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Ricardo Andrade

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Marcelo felicita Moçambique por “dia histórico” pela paz

Fonte LUSA

“Neste dia de comemoração da assinatura do acordo de paz, o Presidente da República enviou uma mensagem ao Presidente Filipe Nyusi, congratulando o Governo de Moçambique e a Renamo por este passo corajoso e visionário, em prol da efectiva implementação da paz, que se reveste de importância crucial para o desenvolvimento económico e social de Moçambique”, pode-se ler na mensagem publicada na página oficial da presidência da República.

Na mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa salienta que “esta excelente notícia para Moçambique constitui motivo de grande alegria para Portugal e para os portugueses, atendendo aos fortes laços de amizade fraternal que unem os dois países e povos”. O Presidente da República deverá descolar-se a Moçambique em Dezembro.

A assinatura do acordo final de paz e reconciliação que tem lugar na Praça da Paz da capital moçambicana às 15 horas (hora portuguesa) contará com a presença da Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini, e Portugal estará representado pela Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro. Este acordo terá de ser depois ratificado no Parlamento.

Trata-se do terceiro acordo entre o Governo, da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), e a Renamo, depois da assinatura do Acordo Geral de Paz de Roma de 1992 e do acordo de cessação das hostilidades militares em 2014, na sequência de uma nova vaga de confrontos entre as duas partes.

FONTE – LUSA

Chaviarte abre primeira loja em Angola

A Chaviarte deu o primeiro passo para a internacionalização com a abertura da primeira loja Chaviarte & MultiExpress em Angola. Em funcionamento desde Maio deste ano, a loja já recebeu dezenas de clientes e faz um balanço positivo dos primeiros meses de funcionamento.

A loja dispõe de todos os serviços de duplicação de chaves e comandos, carimbos, duplicação de chaves automóvel, reparação de calçado, matrículas e ainda venda de produtos de segurança para habitação como cilindros e fechaduras de alta segurança, alarmes wireless e cofres para particulares ou empresas.

A primeira Chaviarte & MultiExpress de Angola está localizada no Piso-1 do Avennida Shopping de Talatona, um dos maiores e mais visitados centros comerciais da capital do país, Luanda.

Esta loja abre o caminho para a profissionalização desta área de negócio num país onde a oferta de produtos e serviços de segurança para habitação e com origem e qualidade europeia ainda é escassa.

A Chaviarte trabalha e representa as melhores marcas do sector, mantendo acordos de fornecimento que garantem um bom desempenho e uma boa oferta de produtos em todas as suas lojas de Norte a Sul do país e agora, em Angola.

CHEP lança índice de mercado que prevê tendências do consumo em Portugal

Este índice pretende solucionar a existência de uma lacuna de mercado na capacidade de tomada de decisões estratégicas que estejam alinhadas com as tendências de consumo num mercado cada vez rápido e dinâmico.

O CHEP Retail Index é um índice trimestral, criado pela CHEP em parceria com a Metiora, uma empresa especialista na análise de Big Data. Os dados são conseguidos através de informações agregadas de mais de 45 milhões de movimentos de paletes, baseados em dados históricos da CHEP de mais de cinco anos, com dados macroeconómicos de Portugal e aplicado a técnicas de Deep Learning (variáveis de correlação com o consumo). Através deste índice, as empresas do setor de consumo a retalho conseguem fazer uma melhor planificação das vendas com base nestas previsões de tendências de consumo.

Filipa Ferreira Mendes, Country General Manager da CHEP Portugal, afirma que “por acompanharmos de perto o negócio dos nossos clientes e, logo, as suas necessidades, aferimos uma lacuna no mercado quanto à capacidade da tomada de decisões estratégicas alinhadas com as tendências do consumo. Como tal, a CHEP investiu no desenvolvimento desta ferramenta que permite aos seus clientes fazer um correto planeamento dos seus recursos, face à evolução tão dinâmica do nosso mercado”.

O CHEP Retail Index foi apresentado pela primeira vez em 2011, na Austrália. Em Portugal, esta é a quarta edição do índice, que é exclusivo a vários clientes da CHEP no país. A primeira edição foi apresentada em outubro de 2018, data em que se assinalou o 25º aniversário da CHEP em Portugal.

O posicionamento privilegiado da CHEP enquanto líder de mercado e parceira de soluções logísticas, assim como a sua capacidade de utilizar Big Data, permitem à empresa oferecer uma solução inovadora, que contribui para o crescimento sustentável das empresas portuguesas.

Hays assegura que as empresas devem estar preparadas para a Transformação Digital

A transformação digital tornou-se essencial para o sucesso dos negócios, no entanto, o processo é extremamente complexo e as empresas devem garantir que estão preparadas, assim como os seus colaboradores.

O Hays Group Strategic Director, Dirk Hahn, explica “Se está a utilizar a análise preditiva para prever comportamentos ou introduzir chatbots orientados pela Inteligência Artificial (IA) para oferecer um serviço eficiente e equiparável à concorrência – como líder de negócios, precisará de realizar uma mudança. Mas isto não é uma solução simples, é uma grande reformulação dos processos de negócios que exige que se invista foco, tempo, recursos financeiros e humanos para oferecer uma experiência ao utilizador que possa ser competitiva na era digital.”

Não ter medo de falhar

As empresas devem redefinir o insucesso e encorajar os colaboradores a terem menos receio de arriscar – pois é frequente que empresas que arrisquem consigam inovar e ser bem sucedidas. As organizações devem estar preparadas para cometer erros e aprender com os resultados – isso é essencial para o sucesso da digitalização de uma empresa.

Dirk aconselha “Não tenha medo de alterar processos que não estão a funcionar. Mas, se a mudança não levar a uma melhoria, precisará de estar pronto para repensar na sua estratégia. Utilize a filosofia que incorpore o conceito de “agarre com determinação, solte facilmente”, assim estará pronto para debater a sua perspetiva e testar as suas ideias. Mas se falhar, esteja pronto para aprender com os erros e seguir em frente utilizando o que aprendeu. ”

Compreender a  cultura do local de trabalho

Para que a transformação digital seja um sucesso, as empresas devem fomentar uma cultura empresarial de abertura que incentive à inovação, à mudança digital, mas que ao mesmo tempo seja realista sobre o processo.

Dirk explica “É essencial perceber a cultura do local de trabalho. Deverá preparar sua equipa para lidar com a mudança – e isso significa garantir que ela perceba que poderá não ser uma adaptação fácil. Se os colaboradores se sentirem parte do processo da transformação digital, eles irão perceber quais os obstáculos desde o início.”

Encontre as competências certas

Dirk recomenda que os colaboradores precisam de se tornar parte do processo e uma parte fundamental disso é uma boa comunicação. Para além disso, é pouco provável que uma empresa já tenha as competências necessárias para realizar a digitalização. Muitas vezes as empresas podem precisar de procurar fora do seu próprio negócio o talento indicado.

Dirk comenta “Para conseguir uma mudança com sucesso, as equipas devem ser constantemente informadas. Será necessário mostrar aos colaboradores o que se irá fazer, como e o porquê. A comunicação não é apenas de cima para baixo e por isso será necessário estar aberto a ideias (e perguntas) de todos os envolvidos no processo. Construir a inclusão na transformação digital destaca novas oportunidades e ajuda-nos a entender as necessidades de uma target diversificada.”

Cervejeiros de Portugal celebram o Dia Internacional da Cerveja

Nesta sexta-feira, 2 de agosto, é tempo de reunir os amigos e brindar ao Dia Internacional da Cerveja.  A efeméride, comemorada na primeira sexta-feira de agosto de cada ano, começou por ser uma celebração local, em 2007, quando um grupo de amigos da Califórnia instituiu a data comemorativa com o objetivo de saborear cerveja em boa companhia e enaltecer aqueles que a produzem e servem. Hoje, a ocasião é já um evento mundial, com mais de 50 países a assinalarem neste dia a paixão pela cerveja.

Em Portugal, os Cervejeiros de Portugal associam-se também a esta efeméride. “Além de um bom pretexto para conviver e degustar cerveja, sempre de forma responsável, o Dia Internacional da Cerveja é também uma oportunidade para recordar o dinamismo e a importância do setor cervejeiro para a economia do país. Esta efeméride não é ocasional, ora não fosse agosto um mês que acelera o seu consumo e a sua celebração”, sublinha o Secretário-Geral dos Cervejeiros de Portugal, Francisco Gírio.

Em 2018, os portugueses consumiram 69% de cerveja no canal Horeca, um dado que revela a apetência dos consumidores portugueses pelo consumo fora de casa, sobretudo em atividades de lazer, associado às refeições e à convivialidade nas esplanadas e cafés. Somos o país nº1 em termos europeus no consumo societal fora de casa. E a bebida mais apreciada pelos portugueses! Saúde!

Apesar de por vezes não ser evidente na opinião pública, é importante salientar que mais de 98% dos portugueses consomem cerveja ao verdadeiro estilo da dieta mediterrânica, ou seja de forma moderada e responsável. Por outro lado, o consumo irresponsável e excessivo, apesar de muito inferior à média europeia, é um problema que todos os setores de bebidas alcoólicas combatem e de forma ativa estabelecem parcerias com as entidades, públicas e privadas, que verdadeiramente se preocupam com a minimização do consumo irresponsável entre maiores de idade e a prevenção de práticas menos saudáveis através da formação e educação.

Não é por isso de estranhar que, uma tendência atual do setor resida na aposta nos segmentos da cerveja sem álcool e da cerveja com baixo teor de álcool, que respondem às exigências do consumidor de hoje que pretende associar novas experiências de consumo a um consumo responsável e a escolhas mais saudáveis. De facto, as cervejas sem álcool assumem-se mesmo como a nova tendência do mercado europeu e são um segmento com grande potencial de crescimento.

Natália Cavaleiro Costa, nutricionista e consultora dos Cervejeiros de Portugal, sublinha “que a cerveja pode e deve ser aliada a um estilo de vida saudável, onde se enquadra a dieta mediterrânica. Quando bebida com moderação, a cerveja é um alimento fermentado com inúmeras vantagens do ponto de vista nutricional. A opção 0,0 veio dar nova ênfase a estas vantagens, sendo rica do ponto de vista nutricional e de hidratação, e distanciando-se, pela positiva, de muitos sumos e refrigerantes que contam com doses elevadas de açúcar”.

Outra tendência atual do mercado é a proliferação e adesão dos portugueses à diversidade das cervejas produzidas de modo artesanal. Com centenas de variedades, cores, sabores e texturas para todos os gostos, a cerveja é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Em Portugal, o setor contribui com 80 mil postos de trabalho diretos e indiretos e gera mais de mil milhões de euros por ano, assente numa cadeia de valor quase totalmente nacional.

Sobre os Cervejeiros de Portugal:

Com mais de 30 anos, a APCV – Cervejeiros de Portugal é uma Associação de setor, sem fins lucrativos, que representa as empresas que, em território nacional, exerçam a indústria da produção e/ou enchimento de cerveja. Os Cervejeiros de Portugal têm como principais objetivos ser a voz da Indústria Cervejeira Nacional em Portugal, junto da União Europeia e de organizações internacionais e apoiar política e legislativamente o setor em todas as suas vertentes, incrementar e fortalecer a produção sustentada de cerveja, garantir à Indústria Cervejeira Portuguesa o direito de ser competitiva e inovadora e promover a responsabilidade do setor em relação ao Ambiente, Segurança Alimentar, Saúde & Nutrição e Comunicação Comercial.

https://www.cervejeirosdeportugal.pt/

Boyden com desafios dos Boards sob pressão

A construção de um Conselho de Administração que contribua para aconselhamento estratégico, supervisão de performance, conformidade jurídica e padrões éticos é essencial para o sucesso a longo prazo da empresa. Capacitadas com esta orientação, as companhias beneficiam de uma performance financeira sólida, são capazes de atrair e reter talento, e eventualmente, liderar o seu setor.

No entanto, entre escândalos, exigências regulatórias, investidores intervenientes e escrutínio constante dos media, talvez nunca tenha sido tão difícil montar um Board.

Em mais uma edição do Executive Monitor, a Boyden, organização líder em Portugal em Executive Search, explora as pressões com as quais os Conselhos de Administração têm de lidar, explora os espaços de oportunidade e responde a quais são os desafios e as esferas de oportunidade neste contexto em mutação. Quais são as implicações para os atuais CEO e os Boards? Qual é o atual estado da regulação e quais são os impactos? Como podem as direções progredir nestas circunstâncias?

Segundo o Managing Partner da Boyden Global Executive Search Portugal, “estas questões emergem à medida que as empresas, CEO e direções trabalham para navegar no atual momento corporativo e alcançar o sucesso e o papel da Boyden passa por conseguir identificar com eficácia as pessoas que poderão compor as direções e as administrações para gerir com eficiência os desafios mais prementes da gestão corporativa”.

Mas ao mesmo tempo, num contexto de mudança, acrescenta Fernando Neves de Almeida, as “tendências de globalização e digitalização estão a transformar radicalmente a forma como os boards contribuem para as suas organizações. Num ambiente de elevada complexidade e em permanente transformação, os desafios que se apresentam às organizações exigem visão e um conjunto de competências alargado, que só uma equipa de gestão com características complementares e integradoras abre a possibilidade de contribuir com mais-valias relevantes para a condução de negócio”.

Neste Executive Monitor, a Boyden, organização líder em Portugal em Executive Search, analisa mudanças recentes, perspetivas sobre a atual regulação e considerações importantes sobre a composição dos Boards.

O Conselho de Administração e o CEO

A relação entre o CEO e o Conselho de Administração é uma das condicionantes mais importantes para o sucesso de uma empresa. Para construir uma relação bem-sucedida, tanto o conselho de administração como o CEO têm de ter um entendimento claro sobre a função, requisitos e limitação de cada uma das partes. Uma divisão bem definida das responsabilidades apenas terá sucesso se o CEO e os conselhos de administração tiverem objetivos comuns.

As duas partes têm de concordar com as prioridades e o timing destas prioridades. Para alcançar uma situação de objetivos partilhados e concordar nas prioridades empresariais, o CEO e o board têm de se engajar numa comunicação construtiva e franca alicerçada no respeito mútuo.

Apesar de a relação ideal entre o conselho de administração e o CEO ser fundada no princípio que cada parte tende para as suas obrigações respetivas sem influenciar a esfera da outra, a história contemporânea está pejada de exemplos de cruzamento e sobrecarga de funções de responsabilidades.

Casos como a Enron, WorldCom e Volkswagen demonstram os riscos associados ao sobre carregamento da gestão e ao facto de os conselhos de administração terem papéis relativamente menores na supervisão da performance corporativa.

Na sequência dos escândalos corporativos, foi introduzida regulação alargando os requisitos para os conselhos de administração, gestão e firmas de auditoria das empresas cotadas.

Redes Sociais e Investidores Intervenientes

As estimativas apontam para que o número de utilizadores de redes sociais tenha atingido os 2,34 mil milhões em 2017 e a expetativa é que aumente para 2,95 mil milhões em 2020. A cada segundo há quase 6000 novos tweets, o que corresponde a 350 mil tweets por minuto, 500 milhões por dia e 200 mil milhões por ano.

Nesta era de circulação constante de notícias que rapidamente afetam a perceção pública, os Conselhos de Administração têm de estar preparados para agirem depressa e têm a tarefa de constantemente considerar os riscos de reputação que se levantam com as redes sociais, a estratégia da empresa para mitigar estes riscos e as táticas para a monitorização de referências da empresa nos social media.

Os últimos anos têm mostrado também um aumento significativo no número de alvos de investidores intervenientes, com o número de empresas publicamente sujeitas a procura a aumentar de forma consistente.

A cada vez maior influência de investidores ativistas e intervenientes tem vastas implicações para os Boards, que têm de engajar com maior frequência e significado com estes intervenientes. A responsabilidade e prestação de contas das administrações têm continuado a aumentar no meio de uma pressão acrescida por parte dos investidores.

Os administradores são obrigados, numa base diária, de ter em atenção as exigências e preocupações destes intervenientes no seu trabalho como membros dos Conselhos de Administração. Os Boards têm agora de aplicar uma supervisão mais alargada, impor o compliance com orientações regulatórias mais estritas, e manter uma constante atenção ao panorama num ambiente maior exposição.

Nos últimos dez ou 15 anos, o Conselho de Administração evoluiu para uma entidade de forte monitorização das dinâmicas e funções corporativas, para um ator que lidera a empresa quando for necessário e é parceiro quando for apropriado. No limite, a integridade da empresa resume-se à independência do Board, que tem como finalidade a proteção dos acionistas.

O Futuro dos Boards

Desde o início do século XXI que as regulações têm sido implementadas para limitar o alcance da gestão e assegurar uma supervisão efetiva dos Boards.

Estas mudanças regulatórias alargaram e acrescentaram estrutura às funções do Conselho de Administração, definido assim com maior clareza a sua posição em relação ao CEO. Nos últimos anos, no meio da crescente omnipresença das redes sociais e uma pressão mais acentuada dos investidores intervenientes, o papel e relevância dos Boards aumentou ainda mais.

As perspetivas em relação ao impacto destas mudanças na natureza dos Conselhos de Administração variam, com argumentos que as atuais regulações e pressões foram finalmente introduzidas numa era de efetiva supervisão dos Boards e outros a defenderem que estas mudanças deixam os administradores vulneráveis a escrutínio e responsabilização, tornando a função menos desejável e, daí, mas difícil de preencher.

DB Schenker introduz luva inteligente na Alemanha

A unidade de digitalização é pequena, leve e está integrada numa luva usada pelos colaboradores de armazém. Localizada na zona das costas da mão, só é ativada quando se junta e pressiona os dedos polegar e indicador. Após a ativação, através da digitalização de um código de barras, o colaborador recebe um feedback ótico, acústico e háptico. Esta comunicação visual com o sistema de gestão de armazém (ou seja, quantidades do produto e próximo local de recolha de mercadoria, por exemplo) pode ser realizado através de um dispositivo eletrónico, como por exemplo, um tablet.

A ProGlove surge da necessidade de uma melhora significativa quanto à eficiência do processo. Enquanto os tradicionais scanners de anel são pouco ergonómicos e difíceis de usar, a ProGlove permite aos colaboradores desempenharem as suas funções de forma mais rápida, segura e fácil no processo de recolha de mercadorias. Os colaboradores podem continuar a utilizar as duas mãos livremente durante as operações, sem necessitar de procurar ou alcançar o leitor de código de barras. O resultado é uma economia de tempo em cerca de 40% quando em comparação com a utilização de scanners tradicionais.

“O feedback da equipa do armazém durante a fase de testes foi consistentemente positivo. Por esta razão, estou convicto que a utilização da ProGlove vai levar a um aumento de produtividade no nosso armazém em Eching. Está já planeada uma extensão para outros locais de armazenamento que será realizada em breve”, afirma Tom Schmitt, diretor comercial e membro do conselho de logística contratual, Schenker AG.

Thomas Kirchner, cofundador e CEO da ProGlove: “O desenvolvimento da ProGlove segue a ideia de que os humanos vão continuar a ser um foco importante da indústria no futuro. Foi por essa razão que desenvolvemos uma luva inteligente leve e intuitiva que pode ser usada sem nenhum esforço de integração. A ProGlove apoia os colaboradores no seu trabalho diário e liga-os à indústria 4.0”.

 

Festival do Bacalhau volta a levar a festa a Ílhavo durante 5 dias

Quando a 11 de agosto terminar o Festival do Bacalhau, na Gafanha da Nazaré (Ílhavo), estima a organização que terão visitado a iniciativa perto de 150 mil visitantes. A festa arranca a 7 de agosto no Jardim Oudinot, com entrada gratuita e a promessa da presença de dez restaurantes a servirem inúmeros pratos inspirados no fiel amigo.

Para além da posta de bacalhau, o Festival será momento para provar outras partes provenientes do peixe adorado pelos portugueses, como os sames (bexigas natatórias), caras e línguas.

O Festival integra, ainda, diversas atividades e espetáculos, como fogo de artifício na água, mostras de artesanato, sessões de cinema ao ar livre, exposições, animação para crianças com insufláveis e concertos de música com as presenças confirmadas dos Expensive Soul (a 7 de agosto), GNR (8), Raquel Tavares (9), Dino D’Santiago com a Filarmónica Gafanhense (10) e o colectivo Paião (11).

Numa homenagem às mulheres do mar dos concelhos de Ílhavo, Murtosa e Peniche, decorre no Navio-Museu Santo André, de 8 a 11 agosto (18h30) a apresentação “Há Marias Assim”, escrita por Sandro William Junqueira, encenada por Graeme Pulleyn.

Entretanto, até 5 de agosto, está a decorrer na página oficial do evento o concurso gastronómico “O meu Bacalhau é melhor que o teu”. Os interessados terão de assinalar com o “Gosto”, o vídeo da receita de bacalhau que mais apreciam.

Ironhack e LeWagon estabelecem parceria com Banco BNI Europa para formar programadores em Portugal

A Ironhack e a LeWagon juntam-se ao Banco BNI Europa – através da sua marca Puzzle – no projeto de conversão de desempregados ou profissionais de outras áreas, em especialistas em IT.

Neste momento já são três as escolas de código associadas a este projeto, que permitirão oferecer cursos intensivos de cerca de quatro meses, associados a uma solução de crédito com condições especiais de pagamento. Estas parcerias visam tornar possível a todos os interessados, ingressar numa formação especializada com elevada procura no mercado de trabalho, e com o apoio financeiro da Puzzle.

Segundo Gonçalo Santos, responsável pela área de Plataformas Digitais da Puzzle: – “se tivermos em conta que estes tipos de cursos estão vocacionados para desempregados, o financiamento com taxas bonificadas, as maturidades longas e o período de carência de capital, permitem que os alunos só iniciem a liquidação do crédito após o término do curso, quando já estiverem no mercado de trabalho e com rendimentos para o poder fazer”.

Sobre as novas parcerias da Puzzle com a Ironhack e a LeWagon, os bootcamps, à semelhança da Academia de Código, também têm a duração de quatro meses ou no caso da formação em part-time um pouco mais. No entanto, os objetivos e conteúdos dos cursos são diferentes, abordando o empreendedorismo e especializações com elevada procura como por exemplo UI/UX design.

Focados também em novos públicos-alvo, nomeadamente o público feminino, foram criadas bolsas de estudo no sentido de promover o aumento do número de mulheres no mundo da programação.

Quintela e Penalva – Real Estate representa a Knight Frank em Lisboa, Sintra, Cascais e Comporta

A parceria agora constituída resulta da procura crescente de imobiliário em Portugal por parte de investidores internacionais. Através desta relação, os investidores vão beneficiar do acesso proporcionado pela Quintela e Penalva – Real Estate a imobiliário de elevada qualidade e de um conhecimento profundo do mercado imobiliário de luxo em Portugal, assim como, do acesso à rede global de imobiliário da Knight Frank com profissionais em 520 escritórios distribuídos por 60 regiões.

Francisco Quintela e Carlos Penalva, fundadores da Quintela e Penalva – Real Estate, destacam que esta parceria nasce do objetivo estratégico que a Quintela e Penalva – Real Estate tem de se associar a entidades internacionais, de forma a impulsionar o reconhecimento da sociedade e da economia portuguesa, e a incentivar o investimento no mercado imobiliário português.

 Alex Koch de Gooreynd, partner da Knight Frank, afirma: estamos muito entusiasmados com esta parceria com a Quintela e Penalva – Real Estate como nosso agente preferenciais em Lisboa e nas regiões próxima. A atividade da Quintela e Penalva – Real Estate tem uma presença extremamente forte no mercado português e o seu negócio apresenta a reputação e a integridade que se enquadra na perfeição com a marca Knight Frank. Estamos a assistir ao interesse crescente dos clientes a nível mundial pelo investimento no mercado de Lisboa, por isso esta parceria com a Quintela e Penalva – Real Estate é uma passo natural e estratégico para a Knight Frank.

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