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Ricardo Andrade

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Portugal em risco elevado de escassez de água, diz estudo internacional

Fonte DR

De acordo com um estudo do projeto Aqueduto do World Resources Institute – uma organização sem fins lucrativos sedeada em Washington, nos EUA, e financiada por fundações, Governos, ONG e organismos internacionais -, esses 17 países, que representam um quarto da população mundial, usam pelo menos 80% das suas reservas de água a cada ano, com a agricultura, as indústrias e os municípios a representarem a maior fonte de pressão sobre as suas reservas de água.

Portugal está entre os 44 países que esgotam, pelo menos, 40% das suas reservas de água, colocando-se numa situação de risco elevado de escassez de água.

Os autores do estudo sublinham que uma margem tão reduzida entre oferta e procura como a que se verifica nos países mais pressionados deixa-os mais vulneráveis a variáveis como secas ou um maior uso das reservas de água, sendo cada vez maior o número de países que passam por um ‘Dia Zero’, ou seja, em que ficam sem acesso a água canalizada.

“A escassez de água coloca sérias ameaças à vida humana, à sua subsistência e à estabilidade económica. Isso está prestes a piorar, a menos que os países tomem medidas: o crescimento da população, o desenvolvimento socioeconómico e a urbanização estão a provocar uma maior procura por água, enquanto as alterações climáticas podem tornar mais variável a precipitação e a procura”, refere o relatório.

Sobre o Médio Oriente e o Norte de África, a região do mundo mais pressionada nesta matéria, o estudo aponta que a reutilização de águas residuais poderia gerar uma nova fonte de água potável, tendo em conta que 82% das águas residuais nestes países não são reutilizadas.

Na Índia aumentam as preocupações com as reservas ao nível do subsolo, para além das preocupações com as reservas à superfícies: os aquíferos estão a esgotar-se, em grande parte devido ao uso para regadio.

“As conclusões do estudo Aqueduto contextualizam esta crise: a Índia ocupa o 13.º posto na lista de países mais pressionados pela escassez de água em termos globais e a sua população é três vezes superior à população combinada dos 17 países mais pressionados no mundo”, lê-se no relatório.

O estudo, que também analisa regiões dentro de países, indica, por exemplo, que a África do Sul, que em 2018 evitou por pouco o ‘Dia Zero’, ocupa uma posição na lista fora dos países mais afetados — 48.º lugar, correspondente a um risco médio-elevado de escassez de água -, mas a zona da Cidade do Cabo é uma zona de enorme pressão e rivaliza em termos de regiões ameaçadas com países inteiros.

O estudo indica que viver pressionado pela falta de água não tem que ser uma fatalidade e que inverter essa situação depende em grande parte da gestão que se faz dos recursos.

Para além de exemplos de alguns países que já tomaram medidas para evitar a falta de água nas torneiras, como a Austrália que cortou para metade o consumo doméstico para evitar um ‘Dia Zero’, o estudo apresenta recomendações genéricas, aplicáveis à generalidade dos países, como apostar em técnicas de regadio eficientes, fazendo com que cada gota de água conte, investir em infraestruturas mais amigas do ambiente e tratar e reutilizar águas residuais, para que deixem de ser encaradas como desperdício.

O estudo Aqueduto analisou a situação em 164 países, para os quais era possível ter dados utilizáveis pelo modelo de análise usado, refere o estudo.

 

Fonte LUSA

Interior do país é o mais afetado por falta de medicamentos

Fonte iOnline

Percentagem que chega quase aos 70% nos distritos de Beja e Guarda (68,22% e 67,30%, respetivamente). Números que indicam que a falta de medicamentos nunca afetou tanto os portugueses. Estes dados foram revelados por uma sondagem realizada pelo Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (CEFAR).

A indisponibilidade de medicamentos levou ainda 1,4 milhões (21,50%) de utentes a recorrer a consulta médica para alterar a prescrição. O recurso a estas consultas causou elevados custos quer para o sistema de saúde (35,3M€ a 43,8M€), quer para o utente (2,1M€ a 4,4M€). As regiões mais desertificadas e economicamente mais desfavorecidas do interior do país são as que registam mais ocorrências deste tipo.

A população do distrito de Beja surge no estudo como uma das mais prejudicadas, registando o maior número de pessoas obrigadas a interromper o tratamento devido à falta de determinados fármacos: 9,30%, quase o dobro da média nacional (5,70%).

Enquanto a média nacional é de 21,50%, em Bragança o valor atinge os 31,17% e regiões como Viseu, Beja e Guarda rondam os 30%.

Os inquéritos para o relatório sobre o “Impacto da Indisponibilidade do Medicamento no Cidadão e no Sistema de Saúde”, da CEFAR, foram realizados na primeira semana de abril deste ano e contaram com a participação de utentes de 2.097 farmácias em Portugal.

Custos de construção de habitação sobem 2% em junho

Fonte iStock

Em junho, o índice de custos de construção de habitação nova registou um aumento homólogo de 2%, menos 0,4 pontos percentuais face ao mês anterior, refere o INE.

No mês em análise, o INE refere ainda que o crescimento dos preços dos materiais abrandou para 0,6%, depois de ter aumentado 0,8% em maio último, enquanto que o custo da mão de obra subiu para 4,1%, menos 0,8 pontos percentuais que no mês precedente.

O INE realça também que o custo da mão de obra contribuiu com 1,7 pontos percentuais para a formação da taxa de variação homóloga do índice de custos de construção de habitação nova e salienta que a componente dos materiais contribui com 0,3 pontos percentuais para a variação total do índice.

A taxa de variação mensal do índice foi de 0,3% em junho, com os custos dos materiais a registarem uma queda de 0,2% e os custos da mão de obra a denotarem um aumento de 0,9%.

Em março, o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova tinha aumentado 2,3% face a igual mês de 2018, mais 0,2 pontos percentuais que em fevereiro.

De acordo com o INE, em junho, os custos da mão de obra e dos materiais contribuíram, respetivamente, com mais 0,4 pontos percentuais e menos 0,1 pontos percentuais para a formação da taxa de variação mensal do índice custos de construção de habitação nova.

 

Fonte LUSA

Da habitação ao casamento. Marcelo deu ‘luz verde’ a 25 diplomas num dia

@ Global Imagens

Marcelo Rebelo de Sousa promulgou, esta terça-feira, diversos diplomas que tinham sido submetidos ao crivo de Belém. Lei de Bases da Habitação, alargamento da gratuitidade dos manuais escolares, estatuto do cuidador informal, fim do prazo para casar após divórcio são apenas alguns dos exemplos. No total, o Presidente da República deu ‘luz verde’ a 25 diplomas.

No que à Lei de Bases da Habitação concerne, saliente-se, Marcelo manifestou dúvidas em relação as expectativas. Por sua vez, em relação ao estatuto do cuidador informal, o Presidente da República espera que o diploma “represente o início de um caminho e não o seu termo”, louvando ainda “a importância cívica e social” da matéria.

Mas há mais. Divorciados já não precisam de esperar para voltar a casar. As mulheres divorciadas tinham de esperar 300 dias para voltarem a casar e os homens 180 dias.

O chefe de Estado deixou também um alerta em relação à promulgação da revisão do Estatuto dos Magistrados Judiciais, já que pode agudizar desigualdades de tratamento em relação a outras carreiras.

Lei de Bases da Habitação promulgada com dúvidas sobre “expetativas

A Lei de Bases da Habitação foi promulgada pelo chefe de Estado e o anúncio da promulgação foi feito na página institucional da Presidência da República, juntamente com outros 16 diplomas.

“Apesar de dúvidas quer quanto à possível concretização das elevadas expetativas suscitadas, quer quanto à porventura excessiva especificação para uma lei de bases, atendendo ao seu significado simbólico volvidas décadas de regime democrático, o Presidente da República promulgou o diploma que aprova a Lei de Bases da Habitação”, lê-se na mesma nota.

Diploma que alarga gratuitidade dos manuais escolares promulgado

Marcelo anunciou, nesta terça-feira, a promulgação de três diplomas relativos à educação, designadamente o que alarga a gratuitidade dos manuais escolares a toda a escolaridade obrigatória na rede pública do Ministério da Educação. Marcelo Rebelo de Sousa “espera” que o regime agora estabelecido “seja sustentável em termos editoriais, sem quebra de qualidade”.

Entre os diplomas promulgados pelo Presidente está também o que estabelece mecanismos de regularização de dívidas por não pagamento de propinas em instituições de ensino superior públicas, bem como um terceiro que altera o Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior.

Estatuto do Cuidador Informal aprovado. O “início de um caminho”

Foi também promulgada por Marcelo a lei que aprovou o Estatuto do Cuidador Informal, esperando o Presidente da República que esta “represente o início de um caminho e não o seu termo”, e louvou “a importância cívica e social” do diploma.

O Estatuto do Cuidador Informal define, entre outras medidas, um subsídio de apoio aos cuidadores, o descanso a que têm direito e medidas especificas relativamente à sua carreira contributiva. Estima-se que em Portugal existam entre 230 mil a 240 mil pessoas cuidadas em situação de dependência.

Promulgada revisão do Estatuto dos Magistrados Judiciais, mas com alerta

A revisão do Estatuto dos Magistrados Judiciais integra o conjunto de diplomas que foram aprovados esta terça-feira. O Presidente da República diz compreender a valorização da magistratura, mas alerta para o acentuar da desigualdade de tratamento em relação a outras carreiras.

O chefe de Estado recordou que, desde 1990, os escalões mais elevados da carreira da magistratura judicial recebem vencimentos de base mais elevados do que o primeiro-ministro e que, “com o presente diploma, alarga-se e acentua-se essa disparidade”.

Promulgado diploma que elimina prazo para casar segunda vez

Foi promulgado o decreto-lei que altera o Código Civil e elimina o período que homens e mulheres divorciados precisavam de aguardar para poderem voltar a casar. Antes da alteração legislativa aprovada em 11 de julho, em sede de especialidade parlamentar, as mulheres divorciadas tinham de esperar 300 dias para voltarem a casar e os homens tinham de aguardar 180 dias.

De acordo com a legislação anterior, era, contudo, possível uma mulher divorciada ou viúva “contrair novas núpcias passados 180 dias” se obtivesse uma “declaração judicial” de que não estava grávida ou tivesse “tido algum filho depois da dissolução, declaração de nulidade ou anulação do casamento anterior”. A proposta de eliminação do prazo internupcial que estava previsto no Código Civil resultou de projetos apresentados por PS, BE e PAN.

Promulgada alteração do regime jurídico dos medicamentos de uso humano

O diploma, aprovado pelo Governo na quinta-feira, visa minimizar as situações de rutura de medicamentos nas farmácias, falhas para que a Associação Nacional de Farmácias (ANF) havia alertado.

No decreto-lei são clarificadas “as responsabilidades de cada um dos intervenientes na cadeia de abastecimento do mercado” e reforçadas “as obrigações de serviço público quanto à disponibilidade de medicamentos”, refere um comunicado do Conselho de Ministros.

Promulgada alteração do regime de práticas restritivas do comércio

Em causa está um novo regime jurídico que prevê que todos os descontos diretos concedidos na venda de um produto sejam considerados quando se determina o preço visando-se, desta forma, evitar a venda com prejuízo e práticas negociais abusivas.

Num comunicado emitido no início deste mês, o gabinete do ministro Adjunto e da Economia salientou que o novo regime pretende garantir a “transparência nas relações comerciais e o equilíbrio das posições negociais entre os operadores económicos”, tornando mais fácil a interpretação e aplicação do diploma e reforçando as competências da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Presidente Marcelo promulga diploma sobre cogestão de áreas protegidas

O Presidente da República promulgou o diploma do Governo que define o modelo de cogestão das áreas protegidas, apesar de não estarem consagradas integralmente as propostas da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP).

A 5 de junho passado o Conselho de Ministros aprovou a transferência de competências na cogestão de áreas protegidas para os municípios, que passam a integrar conselhos em que participam também universidades, organizações não governamentais e entidades públicas.

Em cada área protegida cria-se um conselho de cogestão presidido por um autarca, com um representante do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, uma organização não-governamental da área do ambiente, uma universidade com intervenção no ambiente e três outras entidades.

Para além dos referidos diplomas, o Presidente da República promulgou também os seguintes:

  • Alteração da denominação de ‘União das Freguesias de Fail e Vila Chã de Sá’, no município de Viseu, para ‘Freguesia de Fail e Vila Chã de Sá’;
  • Diploma que determina a não utilização e não disponibilização de louça de plástico de utilização única nas atividades do setor de restauração e/ou bebidas e no comércio a retalho;
  • O diploma que adapta a ordem jurídica interna ao Regulamento que dá execução a uma cooperação reforçada para a instituição da Procuradoria Europeia;
  • Diploma que altera o regime do mandado de detenção europeu;
  • A disponibilização de alternativas à utilização de sacos de plástico ultraleves e de cuvetes em plástico nos pontos de venda de pão, frutas e legumes;
  • O Estatuto dos Funcionários Parlamentares;
  • A promoção e desenvolvimento do ecoturismo;
  • O regime jurídico da estruturação fundiária;
  • A décima segunda alteração ao Estatuto dos Tribunais Administrativos e Fiscais;
  • Os Estatutos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa;
  • O Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura para o estabelecimento de um Escritório de Ligação e Parceria da Organização em Lisboa;
  • O regime jurídico de produção de água para reutilização, obtida a partir do tratamento de águas residuais;
  • Alteração ao regime jurídico da Reserva Ecológica Nacional;
  • O diploma que autoriza a implementação de projetos experimentais desenvolvidos com recurso ao mecanismo de direito ao desafio;
  • O regime jurídico da estruturação fundiária;

Fonte: Notícias ao Minuto

ONU pede a governos e redes sociais medidas para travar crimes de ódio

Fonte LUSA

Pedimos aos administradores de redes sociais e aos governos que trabalhem juntos no desenvolvimento de legislação que tenha em conta a base dos direitos humanos para reduzir os riscos de novos crimes de ódio“, indicou o porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville.

No sábado em El Paso, uma cidade do Texas maioritariamente hispânica localizada perto da fronteira com o México, um homem de 21 anos abriu fogo num centro comercial, matando 22 pessoas (oito cidadãos mexicanos) e ferindo outras 26.

O suspeito terá divulgado um manifesto na internet antes do ataque em que defendia a necessidade de os “brancos” deterem a “invasão” de imigrantes, especialmente dos hispânicos.

Colville assinalou a preocupação do organismo das Nações Unidos com “o aumento de ataques nos Estados Unidos contra sinagogas, mesquitas ou o do clube noturno de Orlando” (em junho de 2016 pelo menos 50 pessoas foram mortas e 53 feridas na discoteca LGTBI).

“Condenamos o racismo, a xenofobia e a intolerância em todas as suas formas, incluindo o supremacismobranco e apelamos a todos os governos, entre eles o dos Estados Unidos, para tomarem medidas para erradicar a discriminação”, adiantou o porta-voz.

Face às vozes que acusam o presidente norte-americano, Donald Trump, de ter favorecido discursos racistas, Colville disse que “as autoridades têm a responsabilidade de as suas ações não contribuírem de modo algum para estereótipos que levem à discriminação ou violência”.

O ex-Presidente dos Estados Unidos Barack Obama criticou na segunda-feira a existência de intervenções públicas no seio da sociedade que “normalizam sentimentos racistas”, criando um clima de medo e ódio que pode desembocar em episódios de grande violência.

Falando a propósito dos dois tiroteios nos Estados Unidos que provocaram pelo menos 32 mortos no fim de semana, Obama rejeitou vigorosamente “retóricas suscetíveis de encorajar” atos de violência, sem nunca nomear Trump.

No mesmo dia, o presidente norte-americano classificou os tiroteios como “crimes contra a humanidade” e defendeu que o país deve condenar a ideologia da supremacia branca.

 

Fonte LUSA

Konica Minolta distinguida pelas práticas ambientais

Para Vasco Falcão, diretor-geral da Konica Minolta Portugal e Espanha, “Este reconhecimento é fruto do nosso empenho e investimento contínuo na área da Sustentabilidade. Por sermos uma empresa mundial, líder no nosso setor de atividade, existe um grande sentido de responsabilidade social. Significa que analisamos, continuamente, o impacto global da nossa atividade, designadamente a nível ambiental o que nos permite estabelecer planos sólidos, com compromissos e metas bem claras, que aplicamos de forma transversal aos vários mercados onde temos operação ou que adequamos à realidade de cada mercado. A gestão ambiental é, de facto, parte integrante da nossa estratégia de negócios.”

O estudo da Nikkei Inc. é realizado a empresas japonesas e baseia-se em cinco critérios, tendo a Konica Minolta recebido a classificação máxima (100%) no sistema de promoção da gestão ambiental; na circulação de recursos; e no combate às alterações climáticas. Obteve ainda a pontuação de 98% no combate à poluição e preservação da biodiversidade; e nos produtos.

Ao longo dos anos, face ao crescimento do negócio e de uma operação cada vez mais global, a Konica Minolta tem vindo a desenvolver e a implementar políticas e iniciativas nas diferentes áreas da Sustentabilidade, com particular foco no Ambiente, de forma a minimizar o impacto atual e futuro da sua atividade.

Decorrente da sua estratégia de Responsabilidade Social Corporativa, a Konica Minolta também desempenha um papel ativo junto de parceiros, transmitindo-lhes conhecimento e prestando apoio em desafios ambientais.

Globalmente, a Konica Minolta desenvolveu o ECO Vision 2050, o plano de longo prazo da empresa, através do qual procura dar o seu contributo para a sociedade atual e para as próximas gerações. Entre os objetivos a alcançar até 2050, encontra-se a redução, em 80%, das emissões de CO2 dos seus produtos ao longo do ciclo de vida, em comparação com os níveis do ano fiscal de 2005. Já no início de 2019, a Konica Minolta assumiu como meta obter 100% da sua eletricidade a partir de energia renovável até 2050 e, ainda sob o mesmo tema, participa no RE100, uma iniciativa mundial que reune empresas influentes que se comprometem em fornecer energia 100% renovável.

  • Konica Minolta reconhece a gestão ambiental como estratégica para o futuro do negócio

Sinónimo de qualidade e de inovação tecnológica, a Konica Minolta tem integrado cada vez mais a gestão de conteúdos digitais na própria organização e na sua oferta ao mercado. Na era da transformação digital e com a preservação do Ambiente a ser uma preocupação mundial, a empresa tem revelado avanços significativos nos processos internos, bem como nas soluções que disponibiliza, nas diferentes áreas do seu negócio e sempre com recurso às tecnologias mais modernas.

Face ao atual contexto, a Konica Minolta disponibiliza uma oferta diversificada e adequada às necessidades dos clientes. As soluções de equipamentos, sob a chancela da empresa, incluem ferramentas que tornam as redes de comunicação mais eficazes; simplificam e agilizam processos; geram poupanças e reduzem custos; permitem a melhor tomada de decisões e viabilizam negócios mais inteligentes. Uma das maiores apostas da Konica Minolta tem sido apoiar as empresas a acelerar o trabalho sem papel, já que o consumo deste material continua a ser um dos maiores desafios em escritórios em todo o mundo.

 

Hiroshima pede eliminação de armas nucleares no aniversário de bombardeamento atómico

Fonte LUSA

O prefeito Kazumi Matsui manifestou, durante o discurso de paz, a preocupação sobre a ascensão da “política egocêntrica no mundo” e instou os líderes a trabalharem firmemente para alcançar um mundo sem armas atómicas.

Por outro lado, exigiu que o Governo do Japão represente as vontades dos sobreviventes do bombardeamento atómico e assine um tratado da ONU de proibição de armas nucleares.

O ataque dos Estados Unidos a Hiroshima em 06 de agosto de 1945 matou 140 mil pessoas. Uma outra bomba caiu três dias depois, em Nagasaki, matando mais 70 mil, antes da rendição do Japão acabar com a Segunda Guerra Mundial.

A cerimónia do aniversário de Hiroshima aconteceu horas depois de a Coreia do Norte ter efetuado mais um teste de armamento, que traduz o impasse nas negociações sobre a desnuclearização da península coreana.

 

Fonte LUSA

Marcelo felicita Moçambique por “dia histórico” pela paz

Fonte LUSA

“Neste dia de comemoração da assinatura do acordo de paz, o Presidente da República enviou uma mensagem ao Presidente Filipe Nyusi, congratulando o Governo de Moçambique e a Renamo por este passo corajoso e visionário, em prol da efectiva implementação da paz, que se reveste de importância crucial para o desenvolvimento económico e social de Moçambique”, pode-se ler na mensagem publicada na página oficial da presidência da República.

Na mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa salienta que “esta excelente notícia para Moçambique constitui motivo de grande alegria para Portugal e para os portugueses, atendendo aos fortes laços de amizade fraternal que unem os dois países e povos”. O Presidente da República deverá descolar-se a Moçambique em Dezembro.

A assinatura do acordo final de paz e reconciliação que tem lugar na Praça da Paz da capital moçambicana às 15 horas (hora portuguesa) contará com a presença da Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini, e Portugal estará representado pela Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro. Este acordo terá de ser depois ratificado no Parlamento.

Trata-se do terceiro acordo entre o Governo, da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), e a Renamo, depois da assinatura do Acordo Geral de Paz de Roma de 1992 e do acordo de cessação das hostilidades militares em 2014, na sequência de uma nova vaga de confrontos entre as duas partes.

FONTE – LUSA

Chaviarte abre primeira loja em Angola

A Chaviarte deu o primeiro passo para a internacionalização com a abertura da primeira loja Chaviarte & MultiExpress em Angola. Em funcionamento desde Maio deste ano, a loja já recebeu dezenas de clientes e faz um balanço positivo dos primeiros meses de funcionamento.

A loja dispõe de todos os serviços de duplicação de chaves e comandos, carimbos, duplicação de chaves automóvel, reparação de calçado, matrículas e ainda venda de produtos de segurança para habitação como cilindros e fechaduras de alta segurança, alarmes wireless e cofres para particulares ou empresas.

A primeira Chaviarte & MultiExpress de Angola está localizada no Piso-1 do Avennida Shopping de Talatona, um dos maiores e mais visitados centros comerciais da capital do país, Luanda.

Esta loja abre o caminho para a profissionalização desta área de negócio num país onde a oferta de produtos e serviços de segurança para habitação e com origem e qualidade europeia ainda é escassa.

A Chaviarte trabalha e representa as melhores marcas do sector, mantendo acordos de fornecimento que garantem um bom desempenho e uma boa oferta de produtos em todas as suas lojas de Norte a Sul do país e agora, em Angola.

CHEP lança índice de mercado que prevê tendências do consumo em Portugal

Este índice pretende solucionar a existência de uma lacuna de mercado na capacidade de tomada de decisões estratégicas que estejam alinhadas com as tendências de consumo num mercado cada vez rápido e dinâmico.

O CHEP Retail Index é um índice trimestral, criado pela CHEP em parceria com a Metiora, uma empresa especialista na análise de Big Data. Os dados são conseguidos através de informações agregadas de mais de 45 milhões de movimentos de paletes, baseados em dados históricos da CHEP de mais de cinco anos, com dados macroeconómicos de Portugal e aplicado a técnicas de Deep Learning (variáveis de correlação com o consumo). Através deste índice, as empresas do setor de consumo a retalho conseguem fazer uma melhor planificação das vendas com base nestas previsões de tendências de consumo.

Filipa Ferreira Mendes, Country General Manager da CHEP Portugal, afirma que “por acompanharmos de perto o negócio dos nossos clientes e, logo, as suas necessidades, aferimos uma lacuna no mercado quanto à capacidade da tomada de decisões estratégicas alinhadas com as tendências do consumo. Como tal, a CHEP investiu no desenvolvimento desta ferramenta que permite aos seus clientes fazer um correto planeamento dos seus recursos, face à evolução tão dinâmica do nosso mercado”.

O CHEP Retail Index foi apresentado pela primeira vez em 2011, na Austrália. Em Portugal, esta é a quarta edição do índice, que é exclusivo a vários clientes da CHEP no país. A primeira edição foi apresentada em outubro de 2018, data em que se assinalou o 25º aniversário da CHEP em Portugal.

O posicionamento privilegiado da CHEP enquanto líder de mercado e parceira de soluções logísticas, assim como a sua capacidade de utilizar Big Data, permitem à empresa oferecer uma solução inovadora, que contribui para o crescimento sustentável das empresas portuguesas.

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