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Ricardo Andrade

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Termina hoje o prazo para a inscrição no voto antecipado em mobilidade, uma modalidade que este ano foi alargada a todos os municípios

Até às 23h59 de ontem, estavam inscritas 196.786 pessoas para votarem antecipadamente no próximo domingo.

Recorde-se que, nas eleições para a Assembleia da República de 2019, votaram antecipadamente 50.638 pessoas.

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e o Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, estão inscritos para votar antecipadamente.

O pedido de inscrição é feito em www.votoantecipado.mai.gov.pt

Caso não exerça o direito nesse dia, o eleitor poderá sempre votar no dia 24, ainda que tenha feito a inscrição.

eDreams ODIGEO amplia o seu hub tecnológico no Porto para intensificar a inovação nas viagens

Este mês, a Empresa vai começar a recrutar para posições tecnológicas especializadas, incluindo engenheiros front e back-end, bem como developers iOS e Android. Os candidatos selecionados vão trabalhar nos 261 websites e aplicações líderes da eDreams ODIGEO, que servem 17 milhões de clientes em 45 países em todo o mundo. Os novos recrutas vão juntar-se à força tecnológica da Empresa, líder de mercado, que engloba equipas de inovação, produto e desenvolvimento em diversos locais da Europa.

Com a expansão do seu centro tecnológico no Porto, a eDreams ODIGEO continua a evoluir as suas capacidades tecnológicas líderes da indústria, para guiar a transformação do setor das viagens e garantir que emerge como vencedora na era pós-COVID-19.

Carsten Bernhard, Chief Technology Officer da eDreams ODIGEO, comentou: “Sendo a maior companhia de viagens online da Europa, estamos constantemente a tirar partido da nossa escala sem igual e da experiência exclusiva em tecnologia para transformar os setores do trabalho e e-commerce através da inovação. Ao mesmo tempo, capacitamos experiências de viagem personalizadas para milhões de consumidores em todo o mundo. Estamos encantados de continuar a expandir a nossa força tecnológica a nível global e especialmente no Porto, onde existe uma comunidade tecnológica entusiasmante e em expansão e que irá, certamente, enriquecer o talento da nossa equipa e ajudar-nos a inovar ainda mais para benefício dos viajantes”.

Os interessados podem candidatar-se online através do portal de carreiras da eDreams ODIGEO.

Viva Wallet oferece terminais de pagamento e serviços gratuitos para apoiar os restaurantes portugueses durante a pandemia

A restauração é um dos setores da indústria que foi mais afetado durante este período crítico. A Viva Wallet sempre disponibilizou ferramentas tecnológicas de ponta aos proprietários de restaurantes – desde a gestão de mesas, pedidos e pagamentos a partir de um único dispositivo smartphone, até à opção de envio de recibos digitais por mensagem –, bem como inovação (de que é exemplo o serviço de rating no TPAs, prestes a ser lançado) e, acima de tudo, recursos financeiros exclusivos, como a liquidação de fundos no dia seguinte e comissões de aceitação de 0%.

A Viva Wallet lança agora esta iniciativa de apoio para as empresas que se mantiverem, ou estiverem dispostas a funcionar em regime de take-away ou entregas, oferecendo todas as suas vantagens aos restaurantes que decidam abrir uma conta Viva Wallet, de forma gratuita e durante um período de tempo limitado.

Para mais informação sobre esta iniciativa da Viva Wallet, por favor visite: https://bit.ly/2Vo5asK

APBI + Microsoft Portugal

Esta adesão reforça o propósito da Associação na sua missão de impulsionar a utilização das mais robustas tecnologias de análise de informação, colocando-as ao serviço do tecido empresarial português, e na promoção de uma formação académica e profissional de excelência, para todos os que desenvolvem ou pretendem desenvolver projetos de Business Intelligence, Big Data, Inteligência Artificial ou Machine Learning. Ao longo de 2021 estão a ser planeadas iniciativas conjuntas, nomeadamente a oferta de formações e certificações Microsoft para associados da APBI e colaboração em eventos nacionais e internacionais.

Para José Rui Gomes, presidente da APBI, “É com enorme orgulho que encaramos o apoio de um associado com o prestígio e dimensão da Microsoft, em especial no campo de Business Intelligence, como o reconhecimento crescente da importância da missão da APBI enquanto entidade promotora da utilização de informação pelas nossas empresas e entidades públicas”.

Para Manuel Dias, National Technology Officer da Microsoft, “Esta parceria com a APBI vem reforçar a nossa estratégia de digitalização da economia portuguesa, seja através da disponibilização de ferramentas avançadas como o Microsoft Power BI ou o Microsoft Azure, mas também no pilar de skilling, onde as competências digitais são fundamentais para um processo de tomada de decisão eficiente e cada vez mais inteligente”.

“O/a meu/minha filho/a não aceita a diabetes. O que posso fazer?”

Esta iniciativa é realizada pelo Núcleo Jovem APDP Diabetes e procura criar um espaço de partilha de experiências entre pais e cuidadores, dando-lhes um espaço e um momento onde falam abertamente entre si e do que sentem.

“Os encontros realizados através do Núcleo Jovem APDP (NJA) são fundamentais para fortalecer o apoio às pessoas com diabetes tipo 1 e seus familiares. Falamos de crianças e jovens que vivem um diagnóstico que pode ser assustador e traumatizante, de uma doença de longa duração. É preciso derrubar preconceitos e ajudar a que tenham uma vida normal, bem inseridos na comunidade, tendo os cuidados necessários. Afinal, na juventude, o contexto familiar e social afeta, talvez ainda mais, a forma como o jovem se vê a si próprio, gere a sua doença e se relaciona com os pares e a própria família” afirma José Manuel Boavida, presidente da APDP.

O evento será totalmente online e contará com a moderação de uma mãe de uma jovem adulta com diabetes tipo 1, membros do NJA com diabetes tipo 1, uma pediatra e uma psicóloga. Uma sessão gratuita que tem como objetivo ajudar na transição para a aceitação da doença.

“As mudanças sociais, ocupacionais, familiares e emocionais na vida dos jovens com diabetes tipo 1 podem afetar a adesão ao tratamento e a sua qualidade de vida. Uma das ferramentas mais úteis, e que poderá constituir uma importante mais-valia para ultrapassar estas dificuldades, é a educação terapêutica providenciada pelos pais e educadores que acompanham os jovens. É graças à existência de uma equipa multidisciplinar dedicada e altamente especializada que a APDP faz o acompanhamento de crianças e jovens com Diabetes tipo 1 e procura educar os adultos cuidadores”, explica João Filipe Raposo, diretor clínico da APDP.

A inscrição é obrigatória até dia 14 de janeiro, às 16h00, através do e-mail cursos@apdp.pt . Para participar na sessão, além do nome, é fundamental referir a idade da criança/jovem com diabetes tipo 1 e há quanto tempo foi feito o diagnóstico.

Número de infetados começa a diminuir já na próxima semana

“O atual aumento do nível de novos casos deverá retomar o movimento descendente no espaço de 10 dias. O pico da incidência (novos casos) deverá acontecer em torno de 21 de janeiro, com valores abaixo dos 10.000 casos. Após esta data, a incidência deverá retomar o curso de descida observado antes do Natal. No final de janeiro a incidência deverá ser inferior a 9.000 casos diários”, explica Pedro Simões Coelho, professor catedrático da NOVA IMS e coordenador do modelo COVID-19 Insights.

O dashboard COVID-19 Insights uma plataforma que disponibiliza e analisa informação referente à pandemia e aos seus impactos, com recurso a métodos analíticos avançados, que resulta da parceria entre a COTEC Portugal e a NOVA IMS.

Já os internamentos deverão continuar a subir até ao final de janeiro esperando-se nessa data um total de 6.400 internados, dos quais cerca de 900 internados em cuidados intensivos.

Os modelos do dashboard COVID-19 Insights incluem também, entre outros, os dados relativos à mobilidade dos portugueses e aos efeitos esperados do novo confinamento. Pedro Simões Coelho nota que “desde o início do ano, a população retomou e até intensificou o nível de autorrestrição à mobilidade que se observava antes do natal”. Na última sexta-feira, a deslocação a locais de retalho e diversão era cerca de 10% inferior à verificada a 18 de dezembro. Comparando as mesmas datas observa-se que a utilização de transportes públicos era igualmente cerca de 11% inferior e que a presença em zonas residenciais cresceu 3%. Apenas a presença em locais de trabalho permanece largamente inalterada desde o início de outubro, mostrando que não existe crescimento significativo do teletrabalho.

Trata-se de um movimento voluntário, que leva à retração da mobilidade dos portugueses, antecipando as restrições que serão brevemente impostas pelas autoridades. Uma tendência idêntica à observada em outubro/novembro, quando uma autorrestrição aos comportamentos de mobilidade antecipou em larga medida o estado de emergência decretado em finais de novembro.

Iminência de confinamento geral já custou mais de um milhão de euros ao setor

A Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos (APSTE) revela que, desde o anúncio do Governo sobre o aplicação de um novo confinamento geral, no final da semana passada, mais de 125 eventos já foram cancelados, significando desde logo perdas superiores a um milhão de euros na faturação das empresas do setor, e teme que após a confirmação desta decisão o cenário piore substancialmente.

“Ao contrário do que acontece com outros setores de atividade, também bastante afetadas por este contexto, a verdade é que grande parte das nossas empresas estão praticamente sem trabalhar desde março do ano passado e algumas das medidas mais recentes tomadas pelo Governo, ao limitar eventos corporativos até cinco pessoas, por exemplo, só vieram destruir o pouco que havia. Agora, que começava a surgiu algum trabalho e vários dos nossos associados já tinham eventos agendados até abril, surge esta nova ameaça de confinamento que significa a perda imediata de receitas fundamentais para a sobrevivência de várias empresas”, justifica Pedro Magalhães, Presidente da APSTE.

“Não estamos indiferentes à situação do país e ao problema sanitário que atravessamos, mas é incrível como se parte para um novo confinamento geral quando a saúde financeira das empresas é praticamente inexistente. Os apoios não são suficientes para garantir a sobrevivência das empresas e a manutenção dos postos de trabalho, porque nada compensa a perda de receitas motivada pela proibição de trabalhar. Por isso está na hora do Governo começar a trabalhar connosco na criação das condições necessárias para que possamos trabalhar sem comprometer a saúde de ninguém. Seja com testes rápidos à entrada, seja com a obrigatoriedade de eventos ao ar livre, seja com a necessidade de garantir distanciamento de segurança e a utilização de máscara, o importante é que os portugueses possam desfrutar dos seus eventos em segurança e nós possamos desenvolver a nossa atividade”, conclui Pedro Magalhães.

Instituto Piaget participa no programa Microsoft Learn para Educadores

O Instituto Piaget vai participar no projeto internacional Microsoft Learn for Educators. Com acesso a um conjunto alargado de ferramentas e materiais incluídos no programa, o Instituto Piaget passa a oferecer aos seus alunos a possibilidade de obterem algumas das certificações Microsoft mais reconhecidas pelo mercado.

O Microsoft Learn for Educators permite às instituições de ensino participantes no programa acederem a formação, conteúdos e módulos online disponibilizados pela empresa tecnológica para posteriormente oferecerem cursos alinhados com as certificações Microsoft. Este acesso é concedido a professores qualificados que se encarregarão de transmitir os conteúdos aos alunos da forma que entenderem mais conveniente e flexível – seja na sala de aula, em aulas online ou de forma assíncrona.

O Instituto Piaget conta com 13 elementos do seu corpo docente envolvidos na fase inicial do programa. Todos os alunos do Instituto poderão propor-se e aceder aos cursos e certificações, estando os das áreas digitais e da gestão mais orientados para esta primeira fase.

Em termos temáticos, a oferta dos cursos está direcionada para o Microsoft Azure, a plataforma de computação em nuvem desenvolvida pela Microsoft. O objetivo é capacitar os alunos que estão a dar os primeiros passos no domínio desta tecnologia. Assim, as instituições aderentes poderão oferecer certificações Microsoft como o Azure Data Fundamentals, o Azure Al Fundamentals, o Azure Fundamentals e o Power Plataform Fundamentals. Cada curso cobre os objetivos do exame da certificação Microsoft por meio de aulas baseadas em cenários do mundo real e exercícios práticos.

“A participação no programa Microsoft Learn para Educadores representa uma mais-valia para o Instituto Piaget enquanto fator diferenciador da qualidade do seu ensino”, afirma Ricardo Simões Santos, diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão Jean Piaget e responsável pela implementação do programa. O docente acrescenta que “é objetivo do Instituto posicionar-se como uma das principais instituições de ensino na área digital em Portugal, pelo que a participação em projetos disruptivos e diferenciadores são a consequência natural da sua aposta”.

Dan Ayoub, diretor-geral da Microsoft para a área da educação, destaca sobretudo o papel da empresa na formação dos futuros profissionais: “Os alunos de hoje são os inovadores de amanhã. A Microsoft está empenhada em fornecer os caminhos de aprendizagem, as ferramentas e os recursos educacionais necessários para ajudar a preparar os alunos para o sucesso nas suas futuras carreiras”.

A importância das certificações
Num mercado cada vez mais competitivo, as certificações podem, de facto, fazer a diferença. De acordo com um estudo da IDC (líder mundial na área de “market intelligence”) sobre Como as Competências em Cloud Estão a Acelerar as Carreiras dos Profissionais de TI, os profissionais certificados ganham 15% mais do que os não certificados, são quase 20% mais produtivos, e mantêm os seus cargos por mais tempo.

Outros estudos corroboram as vantagens de uma certificação. Segundo a pesquisa da Pearson Education (multinacional britânica do setor educativo), intitulada “Pearson Vue 2018 Value of Certification”, 67% dos inquiridos responderam que a certificação lhes dá uma maior autoconfiança nas suas competências, 55% disseram que o conhecimento adquirido foi efetivamente transferido para a sua função profissional, enquanto 41% assinalaram o aumento do seu grau de satisfação no emprego. Para 35%, entre os maiores benefícios esteve o aumento do seu salário e 44% destacaram o nível de trabalho desenvolvido com maior qualidade. (© 2019 Pearson Education. Direitos reservados. Reproduzido com permissão).

“Estamos convictos que esta ligação ao programa da Microsoft será recebida com entusiasmo pelos nossos alunos que poderão adquirir competências avançadas em áreas-chave. A experiência do nosso corpo docente, aliada aos conteúdos técnicos disponibilizados globalmente pela Microsoft, são bons indicadores para aumentar as suas chances de empregabilidade futura”, conclui Ricardo Simões Santos.

Zoo Santo Inácio dá as boas-vindas a 12 novos animais

O Zoo Santo Inácio acaba de dar as boas-vindas a 12 novos habitantes: uma zebra e oito cervicapras, vindas de França, e três suricatas, provenientes da Holanda. Os animais chegaram no final de 2020, e podem ser conhecidos pelos visitantes do parque, todos os dias, das 10h00 às 17h00.

Os novos moradores do Zoo Santo Inácio estiveram cerca de um mês a ambientar-se na perfeição aos novos habitats, ao novo staff, às novas rotinas e aos colegas de casa. O intercâmbio de animais entre parques zoológicos é gratuito e pretende promover a reprodução, de modo a assegurar novos membros geneticamente puros, a conservação das espécies e a continuidade da biodiversidade.

“A chegada de novos animais para integrar grupos já existentes e com o objetivo de reprodução, é sempre um momento entusiasmante porque nos permite sonhar com o nascimento de novos indivíduos e, consequentemente, avançar no sentido da proteção e preservação das espécies, mantendo as linhagens puras e não consanguíneas, a nossa grande missão”, explica Teresa Guedes, diretora do parque zoológico.

A nova Zebra das Planícies fêmea (Equus burchellii), chegada do Zoo de La Palmyre, em França, foi colocada na “Savana” e vem juntar-se a um macho de 18 anos que habita o Zoo Santo Inácio há 11 anos. Esta zebra francesa passou por um período de adaptação mais longo, pelo facto de partilhar o habitat exterior com outras espécies, como os rinocerontes.

Já os dois machos e seis fêmeas cervicapras (Antilope cervicapra), mamíferos originários da Índia e do Paquistão e classificadas como Quase Ameaçadas de Extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), foram inseridas no habitat dos animais asiáticos, onde já se encontrava previamente um macho, desde 2016, completando, assim, o grupo de nove indivíduos desta espécie. As cervicapras coabitam com os Búfalos asiáticos.

Por fim, os dois pequenos suricatas machos e a fêmea (Suricata suricatta), chegados do Zoo de GaiaPark, na Holanda, foram introduzidos no habitat exclusivo destes mamíferos juntando-se a uma fêmea que habita já o Zoo Santo Inácio há 2 anos.

“A chegada de novos animais é um momento muito importante para o Zoo Santo Inácio. São muitos os fatores de risco que queremos que sejam nulos ou quase inexistentes. Desde já o transporte, uma situação desconhecida pelos animais e que requer bastantes cuidados e controle, a descarga de todos os animais em segurança e cuidado, e, depois, toda a adaptação dos novos animais a toda uma nova realidade: novos cheiros, novos tratadores, novas cores de uniforme, novo sotaque, nova casa, novos companheiros… São dias muito intensos para toda a equipa, especialmente para a equipa técnica veterinária e de tratadores. Mas é uma satisfação enorme afirmar com toda a certeza que tudo correu pelo melhor”, remata Teresa Guedes.

“Asfixia” dos oceanos

A redução de oxigénio nos oceanos é o fator com mais impacto negativo nos organismos marinhos. Esta é a principal conclusão de um estudo publicado na revista Nature Ecology and Evolution, liderado por membros do Laboratório Marítimo da Guia (LMG) do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), polo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa).

Os autores do artigo “Impacts of hypoxic events surpass those of future ocean warming and acidification” analisaram os resultados de cerca de 700 experiências publicadas entre 1990 e 2016 que investigaram o efeito do aquecimento, acidificação e/ou níveis reduzidos de oxigénio no oceano (processo denominado de hipoxia).

“O que nós concluímos é que a hipoxia causou consistentemente mais impactos negativos do que o aumento da temperatura ou redução do pH em vários aspetos da performance dos organismos, por exemplo, abundância, desenvolvimento, metabolismo, crescimento e reprodução. Isto verificou-se quer em vários grupos de animais (peixes, crustáceos ou moluscos), em vários estágios de vida (desde os ovos/larvas até aos organismos adultos) e regiões climáticas (temperada e subtropical/tropical)”, explica Rui Rosa, professor do Departamento de Biologia Animal da Ciências ULisboa, investigador do LMG do MARE e orientador do primeiro autor deste artigo, Eduardo Sampaio, estudante de doutoramento em Biologia da Ciências ULisboa e investigador no LMG do MARE Ciências ULisboa.

Os cientistas alertam também para a importância de se incluir a perda de oxigénio como uma variável fulcral no estudo dos impactos das alterações climáticas no oceano global, e para o desenvolvimento de ações de adaptação e mitigação mais direcionadas para este “trio mortal”.

Os oceanos são particularmente afetados pelas alterações climáticas já que absorvem o excesso de calor aprisionado na atmosfera e também uma grande parte do dióxido de carbono emitido, o que leva a uma redução do seu pH (processo denominado de acidificação). Um outro fator de risco e que tem sido constantemente negligenciado relaciona-se com a redução na concentração de oxigénio nos oceanos potenciada por processos geofísicos e biológicos.

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