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Ricardo Andrade

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FARMÁCIAS APELAM AO PARLAMENTO PARA MANTER SERVIÇOS AOS PORTUGUESES

Na quarta-feira, às 15 horas, as farmácias vão suspender o seu funcionamento durante os 23 minutos reservados pela Assembleia da República para debater a petição “Salvar as Farmácias, Cumprir o SNS”. A plataforma informática de dispensa das receitas eletrónicas ficará 23 minutos inativa.

Entre segunda e quarta-feira, a linha telefónica 1400 irá esclarecer os cidadãos quanto aos serviços farmacêuticos que terão de ser suspensos por falta de comparticipação do Estado. As chamadas são gratuitas e os portugueses poderão continuar a usar esta linha para fazer as suas encomendas de medicamentos.

Com a paragem simbólica de 23 minutos, as farmácias alertam a sociedade portuguesa e o poder político sobre a urgência de medidas concretas para salvaguardar os serviços das farmácias aos portugueses.

Na última década, a rede de farmácias tem sido alvo de uma série de medidas de austeridade que conduziram ao colapso da sua sustentabilidade económica.

Neste momento, há 702 farmácias alvo de processos de penhora e de insolvência, o que corresponde a 24% da rede.

O Estado tem iniciado várias experiências de serviços farmacêuticos críticos para a Saúde dos portugueses, mas esses processos arrastam-se no tempo, sem decisão ou qualquer investimento público.

Há 250 doentes com VIH-Sida seguidos há quatro anos nas farmácias comunitárias sem que o Estado assuma qualquer responsabilidade por esse serviço.

«A indecisão do Estado deixa os farmacêuticos comunitários entre a espada e a parede. Por um lado, a sua consciência profissional impede-os de deixar de servir um único doente. Por outro, a sobrevivência das farmácias proíbe-os de continuar a prestar serviços gratuitamente, sem qualquer comparticipação por parte do Estado», declara Paulo Cleto Duarte, presidente da ANF, que reúne 2.750 farmácias.

INDÚSTRIA AERONÁUTICA JUNTA-SE PARA MITIGAR IMPACTO DO COVID-19 NO COMBATE AOS INCÊNDIOS

A indústria aeronáutica portuguesa juntou-se para demonstrar que Portugal tem capacidade instalada e de resposta imediata aos desafios de prevenção e combate a fogos florestais, numa altura em que o contágio por COVID-19 é um risco adicional no teatro de operações.

Em causa está a utilização de tecnologia não tripulada no apoio à prevenção, combate, rescaldo e pós-rescaldo de incêndios, agora considerada pelo executivo para mitigar o risco de contágio entre os agentes de proteção civil.

O conjunto de empresas, que conta, para já, com a TEKEVER, o CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto, a GMV e a Spin.works, representa uma cadeia de valor com capacidade de fornecer no imediato tecnologia não tripulada, apoio à operação, manutenção das aeronaves e tratamentos de dados provenientes dos aviões durante todo o período de fogos florestais.

No seu conjunto, as empresas em causa têm mais de 500 engenheiros especializados e representam mais de 90 por cento das exportações nacionais no sector da tecnologia aérea não tripulada, tornando Portugal líder europeu no âmbito da vigilância marítima.

A poucas semanas do início da época de incêndios, a indústria irá fazer prova de capacidade instalada com um exercício marcado para a próxima terça-feira no aeródromo da Atouguia da Baleia, em Peniche. As empresas irão levar a cabo, em conjunto com os bombeiros locais, um exercício em cenário real de localização de um foco de incêndio, utilizando tecnologia não tripulada. Recorde-se que a Força Aérea foi recentemente autorizada, através de resolução do Conselho de Ministros, a fazer a “aquisição imediata de 12 sistemas de aeronaves não tripuladas para corresponder à necessidade urgente de vigilância aérea adicional, durante o período do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2020”.

“A tecnologia não tripulada de fabrico nacional é uma referência internacional e poderá ser um auxílio fundamental para todas as forças que previnem e combatem os incêndios, mitigando o contágio por COVID-19”, refere Ricardo Mendes, CEO da TEKEVER, líder europeu na operação e fabrico de drones para missões de vigilância marítima.

O responsável destaca ainda as mais-valias do uso deste tipo de aeronaves “na identificação de zonas de risco, deteção imediata de pontos quentes e acompanhamento da progressão das frentes de fogo”.

A iniciativa da indústria tem ainda a opinião positiva de José Neves, Presidente da AED (Associação Portuguesa para as Indústrias de Aeronáutica Espaço e Defesa): “Congratulo-me com mais uma ação mobilizadora dos nossos associados que não só promove o desenvolvimento do tecido industrial português, como alavanca um conjunto de capacidades tecnológicas com elevado potencial de exportação. Esta iniciativa é uma clara demonstração da vitalidade do Cluster Nacional.”

De fabrico 100 por cento português, a sistema aéreo não tripulado TEKEVER AR3 (http://uas.tekever.com/AR3) que será utilizado durante o exercício já está a ser operado internacionalmente em missões semelhantes, contando já com centenas de horas de voo, e sendo já produzido em larga escala. Com uma autonomia superior a 16 horas, poderá ser operado a partir de qualquer teatro de operações, não necessitando de pista para descolar ou aterrar, e transmitindo informação em tempo real dos seus sensores diurnos e noturnos de elevada performance a mais de 100 quilómetros de distância.

DS Smith apresenta os “Princípios de Design Circular” para impulsionar a sustentabilidade do packaging

A DS Smith, fornecedor líder de soluções de embalagem sustentável, lançou os seus novos “Princípios de Design Circular”, após uma investigação que revelou que existe uma grande necessidade de designs mais consistentes, que ajudem a ultrapassar a confusão em torno da reciclagem das embalagens.
Neste sentido, a DS Smith desenvolveu, em parceria com a Fundação Ellen MacArthur, cinco Princípios para ajudar as empresas a fomentar a reutilização e reciclabilidade das suas embalagens. Estes princípios têm origem num novo estudo, que revela que 44% dos europeus admitiram que nem sempre conseguem distinguir quando uma embalagem pode ou não ser reciclada. Esta confusão faz com que 46 milhões de toneladas (41%) dos resíduos potencialmente recicláveis acabem no contentor de lixo comum e, por isso, num aterro no final do processo.

Esta confusão experienciada pelos consumidores tem um impacto ambiental direto: os produtos recicláveis que acabam em aterros ou são incinerados podem custar à economia 1.864 milhões de euros por ano.

Estes dados são resultado do estudo desenvolvido pela OnePoll, para a DS Smith, de 22/02/2020 a 02/03/2020. Contou com uma amostra de 9,000 pessoas, em Itália, Alemanha, Espanha, Polónia, França, Reino Unido e Bélgica, com mais de 18 anos.

Sonae Sierra lança serviço gratuito de Drive-In nos centros comerciais

A Sonae Sierra acaba de lançar um serviço gratuito de Drive-In nos centros comerciais que gere em Portugal, para oferecer aos visitantes a possibilidade de recolherem as suas compras de forma cómoda, sem sair do carro, depois de terem feito a sua encomenda online ou por telefone. Até ao momento, há 82 marcas aderentes, presentes em 143 lojas. Os pontos de recolha situam-se no parque de estacionamento de cada Centro.

Cristina Santos, diretora de Gestão de Ativos da Sonae Sierra para Portugal e Espanha, destaca: “A inovação, a flexibilidade e a proactividade sempre fizeram parte do nosso ADN. Estamos, desde a primeira hora, a responder à situação pandémica que vivemos, desenvolvendo novos conceitos para atender às novas necessidades dos visitantes e dos lojistas. O confinamento alterou comportamentos, mas a omnicanalidade era já uma tendência que, dentro da nova normalidade, veio assumir uma importância maior, pois hoje é imprescindível a ligação entre as lojas físicas e a sua versão digital.”

A Sonae Sierra continua a desenvolver ferramentas de apoio aos lojistas, e a criar experiências de compra alternativas para os visitantes. Em breve, irá disponibilizar um serviço que permite perceber, através do site do Centro ou da sua App, o nível de afluência de pessoas e de carros ao espaço, permitindo ao cliente uma melhor gestão da sua visita.

Em março, a Empresa ativou uma plataforma de ecommerce para permitir, de forma gratuita, a todos os lojistas dos centros comerciais sob gestão manterem o seu negócio, mesmo nos casos em que tivessem as suas lojas físicas encerradas, e/ou que não tivessem até à data nenhum canal de venda online. O balanço desta medida é muito positivo e tem ajudado sobretudo os lojistas de menor dimensão. No total, já aderiram 76 marcas.

MEDWAY renova certificações ISO 9001 e ISO 14001

Depois da minuciosa auditoria externa ocorrida em Outubro de 2019, complementada com informações já durante este ano de 2020, a APCER concluiu estarem reunidas todas as condições para manter a certificação ao Sistema de Gestão implementado na nossa Empresa, bem como proceder à atualização dos certificados.

Esta foi também uma auditoria de extensão, por forma a incluir no âmbito das referidas certificações, os locais mais relevantes onde a MEDWAY – Operador Ferroviário de Mercadorias, presta e desenvolve os seus serviços, nomeadamente: Gaia, Leixões, Pampilhosa, Louriçal, Vilar Formoso, Souselas, Entroncamento, Av. da República, Bobadela, Poceirão, Praias do Sado e Sines.

Esta dupla certificação representa o reconhecimento da conformidade, eficácia e consolidação dos referidos Sistemas de Gestão implementados pela MEDWAY nos últimos anos, e do seu compromisso com a melhoria contínua.

A equipa auditora da APCER salientou os seguintes pontos fortes:
• Liderança e comprometimento da Direção Executiva;
• Transparência, vontade de partilha de conceitos e espírito de melhoria revelada pelos Colaboradores contactados nesta auditoria;
• Competência técnica demonstrada por parte dos Colaboradores para o desenvolvimento da atividade;
• Dinâmica e o foco na utilização do SGQA como ferramenta de apoio à gestão e melhoria do desempenho;
• Aplicação informática de apoio à atividade, Medlink, e a utilização de tablets no registo operacional da atividade;
• Média de horas de formação por Colaborador em 2018 (70,1 h);
• Recolha de REEE – Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos, cujo valor reverteu a favor de uma Instituição Particular de Solidariedade Social.

A MEDWAY continua focada em promover a sustentabilidade da atividade que desenvolve, gerando valor para as partes interessadas internas e externas, melhorando o seu desempenho global e gerindo as suas responsabilidades ambientais de forma sistemática, contribuindo para o incremento do pilar ambiental da sustentabilidade.

Em Portugal a Nestlé tem colaboradores de 43 nacionalidades

“A integração nas diferentes culturas e tradições das comunidades onde está presente é fundamental para a Nestlé, que, desta forma, permanece fiel aos seus valores baseados no respeito por nós próprios, pelos outros, pela diversidade e pelo futuro. Abraçar as nossas diferenças culturais é o que nos torna mais fortes e ricos enquanto organização. Ao adotar as diversas sensibilidades, culturas, outras formas de pensar, conhecimento e experiência das nossas pessoas, estamos a alimentar a nossa inovação e criatividade.”, sustenta Maria do Rosário Vilhena, Diretora de Recursos Humanos e Serviços da Nestlé Portugal.
Presente em 190 países, a Nestlé conta com mais de 300.000 colaboradores. Neste contexto, a diversidade da empresa está refletida não só nas suas pessoas, mas também nos milhares de produtos que a Nestlé vende em todo o mundo, adaptados às preferências locais dos seus diversos consumidores.
Em Portugal, entre as 43 nacionalidades diferentes que operam em áreas de apoio internacional a outras subsidiárias da Nestlé um pouco por todo o mundo, contamos com colegas da Argélia, de Angola, da Áustria, do Brasil, de Cabo-Verde, da Colômbia, da Croácia, da Dinamarca, do Egito,, da Eslovénia, de Espanha, das Filipinas, da Finlândia, da Holanda, da Hungria, da Índia, de Itália, da Lituânia, da Rússia, entre outras.
É esta diversidade cultural que ajuda a empresa a ter uma mentalidade e uma abordagem correta no mercado. Isto significa aceitar os outros como membros iguais de uma equipa e estar consciente dos preconceitos inconscientes, que são estereótipos sociais criados sobre certos grupos de pessoas. Todos temos preconceitos inconscientes sobre vários grupos sociais e de identidade, com base nas nossas experiências de educação e de vida. Na Nestlé, realizamos workshops que aumentam a consciencialização sobre este tipo de preconceitos e sobre como minimizá-los e torná-los mais inclusivos, procurando encontrar semelhanças, sendo mais curioso do que certo, e em fazer perguntas em vez de assumir factos.
Como uma empresa global e multicultural é importante entendermos bem as diferentes dimensões da cultura e como nos adaptarmos a elas para melhor trabalharmos juntos como equipa.

Nova loja online da CIN é a divisão mais inspiradora de nossa casa

A CIN, marca portuguesa e líder ibérica no mercado de tintas e vernizes, lançou o seu mais recente projecto digital: uma loja online que aproxima a marca à casa dos consumidores privilegiando a simplicidade na experiência de navegação e a certeza no processo de compra.

“Nunca uma casa precisou tanto de cor e nós tanto dela” é o novo conceito da CIN, que convida os consumidores a estenderem a sua personalidade ao ambiente que os rodeia, garantindo o apoio à sempre complexa escolha de cores e dos produtos adequados. A nova loja online da CIN entra agora em casa dos utilizadores proporcionando-lhes uma experiência visualmente rica, inspiradora e esclarecedora, posicionando-se como uma ferramenta útil e certa para cada projecto em particular.

E tal como cada casa oferece um espaço de eleição, a nova loja online da CIN reservou um lugar especial para o utilizador – MyCIN – uma área de cliente que permite a cada consumidor personalizar toda a experiência de navegação e interacção com a marca. Neste canto de conforto, a CIN possibilita a criação de catálogos compostos pelos produtos e cores preferidos de cada consumidor, previamente guardados e organizados, simplificando os processos de decisão. Tal como refere Marcos Castro, Director de Marketing da CIN “era importante que os nossos clientes sentissem que a CIN é parte de casa e de cada momento. Por isso, criámos este espaço personalizável onde é possível criar catálogos para cada projecto, seja a sala, o quarto ou qualquer outro espaço, onde os utilizadores guardam as suas cores de eleição e os seus produtos preferidos.”

A par do catálogo personalizável, que pode ser posteriormente impresso como memória do projecto, a CIN integra neste novo site o que outrora era visto no seu blog, permitindo que os consumidores se inspirem no Cindecor através das “ideias, dicas e ambientes inspiradores para que, mesmo à distância, possam sentir-se acompanhados no momento de compra.

Nesta loja, os utilizadores podem comprar agora e lembrar-se de nós no futuro. Foi a pensar nesta ideia de proximidade que quisemos construir uma ferramenta que acompanhasse a evolução da nossa relação com cada cliente” afirma Marcos Castro.

Com uma ferramenta de pesquisa robusta, capaz de identificar conteúdos a partir das suas descrições semânticas, a CIN apresenta sempre as melhores soluções para as necessidades de cada consumidor. O novo website inclui uma simbiose cor/produto que permite que a procura seja feita pelo tom ou pela especificidade técnica. Seja qual for a “jornada” do consumidor, ele encontra sempre o produto para a cor desejada e a cor perfeita para o produto adequado. Na expectativa de valorizar o percurso que o utilizador seleccione – escolhendo produto e cor e, apoiando-se na calculadora que ajuda a determinar a quantidade de tinta necessária – o site incorpora ainda um mecanismo que permite que o utilizador nunca se esqueça de todas as componentes necessárias para a execução de um trabalho perfeito, nomeadamente dos acessórios de pintura.
A pensar na comodidade de quem está em casa e no acréscimo de pesquisas através de dispositivos móveis, o novo site é dotado de um design optimizado compatível com todos os dispositivos (telemóvel, tablet e desktop), reconhecendo a necessidade de estar presente em qualquer momento e contexto, nas condições ideais para os utilizadores.
O lançamento desta loja online “é mais um passo na concretização de um projecto estratégico e ambicioso de transformação digital da marca, que não acabará aqui” assegura Marcos Castro, “para além dos novos websites de decorativo, corporativo e performance coatings, a CIN lançou recentemente o seu canal Youtube que conta com mais de 2.000.000 visualizações sendo também ele um projecto de “serviço ao cliente”, tornando o acesso à cor mais universal e democratizando as ferramentas de apoio a uma decisão mais consciente.”
O novo website da CIN está disponível em português e inglês, permitindo as entregas ao domicílio ou levantamento em loja em Portugal Continental. Em toda esta nova experiência, a CIN promete entrar em casa dos consumidores com muitas surpresas.

AGAP2IT IMPLEMENTA BALCÃO ÚNICO EPALnet

A plataforma é um serviço interativo, com cerca de 32.000 aderentes, que permite a clientes consultar e atualizar dados de contrato, consultar o histórico de consumos, verificar se existem contas de água por regularizar, comunicar leituras, solicitar serviços, verificar se existem faltas de água que afetem o local de consumo, entre outras funcionalidades, eliminando a necessidade de deslocação às instalações da EPAL.
Com uma interface totalmente nova, o EPALnet está agora mais user-friendly, intuitivo, rápido e fácil de utilizar, tendo reduzido já as chamadas de atendimento telefónico para as linhas de apoio ao cliente da EPAL.
Para Ricardo Amado, Diretor da área DXS da agap2IT, “a utilização da tecnologia para melhorar a relação com os clientes da EPAL e os processos associados à atividade da empresa foi o desafio apresentado e solucionado. O carácter original desta solução e do seu formato de implementação no mercado nacional comprovam a relevância do trabalho realizado pela agap2IT e da experiência acumulada pela consultora no desenvolvimento de tecnologia diferenciadora para responder às necessidades em transformação das empresas. A solução tecnológica agora implementada torna-se uma forma de potenciar o alcance da organização e tornar a sua atuação mais ágil e eficaz”.

Primeiro Cartão de Crédito em Portugal de um retalhista que permite pagamentos com Apple Pay

De forma a reforçar a segurança dos seus clientes, a FNAC e o CaixaBank Payments & Consumer têm a partir de hoje um novo método de pagamento disponível nas lojas físicas, o Apple Pay. Este sistema distingue-se pela conveniência que oferece, uma vez que já não é preciso levar dinheiro ou cartões no momento de ir às compras.

Com o Apple Pay, os clientes FNAC têm acesso a uma forma inovadora, simples e rápida de pagamento, que se apresenta como uma solução segura no contexto atual pois privilegia pagamentos contactless através de iPhone ou Apple Watch. Isto porque dispensa qualquer contacto com os terminais de pagamento nas lojas físicas, nomeadamente para introdução do código secreto PIN, independentemente do valor e número de compras.

Nuno Luz, Diretor-geral da FNAC, salienta que “a segurança dos nossos clientes e dos nossos colaboradores é a nossa prioridade máxima neste momento. Por isso, reforçamos as formas de pagamento seguras por contacto. Com o Apple Pay, os portadores do Cartão FNAC Crédito podem pagar as suas compras apenas com o simples gesto de aproximar o seu dispositivo Apple ao terminal de pagamento automático (TPA)”.

Ana Vuelta, Country Manager do CaixaBank Payments & Consumer, refere ainda que “o lançamento deste serviço evidencia a natureza inovadora e diferenciadora do Grupo CaixaBank, assim como a responsabilidade e compromisso social de oferecer permanentemente aos nossos clientes soluções que vão ao encontro das suas necessidades em cada momento”.

O Apple Pay é fácil de configurar, basta apenas abrir a app Wallet, selecionar o Cartão FNAC Crédito e confirmar os termos e condições. Os Aderentes FNAC continuarão a receber todas as recompensas e benefícios oferecidos pelo Cartão FNAC Crédito.

A segurança e privacidade são a essência do Apple Pay. Os números dos cartões associados ao pagamento não são armazenados nem no dispositivo nem nos servidores da Apple. Em vez disso, é atribuído um único número de conta do dispositivo, encriptado e armazenado em segurança no elemento seguro do equipamento. Cada transação é autorizada com um código de segurança dinâmico e único.

Com o iPhone e o Apple Watch, os clientes podem pagar em lojas, restaurantes e em muitos outros locais. Cada compra Apple Pay é autenticada com um olhar ou através de um toque com o Face ID ou Touch ID ou com a password do dispositivo.

Covid-19: Medidas de confinamento podem custar mais de €2 mil milhões ao comércio internacional de mercadorias

As medidas de confinamento implementadas por todo o mundo para combater a propagação do novo coronavírus, e a consequente retoma da atividade de forma desfasada entre países poderão custar €2,2 mil milhões ao comércio internacional de mercadorias, o equivalente a uma subida de 11 pontos percentuais nas tarifas à importação por parte de todos os países, para os 17%, estima a Euler Hermes, acionista da COSEC – Companhia de Seguro de Créditos.
De acordo com o estudo “COVID-19 losses equivalent to a return of 1994 tariffs”, recentemente lançado pelo grupo líder mundial em seguro de créditos, mesmo após o fim do confinamento, o facto de haver regras diferentes entre Estados sobre a circulação de bens, serviços e pessoas pode gerar incerteza, assimetria de informação e uma sobrecarga regulatória sobre as empresas, impedindo o comércio global de voltar ao normal.
Depois de um choque de 22,5% em termos de valor, o comércio poderá, mesmo após o fim do confinamento, permanecer abaixo de 90% do que se registava antes da crise. Não obstante, o estudo indica que a recuperação acontecerá ainda no segundo semestre deste ano, na sequência da retoma da atividade no setor industrial, e durante 2021, crescendo +10% em volume e +15% em valor.

Vários setores em risco de pressões inflacionistas
Apesar do cenário considerado mais provável ser o cenário de recuperação em forma de “U”, os analistas alertam para o facto de alguns setores, nomeadamente os que exportam produtos de alto valor acrescentado e são mais sensíveis a interrupções na cadeia de fornecimento, correrem o risco de sofrer aumento de preços. É o caso da informática, eletrónica, dos metais e da indústria mineira, dos transportes, do equipamento elétrico e dos têxteis. Em termos de países, correm maior risco as empresas que operam na China, nos Estados Unidos da América, na Alemanha, em França, na Irlanda, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.

Aumento do protecionismo nas trocas comercias
Os economistas da Euler Hermes alertam ainda para o regresso de um risco que o comércio internacional enfrentava antes do surgimento da pandemia: o aumento do protecionismo. A adoção destas políticas por parte dos Estados pode recriar a incerteza vivida em 2019 e prejudicar a recuperação do investimento, intensificando-se à medida que se agravam tensões entre os EUA e a China.
O protecionismo tem sido evidente, por exemplo, nos produtos relacionados com a Covid-19. Os dados revelam um nível recorde de novas restrições à exportação de produtos médicos, farmacêuticos e de equipamento de proteção por parte de muitos países. No total, foram aplicadas mais de 80 novas medidas protecionistas a estes produtos em 2020 em todo o mundo – um recorde, e que equivale a 2,5 vezes o total de medidas implementadas em todo o ano de 2019. O estudo calcula que, só em 2020, os bloqueios às exportações possam reduzir o comércio de produtos Covid-19 em €27 mil milhões.
Os economistas alertam ainda para o impacto que estas políticas protecionistas podem ter no agravamento da crise sanitária nos países em desenvolvimento. O Brasil, a Argentina e a Argélia, seguidos da África do Sul, Marrocos, Indonésia, Colômbia, Malásia, México e Chile, são países cujas importações de produtos relacionados com a crise sanitária da Covid-19 estão fortemente concentradas em três principais parceiros e onde as tarifas sobre esses produtos são mais elevadas em relação ao resto do mundo.

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