos perfis e que se assumem enquanto motivos de orgulho, tema de conversa, de aproximação e pertença. Esta coleção integra três temáticas: grumpy animals, cool hobbies e sports addicted.

O DOP do Chef Rui Paula chega ao Uber Eats

Os utilizadores da cidade Invicta têm agora a oportunidade de encomendar os favoritos do “DOP em sua casa” que dispõe de pratos de peixe como o caril de peixe e gambas; o tamboril, puré de trufa e molho de lagostim; ou o robalo com migas de marisco. Os amantes de carne podem desfrutar de várias iguarias como a perna de pato com puré de trufa e cogumelos; a bochecha de vitela com gnocchis de couve e cogumelos; ou o ex libris da pá de cabrito indicado para duas pessoas.

O DOP proporciona também sanduíches de rosbife e tonato; de lírio fumado com maionese de trufa; bife tártaro ou sardinha. Entre as opções estão ainda disponíveis entradas, entre elas a lula recheada com alheira; ou a terrina de foie gras. A carta compõe-se igualmente de saladas de queijo brie com compota de três pimentos, a salada Niçoise e as massas de tagliatelle de gambas ou espinafres. Para finalizar, o Chef Rui Paula sugere o crème brûlée de chocolate branco ou a tarte de amendoim e chocolate.

“Eu acredito em sinergias e o Uber Eats é prova disso”, celebra o Chef Rui Paula. Já Mariana Ascenção, diretora de comunicação da Uber em Portugal afirma que “É com muito orgulho que conseguimos incluir na aplicação a cozinha única do DOP do Chef Rui Paula no Porto. Queremos continuar a ser parceiros do talento português, ajudá-los a criar novos conceitos para delivery e contribuir para alargar a rede de clientes dos restaurantes com a nossa tecnologia”.

As encomendas através do Uber Eats podem ser feitas todos os dias da semana entre as 12h e as 15h e das 19h às 22h.

Disponível em exclusivo através do Uber Eats, o DOP passa assim a chegar até casa dos utilizadores do Porto. Para celebrar este lançamento, o Uber Eats vai oferecer a taxa de entrega nos pedidos acima de 15€. A Oferta é válida até 6 de dezembro de 2020 e não é acumulável com outras promoções.

Especialistas apresentam novas políticas de saúde pública para a Esclerose Múltipla

Esta iniciativa, realizada a partir das 18 horas, via Zoom, contará com uma breve apresentação das conclusões, conduzida por Henrique Lopes, coordenador do Think Tank e docente da Unidade de Saúde Pública da Universidade Católica Portuguesa, seguida de um painel de discussão sobre a gestão da Esclerose Múltipla em Portugal, que terá como intervenientes José Vale, Presidente do Colégio de Neurologia da Ordem dos Médicos, João Cerqueira, Presidente do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla, Ana Paula Martins, Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos e Alexandre Silva, Presidente da SPEM.

Sobre este tema, os especialistas envolvidos no Think Tank referem que é possível fazer muito mais com os mesmos (ou pouco mais recursos), sendo essa leitura transversal à prestação de cuidados de saúde e sociais aos doentes de Esclerose Múltipla. Para isso, o Consenso aponta como possíveis medidas a criação de um Registo Nacional de Esclerose Múltipla, a constituição de Centros de Referência em Esclerose Múltipla, o uso de linhas terapêuticas mais eficazes na fase inicial da doença de acordo com a recomendação clínica, e um reforço no apoio social prestado aos doentes e cuidadores.

O Consenso Nacional para a Esclerose Múltipla congregou mais de duas dezenas de peritos e entidades relevantes na gestão da Esclerose Múltipla, num processo de reflexão conjunta ao longo do ano de 2019. Os peritos e as entidades envolvidas incluíram especialistas clínicos, sociedades científicas, ordens profissionais, associações de doentes, representantes das autoridades reguladoras (INFARMED), da Apifarma e de partidos políticos.

Os interessados podem inscrever-se no seguinte link: https://www.consensonacionalesclerosemultipla.pt/think-tank/.

Programa do Evento
18h00 | Boas-vindas e Apresentação dos Oradores Convidados
– Marina Caldas, Moderadora

18h05 | Sessão de Abertura
– Dra. Anabela Antunes, Diretora Executiva Universidade Católica Editora
– Prof. Dr. Ricardo Baptista-Leite, Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa

18h10 | Painel de Discussão
– Prof. Doutor Henrique Lopes, Coordenador do Think Tank, Unidade de Saúde Pública da Universidade Católica Portuguesa
– Dr. José Vale, Presidente do Colégio de Neurologia, Ordem dos Médicos
– Prof. Doutor João Cerqueira, Presidente do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla
– Doutora Ana Paula Martins, Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos
– Engº Alexandre Silva, Presidente da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla

19h10 | Sessão de Encerramento
– Prof. Dr. Ricardo Baptista-Leite, Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa

Proibido Grande Reserva 2017 é “delicioso e sensacional” e coloca Portugal no “TOP 100 Wine Discoveries” 2020

Entre milhares de amostras de todo o mundo, a equipa de críticos especializados em vinhos da revista “Robert Parker, Wine Advocate”, selecionaram as 100 maiores descobertas de 2020, entre vinhos de todo o mundo, com origens em grandes regiões demarcadas. E o Douro foi distinguido com este prémio de excelência, entregue em exclusivo ao vinho tranquilo Proibido tinto Grande Reserva 2017, de Márcio Lopes, enólogo e produtor.

Esta extraordinária distinção foi atribuída numa das melhores cinco categorias consideradas pelos críticos: “Age-Worthy”, ou seja, vinhos que vale a pena investir para ter em cave. Comprovando, assim, a grande estrutura e potencial deste Proibido Grande Reserva 2017. As outras quatro categorias foram “Eco”, “Value”, “Non-Mainstream” e “Innovative”.

O Proibido Grande Reserva 2017 é um vinho DOC Douro, elaborado a partir de vinhas velhas com 40 a 80 anos, plantadas em Vila Nova de Foz Côa, entre 250 a 500 metros de altitude. As uvas nascem de uma terra árida, sofrida, de baixa produção, mas excelente qualidade. “Todo o trabalho é, praticamente, feito à mão, sem uso de herbicidas ou pesticidas. Quando necessário, lavramos a terra com a ajuda de um cavalo de trabalho. Respeitamos assim o que a vinha nos dá, e tentamos que a transformação das uvas em vinho seja o mais natural possível”, garante Márcio Lopes.

Classificado com 95 pontos na escala de Robert Parker, por Mark Squires, o crítico começa por afirmar tratar-se de um “powerful red”, um tinto poderoso, que mantém a fruta bem definida e presente, revelando no sabor notas de fruta fresca. E não hesita em afirmar “It’s delicious and sensational” (é um vinho delicioso e sensacional), acrescentando que tem um grande potencial de envelhecimento em cave, no entanto, revela “I liked it on the first day. I swooned for it on the second day. There is a pretty good argument that it is the best wine I have ever seen from this increasingly fine producer”, o que em breves palavras significa que Mark Squires gostou do Proibido Grande Reserva 2017 no primeiro dia, apaixonou-se por ele no segundo dia e concluiu ser o melhor vinho que já provou de Márcio Lopes, considerando-o um produtor em clara ascensão. E remata: “It’s a beauty”.

Foram feitas 2500 garrafas de 0,75cl e 100 garrafas magnum (1,5L). O Proibido Grande Reserva 2017 ainda pode ser adquirido em garrafeiras e outros pontos de venda selecionados de Portugal e do mundo, estando esgotado no produtor. O preço recomendado de venda ao público é de 30 euros.

Márcio Lopes, enólogo e produtor do projeto Pequenos Rebentos (Vinho Verde) e Proibido (Douro) tem visto o seu trabalho (e da sua equipa) reconhecido ao longo do ano de 2020, acumulando prémios para os vinhos produzidos, mas também ao nível da carreira profissional, pois foi distinguido no início do ano com os prémios “Enólogo Revelação do Ano” e “Prémio Singularidade”, pelas revistas especializadas. Assim, no ano em que celebra 10 anos como produtor, e mantendo sempre o espirito de resiliência, empenho e muito trabalho, não só superou os fatores adversos consequentes da pandemia que assola o mundo, como conseguiu em pré-venda distribuir 80% de 90 mil garrafas, tendo um crescimento de cerca de 30% face a 2019, para tal contribuindo a abertura de novos mercados no mundo, pois atualmente os vinhos são exportados para 18 países. A vindima de 2020 também foi desafiante, no entanto, Márcio Lopes orgulha-se de ter mantido o preço das uvas pago aos produtores e ainda ter acrescentado um bónus de 10%, também a equipa, atualmente constituída por sete elementos, vai receber uma percentagem dos lucros da empresa, que neste ano produziu 150 mil garrafas.

“Começamos há 10 anos e estamos a construir um caminho sólido, passo a passo, ganhando consistência, sabendo onde queremos chegar, preservando o melhor da natureza, criando vinhos que melhor expressem o terroir que lhes dá vida”. E Márcio Lopes assume-se um enólogo em busca da singularidade de cada vinha, de cada casta, de cada técnica de vinificação, ancestral ou não, sendo certo que o seu trabalho e da sua equipa só pode resultar em vinhos extraordinários, bons para beber já, mas ainda melhores quando bebidos passados alguns anos.

Portugal já recebeu 530 refugiados no âmbito do Programa Voluntário de Reinstalação do ACNUR

Até ao momento, chegaram ao nosso país 530 pessoas no âmbito do Programa Voluntário de Reinstalação do ACNUR e da Comissão Europeia. Destas, 245 chegaram do Egito e 285 da Turquia.

O acolhimento e a integração das pessoas refugiadas têm sido uma prioridade do Governo, num esforço contínuo que envolve Estado central e autarquias locais, bem como entidades públicas e privadas, e que tem sido reconhecido pelas Nações Unidas, pela Organização Internacional das Migrações, pela União Europeia e pelo Conselho da Europa.

Esta prioridade tem-se traduzido na participação ativa de Portugal no esforço europeu de acolhimento aos refugiados, através do apoio às propostas da Comissão Europeia no sentido da construção de uma política europeia de asilo comum, que seja assente nos princípios da responsabilidade e solidariedade, no respeito pela dignidade da pessoa humana e no combate ao tráfico de seres humanos.

85% dos consumidores europeus preferem produtos que utilizam a menor embalagem possível

O recente estudo, realizado pela DS Smith e Ipsos MORI, líder global em estudos de mercado, mostra que, apesar da crise global de saúde, os consumidores continuam a ter em conta o ambiente: 85% dos inquiridos querem comprar produtos que utilizem a menor embalagem possível e cerca de um terço (29%) admitem que deixaram de comprar determinadas marcas porque as suas embalagens não eram sustentáveis.

A análise envolveu a participação de 9000 pessoas de 12 países europeus, incluindo Portugal, e revela que, embora os hábitos de compra possam ter mudado, a sustentabilidade continua a ser fundamental.

Devido à pandemia, dois terços (68%) admitiram que tentam passar o mínimo de tempo possível nas lojas, o que originou um crescimento considerável do e-commerce. Por isso, é importante realçar que metade (48%) dos compradores online afirmaram terem recebido embalagens “não sustentáveis” provenientes do canal e-commerce e um em cada cinco (22%) diz que deixou de comprar a alguns retalhistas online porque o seu packaging não era sustentável.

Stefano Rossi, CEO da DS Smith Packaging, afirma: “Durante os últimos oito meses, temos ajudado os nossos clientes a adaptarem-se a uma transformação radical do comportamento dos consumidores e aos desafios em constante evolução da pandemia. Enquanto líderes em soluções inovadoras de packaging, precisamos de compreender como mudam as atitudes dos consumidores para podermos prestar um melhor serviço aos nossos clientes e à sociedade. Esta novo estudo não só revela as modificações causadas pela Covid-19, como também mostra as prioridades que se têm mantido e que a sustentabilidade continua a ser bastante importante para os consumidores em toda a Europa. Neste momento tão determinante, os retalhistas e as marcas devem adotar packaging sustentável, de modo a garantir que colhem benefícios para o ambiente e para os consumidores.”

A higiene é outra preocupação para os consumidores, com mais de metade (57%) a dizerem que lavam cuidadosamente as mãos depois de tocarem em produtos recebidos via e-commerce e 30% a afirmarem que deitam as embalagens fora mais rapidamente – destacando a necessidade de dispor de informações visíveis e claras sobre o descarte.

56% dos compradores preocupam-se relativamente à quantidade de pessoas que tocaram nos produtos na loja (78% em Portugal, 68% em Espanha e 65% no Reino Unido). Como consequência, alguns escolhem artigos que estão no fundo das prateleiras, com menores probabilidades de terem sido tocados.

Um em cada três (33%) também lava ou desinfeta todos os produtos vendidos a granel, como frutas e legumes, e 12% evitam comprar produtos não embalados (22% na Finlândia e 19% no Reino Unido). Para responder a esta situação, a DS Smith desenvolveu uma série de novos designs de packaging inovadores, tais como covetes em cartão canelado para frutas e legumes, caixas ecológicas para ovos e soluções para transportar garrafas e produtos lácteos.

A DS Smith prevê que a necessidade de novas soluções sustentáveis de packaging aumente nos próximos meses e continuará a aplicar os seus Princípios de Design Circular – desenvolvidos em colaboração com a Fundação Ellen MacArthur – para criar soluções circulares de packaging, que respondam aos desafios em constante mudança do mercado.

Os referidos princípios refletem o objetivo da DS Smith, incluído na nova estratégia de sustentabilidade ‘Now and Next’, de usar o packaging e a reciclagem para fomentar a economia circular. Duas das áreas de foco da empresa são produzir packaging 100% reciclável ou reutilizável e substituir os plásticos problemáticos por alternativas sustentáveis.

Doutor Finanças apresenta vantagens e desvantagens de comprar ou arrendar casa

“Quando pensamos em sair da casa dos nossos pais, existe uma dúvida que se impõe: comprar ou arrendar? Esta dúvida permanece também noutros contextos da nossa vida, quer seja no momento em que mudamos de cidade ou a família cresce, por exemplo. É algo muito natural. Temos de perceber em cada momento, qual a melhor solução para nós e sobretudo para o nosso futuro”, adianta Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças.

A resposta depende do contexto de cada indivíduo ou família. O planeamento do futuro nesta situação assume um papel preponderante. Não existem respostas corretas nem erradas quando questionamos qual a melhor opção: comprar ou arrendar casa. Neste contexto, a empresa apresenta as vantagens e as desvantagens dos dois cenários.

Comprar: o cenário em que se é proprietário
Comprar uma casa representa um grande investimento, mas é algo que fará parte do património da família. Uma vez nossa, a casa é da nossa responsabilidade, assim como todos os cuidados que dela advêm. Temos liberdade para fazer os furos que quisermos nas paredes, sem ter de pedir autorizações prévias, por exemplo.

Contudo, no que a despesas diz respeito, devemos estar preparados, pois teremos de pagar uma série de taxas e comissões ao banco (em caso de empréstimo) e ao Estado, tendo em atenção que o banco apenas empresta até 90% do valor da casa. No caso do empréstimo, devemos também fazer cálculos à prestação que teremos de pagar mensalmente.

Riscos de comprar
Dar o passo de comprar casa significa assumir riscos. Alguns podem estar mais sob o nosso controlo, outros nem tanto. Vejamos:
1. Subida de juros. Caso recorramos a empréstimo e a taxa for variável, devemos ter em conta a possibilidade de os juros subirem. Se é verdade que estamos a passar por um período em que a Euribor se encontra negativa, isso pode mudar, ainda que não se preveja que aconteça nos próximos tempos. É necessário avaliar e perceber se conseguiremos continuar a pagar o crédito mesmo que os juros subam;
2. Desvalorização do preço do imóvel. Principalmente se colocamos em equação fazer dinheiro, um dia mais tarde, com a casa. Ainda que em muitas zonas os preços das casas continuem a subir, a desvalorização é um risco iminente que devemos considerar, se a casa que vamos adquirir não for para a vida;
3. Obras. Mais uma vez falamos de responsabilidades com o imóvel, enquanto proprietário. Se por algum motivo for necessária a intervenção na fachada, no telhado ou na canalização, por exemplo, essa despesa só poderá ser suportada por nós – a quem a casa pertence.

Benefícios em comprar
Conhecidos os riscos, pesemos também os benefícios de se comprar um imóvel.
1. Prestações mais baixas. A prestação de um crédito habitação é, por regra, mais baixa do que a renda de uma casa alugada.
2. Valorização do imóvel. Comprar um imóvel significa enriquecer o património, ficando com a possibilidade de vender esse bem. Se tivermos em consideração a evolução dos últimos anos, identificamos uma quebra de preços na última crise. Contudo, foi temporária, sendo algo que não se prevê que se repita nos próximos tempos.
3. Estabilidade. Ao ter uma casa que é nossa, poderemos manter-nos nela o tempo que quisermos, não estando dependentes de dinâmicas do mercado nem de um contrato com terceiros.

Arrendar: o cenário em que é arrendatário
Já num cenário de arrendamento, a casa não é nossa. Devemos por isso, ter mais cuidados com as alterações que pretendemos fazer, por mais pequenas que sejam. Devem sempre passar pela aprovação prévia do senhorio. Os contratos de arrendamento dão-nos, no entanto, mais liberdade para trocar de casa. Salvas as atualizações de renda que podem acontecer no final dos contratos, mesmo que estes sejam renovados, pode planear os gastos que terá com habitação a médio/longo prazo, sem oscilações.

Riscos de arrendar
Arrendar também tem os seus riscos, característicos da situação temporária e algo dependente que representa o arrendamento. Analisamos então:
1. Rescisão de contrato antecipada. Apesar de ter que obedecer a determinadas regras, o senhorio pode rescindir o contrato antecipadamente e colocar os inquilinos numa situação fragilizada;
2. Término do contrato e sem renovação. Mesmo que seja uma situação anunciada previamente, a não renovação de contrato e procura de casa pode ser desafiante, especialmente para quem tem família e filhos pequenos.
Se a dúvida do “comprar ou arrendar casa” nos assola, temos de fazer um exercício de reflexão sobre o nosso contexto, condicionantes e disponibilidade financeira.
Se optarmos por comprar, podemos sempre contar com o apoio da equipa especializada Doutor Finanças que apoiará no processo de encontrar a melhor solução de crédito para cada situação em particular.

Sobre o Doutor Finanças:
O Doutor Finanças é uma empresa especializada em finanças pessoais e familiares, constituída por especialistas que ajudam pessoas individuais e coletivas a “curar as dores na carteira”. O site do Doutor Finanças partilha vários artigos e dicas de finanças pessoais, disponibilizando serviços gratuitos de consultoria financeira.

No mercado desde 2014, o Doutor Finanças conta já com uma equipa de mais de 100 “doutores”, que já ajudou mais de 50.000 pessoas a equilibrar as suas finanças e a sair de situações de sobreendividamento.

Novo Regulamento das Condições Materiais das Salas de Atendimento à Vítima em Estabelecimento Policial

Este Despacho determina que as SAV, destinadas ao atendimento preferencial das vítimas especialmente vulneráveis, em particular das vítimas de violência doméstica, devem cumprir características infraestruturais como:
– Boas condições de habitabilidade, iluminação e ventilação natural, isolamento térmico, climatização e condições de segurança;
– Situar-se preferencialmente em local resguardado, distante de local onde é realizado o atendimento ao público;
– Ter uma área, idealmente, de 12m2 ou superior, e nunca inferior a 8m²;
– Os materiais devem conferir um ambiente psicologicamente sereno;
– Sempre que possível deverá ser assegurada iluminação e ventilação natural adequada através de janela;
– A janela, a existir, não deve ficar localizada em fachadas exteriores orientadas e na proximidade da via pública, garantindo que a privacidade interior seja assegurada;
– Deverá garantir-se facilidade de acesso a vítimas com mobilidade condicionada.

O Despacho determina ainda que as SAV devem garantir um isolamento acústico, ser visualmente isoladas, estar dotadas de um mecanismo sinalizador de presença no interior e ter ainda condições que garantam a segurança das vítimas e dos elementos policiais.

O tipo de mobiliário e a disposição do mesmo também estão definidos, bem como a obrigatoriedade de existência de um espaço particularmente acolhedor para crianças. Fica ainda definido que material de ordem pública (bastões, escudos, algemas ou armas) não deve estar visível nestas salas, devendo, ao invés, promover-se uma sensação de conforto à vítima.

Para além do equipamento necessário para a realização de todo o expediente, as SAV devem ainda ter disponível informação atualizada sobre vítimas especialmente vulneráveis, nomeadamente vítimas de violência doméstica.

A violência doméstica continua a ter uma expressão significativa no país, com um total de 23.544 ocorrências registadas pelas Forças de Segurança nos primeiros 10 meses deste ano – o que representa uma redução de 6% face ao período homólogo do ano passado. No mesmo período foram detidos 913 suspeitos no âmbito de situações de violência doméstica, número superior às detenções efetuadas no mesmo período de 2019.

ANDRÉ JORDAN: «UMA VIAGEM PELA VIDA»

Numa época em que o mundo se debate com uma das maiores crises da história moderna, André Jordan publica uma segunda edição, revista e aumentada, do seu livro de memórias. Chega às livrarias no próximo dia 26 de Novembro. Um livro amplamente ilustrado, que se lê como uma novela da vida real.

André Jordan oferece-nos neste livro o lado desconhecido e fascinante de oito décadas de uma vida intensamente vivida, que atravessa alguns dos episódios mais relevantes da nossa contemporaneidade. Uma história, na primeira pessoa, que descreve através de retratos íntimos as personagens com quem se cruzou: aristocratas, políticos, estadistas, estrelas de cinema, grandes artistas.

Num ano que ficará para sempre marcado pelo impacte e desafios da pandemia, André Jordan recorda-nos tempos marcados por outros dramas, como a fuga ao nazismo com a família e a reconstrução posterior da sua identidade, mas também a magia dos momentos áureos que viveu em Nova Iorque, Buenos Aires e Paris. A sua chegada a um Portugal vetusto, mas pleno de promessas, onde depois testemunhou a revolução de Abril, sonhos, sucessos, fracassos, paixões e desilusões.

Através de uma narrativa fluída, revela-nos tramas e enredos em que se viu envolvido, fazendo o retrato íntimo de personagens com quem se cruzou: políticos, como Salazar, o conde Barcelona, Tito Arias ou Carlos Lacerda; grandes artistas e estrelas de cinema, como João Gilberto, Margot Fonteyn, Rudolf Nureyev ou Lana Turner; escritores de enorme talento como Luís Sttau Monteiro ou Rafael Squirru. Fala-nos da sua paixão pela música e pelas artes, e de como essa paixão o arrastou para um ativismo cultural que muitos desconhecem.

«Quando me propus escrever um livro sobre a minha viagem pela vida, o objetivo foi registar o testemunho de quase um século, no qual o mundo encolheu e todos vivemos com todos. Cheguei até aqui fazendo a travessia de situações e desafios interessantes, em relacionamento intenso com seres com quem vou compartilhando os espaços para onde a vida me leva, encarando as missões que vão surgindo e os obstáculos que vão aparecendo. É um relato verdadeiro, porém, incompleto. Espero que gostem. E se não gostarem, não digam…»

De tudo vamos encontrar nas histórias da sua história de vida. Vale a pena conhecer esse outro André Francisco Spitzman Jordan, o menino que fugiu da Polónia com os pais quando deflagrava a Segunda Guerra Mundial, a tempo de escapar aos campos de concentração nazis, e que hoje apenas identificamos com o empresário de obra reconhecida e elogiada.

Da Polónia para Portugal e depois rumo ao Brasil, a família Spitzman Jordan conquista um lugar de destaque no Rio de Janeiro dos anos 1940, uma década de glamour contrastante com a devastação da guerra na Europa. Antes de se juntar ao pai na condução dos negócios da família, o jovem André Jordan ainda realiza o sonho de ser jornalista, o que lhe proporciona conhecer personagens extraordinárias da cultura e história do século XX, com as escolas de samba e a Bossa Nova em pano de fundo. Vive em Nova Iorque, Buenos Aires, Paris e Londres, lugares onde vai fazendo amizades com uma panóplia de personagens contrastantes: aristocratas, líderes políticos de todos os quadrantes ideológicos, académicos e artistas famosos.

Portugal conquista-o, numa fase da vida em que tudo parecia correr mal: a morte do pai, o divórcio e o afastamento dos filhos, o impasse profissional. Do percurso posterior, mais público entre nós, como criador da Quinta do Lago, de Vilamoura XXI, ou do Belas Clube de Campo, revela-nos episódios surpreendentes.

«Uma Viagem pela Vida», de André Jordan, conta-nos a história de uma das personagens mais fascinantes do Portugal contemporâneo, por onde passam grandes figuras públicas e alguns ilustres desconhecidos. É o testemunho de um homem notável, contador de histórias fantásticas na primeira pessoa, com as etapas mais difíceis, não só as mais felizes, as experiências enriquecedoras, mas também as frustrantes. Tudo num livro amplamente ilustrado e que se lê como uma novela da vida real, onde cabem contos de fadas, romance histórico, lutas de poder, crónica financeira e prosa poética.

Com posfácios de Teresa Patrício Gouveia e Luís Braga da Cruz, esta é, nas palavras do próprio autor, «a história de uma vida vivida com amor, com tanto de exaltação quanto de desilusão».

Alunos mais vulneráveis vão ter apoio para recuperar aprendizagens

Existe uma relação direta entre o perfil socioeconómico e cultural das famílias e o desempenho escolar dos seus filhos. As crianças e jovens provenientes de famílias mais vulneráveis enfrentam com mais dificuldade o seu percurso escolar e, apesar de iniciativas como a distribuição de computadores ou o #Estudoemcasa, nas quais a Fundação Gulbenkian esteve envolvida, o confinamento resultante da pandemia veio agravar esta realidade.

Entre março e junho de 2020, estas crianças e jovens não só foram privadas do ensino presencial de que tanto precisam, como viram acentuadas as desigualdades académicas inerentes às dificuldades de acesso ao ensino à distância.

É neste contexto que a Fundação Calouste Gulbenkian lança o projeto GAP – Gulbenkian Aprendizagem, uma iniciativa que pretende apoiar pelo menos 5 000 alunos dos ensinos básico e secundário a recuperar aprendizagens perdidas em três áreas disciplinares do currículo: Português, Inglês e Matemática, bem como a desenvolver competências importantes para o estudo autónomo.

O apoio dado aos alunos de cerca de 120 escolas nestas três áreas será prestado através de Mentorias Académicas. Sistema inovador em Portugal, estas mentorias serão levadas a cabo de forma individual, em pequenos grupos ou na sala de aula (em tempo curricular, presencial ou online), por uma bolsa de 30 a 60 mentores da Associação “Teach For Portugal” (www.teachforportugal.org), com a colaboração da Associação Portuguesa de Professores de Inglês, da Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) e das Universidades do Porto e do Minho. Prevê-se que sejam prestadas, entre janeiro e junho de 2021, cerca de mil horas de mentoria semanal.

Em complemento a estas mentorias, a Sociedade Portuguesa de Matemática vai assegurar Aulas de Matemática a um conjunto de turmas deste universo que, devido aos efeitos da situação pandémica, estejam sem professor a esta disciplina. As aulas de Matemática, asseguradas por uma bolsa de professores voluntários constituída pela SPM, serão lecionadas (de forma virtual ou presencial) a partir do mês de dezembro.

O Projeto GAP – Gulbenkian Aprendizagem tem, tanto nas Mentorias como nas Aulas de Matemática, o apoio do Ministério da Educação.

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